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Últimas opiniões enviadas

  • Gustavo Barros

    Esperei um ano após o lançamento desse filme que estava sendo inundado de elogios e inevitavelmente criei uma expectativa de que seria algo inédito e diferente do que estava sendo apresentado a nós pela DC. Esse ano esperando serviu justamente para me despir dessa visão, e não sei o quanto ela poderia ter me afetado sobre este filme que após terminá-lo se provou para mim completamente simples e indiferente, sem personalidade e emoção.

    A começar por esta paleta de cores estabelecida por Snyder no universo cinematográfico da DC que não combina com o tom ou a natureza do filme, que se beneficiaria muito mais de um estilo visual abordado no primeiro ato com cores vivas e brilhantes. O estilo visual desse universo torna as obras muito plásticas e cansativas visualmente, tirando a beleza das localidades e ressaltando outro grande problema do filme que é o uso exagerado de CGI e Slow Motion, sério que era necessário tudo isso?

    O roteiro é recheado de diálogos fracos e vergonha alheia, que realmente me tiraram de alguns momentos do filme. Assim como a falta de cenas de ação mais inspiradas, com enquadramentos e ângulos que explorassem melhor os movimentos, que mesmo possuindo boas coreografias não nos empolga o quanto poderia. Além de possuir o terceiro ato mais mal realizado que pudesse ser feito, como se fosse parte de um outro filme. Os vilões também são mal explorados e não passam qualquer sensação de perigo ou urgência, sendo completamente esquecíveis e genéricos.

    Como fator de entretenimento Wonder Woman se sai razoavelmente bem, não foi uma tortura assisti-lo mas também não foi uma experiência prazerosa. A dinâmica de Gal Gadot e Chris Pine é crível e boa rendendo alguns dos melhores momentos do filme. O humor do filme é ok mas em nenhum momento me fez rir. O longa tinha um potencial enorme em mãos mas acabou se perdendo no que queria se tornar e com o que poderia alcançar, outra obra pode valer mais seu tempo mas não desrecomendo.

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  • Gustavo Barros

    Infelizmente chegamos ao terceiro e último filme da trilogia, e o questionamento que temos antes de começa-lo e que sabemos que será abordado no filme é de o quanto um amor pode durar, se esse conceito é apenas uma fantasia ou pode ser algo concreto e alcançável. Mas o assunto não é apenas abordado, mas sim redefinido e exposto de uma forma agridoce, que sinceramente ao término do filme eu não sabia ao certo como me sentir, o ponto não é de concordamos com o que nos foi exposto mas sim de entender o que levou aqueles personagens a dizerem e agirem daquela maneira.

    Novamente às locações nas quais o filme se passa são belíssimas, com enquadramentos que sempre deixam ambos os protagonistas ocupando quase o tamanho inteiro da tela nos mostrando que a relação deles é tão bela e grandiosa quanto os cenários mostrados. Planos extremamente longos e cortes muitas vezes lentos, deixando uma pausa antes de cortar de um rosto para outro, explorando muito a expressão de seus atores.

    O filme é uma constante que mesmo passando em apenas um dia, retrata bem como é a vida de um casal em um dia comum, de como de um momento de risada e descontração passa para um momento de briga e alfinetadas por conta de apenas uma palavra ou expressão utilizada no momento errado. Os diálogos continuam tão bem escritos quanto nos dois filmes anteriores, mostrando que a essência dos personagens não mudou, porém o tempo faz com que eles amadureçam e mudem sua crenças e pensamentos mesmo que um pouco.

    A obra estava caminhando para ser uma das minhas favoritas, até o momento da cena do quarto que segue para o final do filme, que depende muito de gosto e por conta de minhas opiniões e visões, não pude deixar de me incomodar com o que estava acontecendo, acredito que ela destoa com a mensagem que o filme estava se propondo a passar. Além de ser um pouco arrastada demais, mesmo que anteriormente todas as cenas acabassem assim que pensássemos “acho que essa cena poderia acabar agora” e logo em seguida elas se encerravam, esta cena final não, sua extensão e motivação para existir não me convenceram e diminui a qualidade do filme significantemente.

    Mesmo assim Before Midnight é um excelente e um ótimo encerramento para essa trilogia magnífica, e foi o filme que mais me emocionou dentre os três. Não me esquecerei tão cedo dessa história e muito menos desse casal, recomendo a todos.

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  • Gustavo Barros

    Se conectar em um nível intelectual e sentimental com outra pessoa é algo raro, e perder esse alguém pode ser algo doloroso e difícil de se esquecer. Imagina guardar este alguém em sua mente por 9 anos, isto te privaria de novas experiências e de se relacionar com outras pessoas que poderiam ser tão boas quanto. E isto é algo que este filme trabalha muito bem. Por quanto tempo um amor pode durar e como lidar com essa constante expectativa de voltar a ver esta pessoa que tanto lhe marcou.
    Tecnicamente o filme não é lá um grande espetáculo, mas ele é muito bem filmado, com planos sequências compridos que juntos deste roteiro excepcional dão uma leveza e naturalidade à obra, que considero superior ao primeiro título da trilogia. Os diálogos que abordam todo e qualquer tipo de assunto são interpretados magistralmente por Ethan Hawke e Julie Delpy que trazem aquela mesma química palpável presente no primeiro filme, me fazendo pegar sorrindo vendo a interação entre os dois.
    Todo assunto abordado no longa poderia render inúmeras discussões e momentos filosóficos, e a maturidade que esse filme trata a situação em que ambos os protagonistas se encontram é de uma beleza tocante. Tudo é tratado calmamente sem qualquer tipo de pressa ou forçamento de barra, tudo vem no momento certo e naturalmente. Como isso pode ser só atuação?
    Um filme belíssimo que definitivamente não serão todos que irão gostar ou apreciar, o final do filme é extremamente preciso para acontecer naquele exato momento em que pensamos “o filme poderia acabar…. agora”. Recomendo a todos.

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  • Ninfa
    Ninfa

    Opa Gustavo como vai?....... Espero poder continuar lendo seus comentários transcendentais que nos levam a enxergar outra perspectiva, bela e límpida. Como se você conseguisse dialogar telepaticamente com o diretor, passo a compreender nuances dos filmes vistos 1,2 ou mais vezes com mais detalhes, como que você pudesse girar um caleidoscópio da percepção cinematográfica. Em filosofia damos a isso o nome de estética, e, talvez sem querer, você já trabalha com ela em suas resenhas.