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49 years (BRA)
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Cada pessoa tem uma maneira de aceitar, entender ou desgostar de um filme. Respeito todas as opiniões pois nada é 100% terra ou 100% céu. Cada mente é única.

" Não há no mundo duas opiniões iguais, dois fios de cabelo iguais, dois grãos de areia iguais. A mais universal das qualidades é a diversidade.” Montaigne

Fico impressionada com a quantidade de usuários daqui que não respeitam a liberdade de religião ou crença religiosa, orientação sexual, convicção filosófica e política.

O mais impressionante é que nem 90% dessas pessoas sabem que discriminação e intolerância religiosa são crimes.

A discriminação é fruto do preconceito.

A prática, indução ou incitação á discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional é crime.

Então muitos pensem nos crimes que andam expressando aqui pelas páginas do Filmow. Quem procura acha!

Minha primeira Paixão : Sétima Arte.

Últimas opiniões enviadas

  • Gabriele Cravo

    Filme adaptado pelos diretores Tom Tykwer (Corra Lola, corra) e os Wachowski (Matrix) , do romance de David Mitchell (Cloud Atlas /2004), considerado por muitos um livro "unfilmable."

    O projeto do filme foi desenvolvido por 04 anos, tendo dificuldade de encontrar apoio financeiro.

    Com US $ 102 milhões conseguido de fontes independentes "A Viagem" se tornou um dos mais caros filmes independentes de todos os tempos.

    O filme é particularmente pessoal para os Wachowski: Eles passaram anos tentando encontrar apoio de algum estúdio para o projeto de US $ 100 milhões, e, finalmente, o fizeram como um filme independente, recolhendo o dinheiro de uma lista de apoiadores internacionais, e colocando seu próprio dinheiro, quando algum financiamento caía no último momento.

    Muitas vezes o filme quase foi abandonado por falta de recursos financeiros, mas todos estavam tão entusiasmados pelo trabalho e pelo filme, que no dia que os atores deveriam voar para Berlim para começar os figurinos, os agentes dos mesmos ligaram aconselhando-os a não voar, a não entrar no avião, chamando-os de volta dizendo: "Eles não têm o dinheiro, o dinheiro não está acertado".

    Tom Hanks que definitivamente havia abraçado o projeto disse: "Eu estou entrando no avião." E então, uma vez que ele disse e foi entrar no avião, basicamente, todo mundo disse: "Bem, se Tom está no avião, nós estamos no avião”. E assim todos decidiram embarcar e fazê-lo, todo mundo voou [a Berlim para começar o filme]. Foi assim grande salto de fé.

    Tom Hanks acertou em sua decisão. Ele está perfeito em todos os papéis que representa, demonstra nitidamente todas as diferenças entre eles. Perfeito!

    Aliás, todos se saíram excepcionais. Hugh Grant

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    e seu canibal alucinado

    ficou ótimo.

    Maquiagem excepcional e trilha sonora lindissíma.

    Com determinação, entusiasmo e sacrifícios esse foi o início de “A Viagem".

    O personagem principal do filme é a humanidade.

    Seis histórias ligadas uma após a outra

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    por informação, seja essa repassada via: livro, partituras e cartas, manuscrito, filmes ou mensagens digitais.

    Filme que fala sobre reencarnação, carma, consequências e mudanças de atitudes positivas ou negativas tomadas por seus personagens no decorrer de cada vida e em cada época.

    Todos os personagens possuem o livre arbítrio em suas escolhas, tanto para o bem como para o mal, definindo o seu futuro. Nessas escolhas ocorre ou não um aprimoramento da alma tornando uma pessoa melhor por boas ações ou uma pessoa pior a cada reencarnação.

    Basicamente o que podemos perceber é que as almas podem evoluir e mudar com o passar do tempo e das reencarnações ou não.

    "E por cada crime e cada bondade renasce nosso futuro."

    Além do que foi explanado, podemos notar no filme, pinceladas do conceito filosófico de Nietzsche com sua Teoria do Eterno Retorno, onde se propõe um universo, que não avança cronologicamente e sim apenas se repete, uma e outra vez. Mitchell em seu livro também se apoiou em outra teoria de Nietzsche que é a da Vontade de Poder. Utilizando muitas vezes um discurso aberto nietzschiano, Mitchell examina a natureza predatória dos seres humanos e o desejo de ambos; os indivíduos e as facções para consolidar e acumular poder, independentemente do custo.

    Apesar disso, de conter nuances e ideias filosóficas, a ideia de ser um romance sobre reencarnação não deve ser descartada analisando as declarações do autor do romance.

    David Mitchell disse em "Book Club" na BBC Radio:

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    "Literalmente todos os personagens principais, exceto um, são reencarnações da mesma alma em corpos diferentes ao longo do romance identificados por uma marca de nascença... Realmente, esta é apenas um símbolo da universalidade da natureza humana. O título por si só "Cloud Atlas", a nuvem refere-se às manifestações em constante mudança no Atlas, a qual é fixada a natureza humana, que é sempre assim e sempre será. Então, o tema do livro é predacity, os caminhos individuais e os custos dos indivíduos, os grupos sobre grupos, nações sobre nações, tribos em tribos. Então apenas peguei esse tema, e em um sentido de que reencarnam, esse tema fica em outro contexto... " -

    Partindo dessa informação do autor,

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    acredito que o personagem que o autor do romance se refere como o único que não é a reencarnação da mesma alma é o Timothy Cavendish.

    Então porque ele possui a marca? Em minha opinião, é pela razão de que sua nova ideia de liberdade e liberdade para os outros, acabou influenciando após muito tempo uma nova geração, mostrando o conceito de que a natureza da tirania vai contra o instinto básico humano de liberdade.

    Todos que possuem a marca; tem uma força do bem que pode ver além das diferenças superficiais de raça, orientação sexual e da engenharia genética, que valorizam a liberdade e a vida, são representados por vários atores, os quais possuem a marca de nascença: nascimento abolicionista Adam Ewing, o Frobisher compositor, jornalista Louisa Rey, Sonmi e Zacharias.

    Todos que tem a marca apresentam um amor independente de raça, cor, crença ou orientação sexual.

    Aqueles que possuem a marca tem em sua natureza ou "alma", algo que vai contra as ideias convictas e convenções de uma sociedade ou moral da mesma, que seria correta para uma maioria dominante, mas que na verdade vai contra os princípios básicos de liberdade, amor ao próximo e a vida.

    Um filme para ser assistido no mínimo duas vezes, e a cada revisão brotam novas ideias e concepções na mente.

    Esse filme é um presente para a humanidade definitivamente.

    Quanto a não ser indicado a nenhum Oscar, não é de hoje que a Academia comete injustiças. Essa é apenas uma delas.
    Merecia concorrer pelo menos em 06 indicações: melhor trilha sonora, melhor roteiro adaptado, melhor maquiagem, melhor ator: Tom Hanks, melhor filme e melhor diretor.

    Abraços a todos do Filmow

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  • Gabriele Cravo

    Nuances e detalhes de uma farsa bizarra e perturbadora baseada em fatos reais.

    Revoltante, enervante e chocante. Total absurdo toda essa credulidade e obediência!

    Em sua estreia no Festival de Cinema de Sundance dezenas de cinéfilos saíram dizendo que o filme foi explorador e misógino.

    Em uma sabatina, alguém disse ao diretor Craig Zobel :

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    "Estupro não é entretenimento"

    Apesar de ter sido vaiado e considerado de gosto pouco duvidoso por muitos, esse filme tem sido bem recebido pela crítica no geral.

    Um filme difícil de assistir que não te deixa indiferente quando termina. Impossível não sentir indignação, raiva, inquietação e até desgosto. Uma brincadeira com consequências terríveis.

    Vi alguns dizendo que o filme não é crível o bastante em seu roteiro, pois infelizmente, para desespero geral foi exatamente assim que os fatos ocorreram.

    Outros dizem que tem um vídeo com 09 minutos do que foi a verdadeira história. Erro grande pois a vítima passou tudo isso por 03 horas e meia.
    Uma lástima!

    As consequências do caso real para quem tiver curiosidade:

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    O mais absurdo nisso tudo, foi que o responsável pelo trote David R. Stewart, casado e pai de cinco filhos, saiu ileso disso tudo. No julgamento depois de duas horas de deliberações foi constatado que não haviam provas suficientes para convencer o júri.

    O caso ocorreu em 09 de abril de 2004 e David R. Stewart ainda é suspeito de ter feito mais de 130 ligações desse tipo.

    A gerente Donna Summers cumpriu um ano em condicional por prisão ilegal além de ter sido demitida do Mc Donald´s e o ex-noivo dela Walter Nix cumpriu cinco anos por abuso sexual e cárcere privado.

    A vítima fez tratamento para depressão pós-traumática com terapia e antidepressivos. Três anos após o crime, ela entrou com pedido de indenização contra o Mc Donald´s no valor de US $ 200 milhões alegando que a empresa não a protegeu em sua provação, pois a empresa sabia sobre os trotes, visto que se defendia de processos em outros 04 estados, dois anos antes desse caso.

    O julgamento civil começou em 10 de setembro de 2007 e terminou 05 outubro de 2007, aonde na sentença a vítima recebeu US $ 5 milhões em danos punitivos e mais de US $ 1,1 milhões em danos compensatórios.

    Donna Summers também processou Mc Donald´s por não avisá-la das brincadeiras anteriores, pedindo US $ 50 milhões. O júri que indenizou a vítima do caso, também concedeu US $ 1 milhão por danos punitivos e US $ 100.000 por danos compensatórios para Donna Summers.

    Mc Donald´s recorreu e em 20 de novembro de 2009, o tribunal de apelações manteve as condenações e a indenização da vítima mas reduziu o prêmio punitivo dado a Summers para US $ 400.000.

    Reportagem completa

    Aos cinéfilos que tiverem nervos fracos fujam desse filme.

    Eu depois de assistir ainda fiquei por muito tempo me perguntando como isso pode ter acontecido... Absurdo!

    Abraços a todos do Filmow

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  • Gabriele Cravo

    Uma cidade (fictícia) inteira de nome Frair com mais de 500 habitantes, desaparece em 1940 quando depois de abandonarem seus bens, resolvem seguir rumo ao norte por uma trilha desconhecida em busca de novas terras, após a Grande Depressão nos EUA.
    Quando os moradores saem em busca do desconhecido nomeiam a trilha como Yellow Brick Road em homenagem ao seu filme favorito na época "O Mágico de OZ" de 1939.
    Metade dos corpos foram encontrados congelados e mutilados, a outra metade continua desaparecida, somente um único sobrevivente foi encontrado, desorientado, falando sempre sobre um som que não deveria ser ouvido e nada mais. Nascendo então uma lenda, sobre o que de fato tinha acontecido com aquelas pessoas.
    Nesse momento um time de pesquisadores; alguns com experiência de sobrevivência ao ar livre, preparados com tecnologia, câmeras e até apoio psicológico, vão tentar fazer a lenda virar história, tentando encontrar a trilha aonde tudo aconteceu, a procura de saber respostas e possíveis explicações de que aconteceu a todas aquelas pessoas.
    Se você gosta e quer ver um filme, com muito sangue e tripas a vontade, monstros demoníacos, caipiras psicopatas, adolescentes estúpidos tomando decisões mais estúpidas ainda, sendo logo após punidos por "um ser anencéfalo mega master puppet from hell" esse não é um filme que irá te agradar.
    Felizmente, apesar de dar uma primeira impressão que o filme vai ser uma cópia de Bruxa de Blair, isso não acontece. Graças por não ser filmado em primeira pessoa. Funcionou na Bruxa mas aqui seria UHODOBOROGODÓ!
    Segue mais o estilo de "A Nona Sessão" e para quem curtiu, pode gostar talvez desse estilo também. De acordo com o diretor Andy eles se inspiraram em clássicos de terror de ritmo lento como "O iluminado", "O Bebê de Rosemary", "Carrie" e "Amargo Pesadelo". Para ele esse filme vai entrar nas prateleiras como um "Mindfuck".
    Analisando apenas:
    Filme com um ritmo propositalmente lento, valorizando o terror psicológico centrado nos personagens e construído dentro daquela atmosfera,

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    aonde os mesmos vão se deteriorando mentalmente quanto mais avançam na trilha.


    Quais os limites que se pode chegar ou cruzar quando se vê em uma situação desesperadora,
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    perdidos, com recursos se esgotando, toda a tecnologia levada por eles começa a falhar e sem a mínima ideia de onde estão e como farão para voltar. Mentes enlouquecendo, pessoas normais ponderando entre suicídio e homicídios, a loucura se alojando em cada um deles, ao som de uma música anos 30 ecoando entre as árvores, que quanto mais avançam na trilha, mais alta e desagradável ela fica.
    A música é importante no filme, pois é a primeira coisa que nos indica de que há algo errado ali e é a mesma que gradativamente vai levando os personagens além dos limites da sanidade.


    Possui efeitos sonoros e estratégia visual super bacanas.
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    A ideia de fazer uso do som como arma sobrenatural foi muito interessante.


    Mas apesar disso tudo... Somente isso não faz um bom filme.
    Infelizmente tiro duas estrelas e meia,
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    uma pela dispensável cena de mutilação do irmão na irmã, teria sido mais interessante se tivessem mantido a proposta do filme, e outra pelo final que nos deixa com cara de WTF e meia pelo capeta travestido de luvas amarelas.


    Li sobre várias opiniões sobre o final ser:
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    uma alusão às portas do inferno, ou a realização do pesadelo da mulher dele; algo do tipo como buscou o inferno você achou, e outras interpretações de que o final era para dizer que todo o filme não passou de um pesadelo do pesquisador principal que conseguiu as informações da época.


    A ideia do filme foi bem interessante, mas pecou demais em renegar toda a história de 1 hora e quarenta minutos
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    se for pensar aquele final tosco pseudo "abstrato" de que tudo não passou de um pesadelo ¬¬.


    Cabe inúmeras interpretações ali? Possivelmente alguns tenham tirado várias ou outros tenham pensado em roteirista mutilado pela ação daquela música torturante e desagradável. Disputando a tapas qual das duas seriam a opção mais adequada.
    Em minha opinião, se os diretores queriam deixar um final com margens para a nossa imaginação ou interpretação, que pelo menos por consideração a quem vai assistir ao seu trabalho, nos dessem mais informações sobre a história em si.
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    Teria sido mais interessante, se deixassem o final igual ao que aconteceu com a população desaparecida, sem explicação, sem conhecimento, um vácuo mesmo. Bem como o doido sobrevivente relata, isso seria bem mais coerente do que aquele pseudo capeta com luvas amarelas ¬¬.


    Na tentativa dos diretores de fazer de Yellow Brick Road um "Mindfuck" e mediante isso, como não temos qualquer informação relevante sobre o que de fato aconteceu aquelas pessoas, podemos tomar vários caminhos nesse filme com esse final. O que se encontra no final da trilha para quem assistiu ao filme?
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    1- Não entender patavinas e ser tomado por uma raiva crescente para trucidar o diretor, atores, elenco, roteiristas e afins com críticas negativas e palavras matando o filme, como o irmão matou a irmã.
    2- Se consumir pela culpa de ter assistido ao filme sabendo que essa escolha foi unilateral ao ponto de jogar qualquer coisa aproveitável do mesmo em um penhasco, como a garota que comeu todo o doce.
    3- Racionalizar o tempo todo e mesmo assim no final desistir, como o psicólogo que se matou.
    4- Encher a cara e ficar doidão para entender o sentido do final do filme, como o casal das frutinhas alucinógenas.
    5- Assistir todo o filme para entender o sentido, esperando que vá decolar, tentar encontrar e seguir as pistas inexistentes do roteiro, trilhar na web comentários sobre algum sentido naquele final e como o último cara... Não encontrar absolutamente sentido ou coerência alguma daquilo com o restante do filme.


    Acredito que alguns diretores deveriam rever o conceito de "Mindfuck" - termo que também é utilizado para referir-se a filmes que usam a desorientação para levar a um final totalmente inesperado, mas coerente com o resto do filme por meio de pequenas pistas sutilmente apresentadas no decorrer do filme. Como exemplos: Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças, The Jacket, The Machinist, etc.- Wikipédia"
    Como tenho pavor de pessoas que quando se veem em uma posição de melhor análise dizem, esse filme é para quem tem sentimento, esse filme é para pessoas inteligentes... Blábláblá.
    Vamos ao que interessa como entender esse filme?
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    Simples eles estão todos mortos desde o começo do filme!
    Como nem todo mundo sabe, tem vontade ou quer saber, ele se baseou na Divina Comédia de Dante.
    Todos estão no purgatório


    Abraços a todos do Filmow

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  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/

  • Jamal Singh
    Jamal Singh

    Bem vinda Gaby! Trabalha no meio ou é fã? Ou as duas coisas?

  • Cauê
    Cauê

    Mas está mais do que aceito o seu pedido de amizade. Eu fiquei com vergonha de pedir. <3~~ Mas tu não pode parar de escrever não, seus coments são maravilhosos! hahaha
    Obrigado e um ótimo final de semana pra você. no momento dando uma fuçada nos seus favoritos. ~~

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