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Últimas opiniões enviadas

  • Greg Ferraz

    Tirando algumas interpretações que, ou não conseguiram entender o personagem ou ainda não estão familiarizados com o estilo Ação Fantástica, a série foi uma grata surpresa.

    Me prendeu do início ao fim, presta um maravilhoso serviço ao Folclore/Fantasia brasileira que, todos nós sabemos, é riquíssimo. Durante muito tempo, nosso folclore não teve espaço diante do folclore estrangeiros (nada contra outras culturas, acho massa... Mas é bom que a garotada saiba que nossa também pode produzir esse tipo de obra - e ir, inclusive, além. Em outras mídias já domina.).

    Fábio Lago é a Estrela, aqui. Eu pensava que seria a Alessandra Negrini, sinceridade, mas aquele ultimo episódio... Que interpretação! Que Crescimento!

    O Roteiro tem alguns pequenos furos, paciência, a gente está começando nisso, esperar uma perfeição é, no mínimo, injustiça da nossa parte.

    Parabéns aos Diretores, Júlia Pacheco Jordão e Luis Carone!
    E muito obrigado a Carlos Saldanha por produzir uma obra nesse sentido.

    Quero mais.

    O Curupira daria um herói incrível, daria não!?

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  • Greg Ferraz

    Um Recado!!

    O Filme representa a quebra da Índia com o antigo Sistema de Castas que, de certa forma, gerou um grande problema estrutural da sociedade indiana. Com essa quebra, nasce o Tigre Branco, uma nova geração, disposta a romper com o padrão que os mantinham cada vez mais presos a (como o filme faz questão de dizer logo no início) maus hábitos de higiene e a completa aceitação a uma vida servil e sem a menor chance de acessão social.

    O filme traz, também, a mensagem implícita do novo papel dos países orientais na economia mundial da atualidade. É evidente que o diretor reconhece que, preso nas aspirações reacionárias da extrema direita, os países do ocidente estão, cada vez mais, ficando para trás nas corridas comerciais e tecnológicas enquanto, de modo contrário, os países orientais com Índia, Coreia do Sul, China e (até certo ponto) o Japão, parecem trabalharem em uníssono na busca do Redirecionamento Econômico Mundial que, como o filme também faz questão de dizer, passará a ser ditado por Amarelos e Pardos.

    Quanto a produção, o roteiro é empolgante e cria situações onde o tempo todo passamos a contestar a moralidade do personagem central para, logo após, acabarmos justificando tudo isso pelas diversas questões envolvendo a família dos patrões e, de certa forma, tornando aceitável (mesmo que por um curto período de tempo) todas aquelas atitudes.

    É uma Vendeta.

    Não contra a família dos Patrões, mas contra TUDO. Contra todo um sistema que faz com que pobre fiquem sempre mais Pobres (Barrigas Pequenas) e os ricos fiquem sempre mais ricos (Barrigas Grandes).

    Bom… Temos um grande concorrente ao Oscar de melhor filme? Não sei! Mas temos, talvez, o vencedor de melhor filme estrangeiro. Porquê concorrer, ele deve.

    Beijo no coração de todos.

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  • Greg Ferraz

    Realidade! Nua e Crua!

    É o que é esse filme.

    Estão se degladiando nos comentários sobre Canhota e Destra, Azul e Vermelho... com toda a polarização que é um sintoma da nossa sociedade atual. Não ligue pra isso!

    Esse filme é sobre 3 pessoas, que vivem suas vidas em uma família disfuncional americana (como muitas), e que estão lutando para se compreenderem, aceitarem-se, amarem-se.

    O filme, mais do que qualquer outra coisa, é sobre Perdão.

    O confronto com a realidade aqui, nos mostra que, muitas vezes, não temos poder para mudar tudo ao nosso redor. Que as vezes é necessário fazer um esforço para que nos amemos mais. Que muitas vezes, os que são ríspidos conosco querem, na verdade, nos colocar no melhor caminho... As vezes é necessário nocautear quem está se afogando, para salvar a sua vida "dada as devidas proporções".

    Um adolescente, com todas as suas falsas certezas, não tem a mínima noção do que é a vida, ele só consegue observar (em sua grande maioria), só consegue observar a sua vida diante do seu ponto de vista, sem exercer a EMPATIA para com os pais, avós, irmãos, amigos etc... E isso, muitas vezes, o faz crer que ele é a pessoa mais azarada do Universo.

    Esse filme é sobre alguém que para e percebe que não, ele não é a pessoa mais azarada do Universo. Ele é dono de si, e se as pessoas que são grossas, duras, repetitivas, negligentes com ele, o são por um motivo. Esse motivo pode ser desde uma frustração no passado, consigo mesmas, até uma visão muito maior do mundo que rodeia este adolescente. E, as vezes, deixar tudo as claras no primeiro momento, pode gerar muita dor.

    Então, perdoe, compreenda.

    Sua família é quem mais estará pronta para você, por mais desfuncional que ela seja.

    Sua família é quem de trouxe até aqui, seja com berros ou com carinho.

    Cada pessoa é um universo.

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