Você está em
  1. > Home
  2. > Usuários
  3. > gomesvini
26 years
Usuário desde Janeiro de 2016
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum

Últimas opiniões enviadas

  • Vinícius Gomes

    Li uma teoria muito interessante de que

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    não necessariamente o presente é "resultado" do passado. Na verdade, o presente e o passado acontecem simultâneamente, então um fato do passado só altera o presente a partir do momento que acontecer (por isso o pai, mesmo tendo sido assassinado pela killer em 1999, existia em 2019 e só "desapareceu" quando efetivamente foi assassinado em 1999). Caso o presente fosse mero resultado do passado, ele nunca teria a cena com a filha no carro, já que, mesmo não tendo sido no incêndio, ele morreu em 1999. Assim, faz sentido pra mim que o diretor, no final, mostrou duas realidades paralelas (uma em que a mãe da protagonista sobrevive à queda e encontra a filha e outra em que a antagonista do presente teve acesso ao caderno antes da protagonista, foi à casa, atendeu à ligação de si mesma no passado e alertou sobre o que aconteceria, assim conseguiu matar a mãe da protagonista e o policial e manteve a protagonista cativa). Uma vez que 1999 e 2019 seriam simultâneos não teria o paradoxo "como ela ficou cativa 20 anos se atendeu o telefone pra alertar a killer do passado?". Ainda sobre o final, pode ser que na cena em que a mãe da protagonista pede um telefone e a antagonista diz que está quebrado ela já tinha tido a conversa consigo mesma do presente e, por isso, mentiu sobre o telefone. Assim, o final real seria o feliz (mesmo tendo falado consigo mesma no futuro, a antagonista não conseguiu ficar com o telefone o tempo todo, como determinado por si mesma) e o triste seria só um paralelo mostrado pelo diretor. Só que a ponta solta seria explicar o porquê de a antagonista, no passado, ter acordado após a queda da escada. Por outro lado, se o final real for o triste, a mãe da protagonista nunca conseguiu pegar o telefone e foi morta antes de derrubar a antagonista da escada. Só que se esse for o final real, a cena dela acordando após a queda da escada também não faz sentido de existir, já que ela nunca teria caído. A única maneira da cena da antagonista acordar após a queda fazer sentido é que , na realidade, ambas tenham sobrevivido à queda e que a antagonista tenha matado a mãe da protagonista após acordar da queda, aí faria sentido a mãe aparecer no semitério (enquanto estava viva após a queda) e depois desaparecer (por ter sido assassinada pela antagonista que acordou da queda). Só que se esse foi o final não faria sentido existir a cena da antagonista do futuro comunicar à antagonista do passado que ela poderia ser morta pela mãe da antagonista e o policial pois , mesmo a mãe da protagonista tendo jogado a antagonista da escada ela sobreviveu e matou a mãe da protagonista.

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Vinícius Gomes

    Um narrador sarcástico e sacana, no melhor estilo das comédias francesas, cenas abobalhadas e açucaradas de flash mob na rua, uma enxurrada de referências da música pop e um casal que, quando juntos, abre mão da maturidade... Toda essa fantasia me fez amar a primeira metade do filme.

    A segunda metade é completamente real e correlata às experiências que, em algum momento ou outro, quase todo mundo já viveu. Essa realidade me fez odiar a segunda metade do filme. Nota 5 e mais um na lista de favoritos.

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.

Este site usa cookies para oferecer a melhor experiência possível. Ao navegar em nosso site, você concorda com o uso de cookies.

Se você precisar de mais informações e / ou não quiser que os cookies sejam colocados ao usar o site, visite a página da Política de Privacidade.