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Últimas opiniões enviadas

  • Herval

    "Barbarella ajudou a consolidar uma mudança no papel da mulher nas HQs. Quando surgiu, em 1962, os quadrinhos ainda viviam a onda conservadora que se fortaleceu nos anos 1950. A personagem de Jean-Claude Forest encarava suas aventuras de ficção científica combinando um ar meio trash e uma sensualidade até então sem igual.

    A heroína não tinha o menor pudor de usar o seu corpo escultural para se livrar dos problemas. Dormia com aliados e inimigos, tomava a iniciativa sem cerimônia, estava no comando de si."

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  • Herval

    Na forma, almeja ser o Cidadão Kane brasileiro, mas se assenta numa miríade de cacoetes televisivos. E seu conteúdo, infelizmente, não é menos decepcionante que qualquer biografia produzida pela Globo Filmes.

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  • Herval

    Viajar, conhecer, conhecer-se, perder-se: a complexa jornada de um homem comum que encontrou seu trágico fim no Malawi, após passar por vários países em dois continentes visando "se preparar para um estudo envolvendo políticas públicas voltadas para nações pobres".

    Como qualquer um, Gabriel Buchmann tem suas contradições. Entre nobres aspirações intercalam-se momentos de egoísmo e até machismo com a namorada. Ora é respeitoso e interessado pelo próximo, ora é tomado pela soberba e arrogância. Não quer ser visto como o turista típico, mas carrega um guia da Lonely Planet a tira colo. Evidentemente há uma preocupação do cineasta em equilibrar vícios e virtudes, em não canonizar seu protagonista, contudo talvez tenha faltado sutileza nalguns momentos, trabalhar mais com as áreas cinzentas.

    Tanto quanto a honestidade com que retrata o amigo, surpreende na abordagem de Fellipe Barbosa a sensibilidade com que olha para as figuras humanas, ressaltando o abismo sociocultural sem explorar a miséria. É nítido o esforço de representar aqueles povos que estão a um oceano de distância de nós em toda sua diversidade. E contribui muito para isso a decisão de trabalhar com não-atores, pessoas que conviveram com o próprio biografado ao longo de sua estadia na África.

    Os depoimentos, embora prejudiquem a imersão, oferecem um contraponto interessante entre o rapaz simpático e bondoso do voice over e aquele da egotrip autoilusória. Borram-se as fronteiras do espaço diegético e assim a história narrada ganha outra dimensão.

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