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38 years (BRA)
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No final do ano de 2013 eu peguei aquele livro “1001 filmes para se assistir antes de morrer” e resolvi tentar levá-lo a sério. Depois de ponderar por qual década começar escolhi os anos 60. Assisti aos 13 filmes do ano de 1960 e fui pra 1961... “Mas peraí!!! Como assim não tem A Fonte da Donzela do Bergman? E Acossado do Godard?’ (Algumas adições do livro contém o Acossado, na que eu peguei não constava).

Então resolvi ir um pouco além do livro e comecei a assistir todos os filmes que consegui pegar do ano de 1960. Foram 109 filmes, desses já assisti uns 80. Foi então que me veio a ideia de fazer este blog, para comentar os filmes que estou assistindo. As opiniões são pessoais, ninguém é obrigado a concordar com nada, é apenas um entretenimento. As notas dadas (na forma de estatuetas do Oscar) são as minhas notas, todos são livres para discordarem e discutirem.

http://oraculoalcoolico.blogspot.com.br/

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Últimas opiniões enviadas

  • Gustavo Campello

    Confesso que estava com o pé atrás para assistir este filme, quase três horas, tema religioso, personagem principal é um padre... vamos combinar que não é meu estilo. Mas o filme me surpreendeu positivamente, o roteiro divide o filme em vários momentos: A primeira parte onde Stephen tem que lutar entre fé e razão, a segunda onde tem que cuidar de um pastor enfermo, depois quando resolve se afastar da igreja, seguindo para o problema racial americano e chegando finalmente no início da II Guerra Mundial. O filme narra toda a trajetória de vida do personagem, de noviço até cardeal, e por mais que a atuação de Tom Tryon não seja digna de nota nos anais cinematográficos, achei que ele cativa em vários momentos. Romy Schneider com um papel fraco, aparece bem pouco, podiam ter trabalhado melhor e aprofundado de maneira digna sua personagem. John Huston rouba a cena, sendo inclusive indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante e vencedor do Globo de Ouro pelo papel. Um filme bem feito, com algumas ótimas reflexões, mas vale lembrar que não pode tratá-lo como uma história real, pois sabemos que a posição da igreja em relação ao nazismo não foi bem como demonstrada na película. Pensando no fato de distorções históricas, o filme acaba caindo bastante no meu conceito e ficando com uma nota mais baixa, e o diretor é bem famoso por distorcer fatos como já comentei no enfadonho Êxodo, achei este bem melhor que o melodrama de Israel, como entretenimento aconselho muito mais à assistir O Cardeal do que Êxodo, por exemplo.

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  • Gustavo Campello

    Um filme bem mais ou menos, a construção dos personagens, ou são clichês, ou são mal trabalhadas. Um apelo sexual completamente desnecessário para a história e uma diminuição das personagens femininas que não precisava acontecer, a personagem principal podia ter crescido muito se não fizesse somente o papel de tensão sexual entre personagens masculinos. Chet Baker salva o filme um pouco com sua música, com algumas sequências interessantes, mas é só isso, o filme não trás nada de novo, nem nada de bom que fique na memória. Daqueles filmes bem medianos que você não gosta nem desgosta.

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  • Gustavo Campello

    Tentei fugir de Natal este ano e peguei este filme, que se passa justo na época natalina. Um filme de baixo orçamento com tudo o que o gênero noir tem a oferecer, com vários clichês, porém utilizados na dose certa, de maneira correta. O tempo curto não deixa o filme apressado em nenhum momento e a narração ajuda bastante em seu desenvolvimento. Allen Baron dirigiu e atuou no papel principal de maneira muito honesta e convincente. Excelente cena no bar com o cantor tocando conga, mas acho que o final podia ser melhor.

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  • Helena Sophia ♡
    Helena Sophia ♡

    Olá, Gustavo. Ah, nós encontramos sempre alguém que tenha gostos semelhantes aos nossos, mesmo que essa pessoa more do outro lado do mundo. Não tenho por hábito debater a sétima arte, a menos que seja aqui, através do filmow. Como não assisto às cerimónias actuais nem venero os filmes enlatados, repletos de estímulos desnecessários, acabo por afugentar as pessoas e passar aquela ideia de que sou pedante. Eu gosto de uma boa história, mas também aprecio a sensibilidade para a cor, o jeito para tirar partido do espaço, o amor aos ângulos peculiares que, sem revelarem nada, conseguem desvendar tudo. Não deixes de ver aquilo que realmente te agrada e te instruí, nem de criticar aquilo que te parece passível de ser criticado. Vamos em frente, sempre! Cumprimentos de uma portuguesa.

  • Arthur Leano
    Arthur Leano

    Oi, Gustavo. Tu poderia me dizer onde encontrou pra baixar "A Ilha" do Walter Hugo Khouri? procurei bastante na net mas nada de encontrar...

  • Van
    Van

    Olá, Gustavo! Como você está?
    Peço o seu auxílio na identificação de um filme...
    assisti há bastante tempo a um filme transmitido
    na Bandeirantes, o mote é o seguinte:

    uma mulher parece ser prisioneira em uma casa, assim
    como outras pessoas; tenta escapar sem sucesso. É jovem
    e bonita; sedutor o homem que a mantém em cárcere privado.

    No final do filme, constata-se que se trata de delírio da mulher que
    é idosa, mantida em uma clínica e que recebe a visita do filho.
    As outras pessoas que estavam na casa, no delírio da mulher,
    são outros pacientes. O homem sedutor que a mantém sob custódia é o médico.

    Acredito que o filme foi rodado nos anos 60, pelo figurino.
    Obrigada
    Van