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Últimas opiniões enviadas

  • Felipe Scavo

    Confesso que, ao terminar “O Despertar da Força”, fiquei bastante receoso com o episódio 8 da franquia “Star Wars” por conta da troca de diretor: achei que Rian Johnson não seria capaz de entregar um material à altura. Felizmente ele me provou o contrário. Foram tantas reações, arrepios, durante “Os Últimos Jedi” que realmente me faltaram palavras. Johnson não abandona os elementos que fizeram Star Wars ser Star Wars, mas é inteligentíssimo ao incluir algumas coisas novas, diferentes, inovadoras que transformam o filme em uma obra única.

    O Episódio 8 conta com um tom bem mais sombrio do que “O Despertar da Força”. O roteiro trabalha muito bem os personagens e o desenvolvimento dos mesmos. Especialmente no que diz respeito a Rey e Kylo Ren, que protagonizam cenas memoráveis – com destaque, claro, para aquela que toma lugar em um cenário vermelho que quase me fez ter uma convulsão, de tantos arrepios que senti. Daisy Ridley defende a personagem com maestria, ilustrando bem o conflito interno que ela enfrenta. Adam Driver igualmente hábil na composição de Kylo Ren e como jamais deixa o personagem soar piegas, caricato ou previsível.

    Luke ressurge potente, apesar de estar bem mais velho, exala segurança e “força”, também bem defendido por Mark Hamill. Finn é o único que soa mais “avulso”, digamos, com um arco bem mais fraco em comparação ao longa anterior – embora sua companheira de cena, Rose, seja uma adição interessantíssima. Poe segue sendo um personagem icônico e admirável (mais ainda por constatarmos que ele é, sim, falho). E as cenas com Carrie Fisher foram ótimas e dolorosas por sabermos que este é o capítulo final dela.

    O primeiro ato de “Os Últimos Jedi” é meio agridoce. Mais lento do que poderíamos esperar e sem grandes alterações na história. Felizmente, quando a coisa muda (na cena do cenário vermelho que já citei), o longa engrena de uma maneira que fica até difícil de acompanhar sem deixar passar nenhum detalhe. São muitas reviravoltas, muitas informações e uma ação desenfreada que se sobrepõe totalmente ao problema de ritmo do primeiro terço. Além disso, a história que estão contando neste capítulo é imprevisível, principalmente no desfecho quando não deixa muitas ideias do que pode vir a seguir.

    Não há o que dizer sobre os efeitos, direção de arte além disso: EXCEPCIONAIS! Este é o filme mais lindo de “Star Wars” do ponto de vista estético. Vários cenários impressionantes – achei foda aquele da guerra cujo branco se tornava vermelho ao toque. Trilha sonora de John Williams sempre impecável e marcante.

    Enfim, é um FILMAÇO, além de ser muito promissor para o futuro da franquia, para o desfecho desta história em específico. Vem, 2019.

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  • Felipe Scavo

    Fechou perfeitamente bem a trilogia “Planeta dos Macacos”, a qual me tornei fã. Este é um filme intenso. É emocionante, possui cenas de ação na medida certa e acima de tudo: é absolutamente reflexivo. Faz você pensar.

    Com uma narrativa excepcional, o roteiro se preocupa em desenvolver bem seus personagens e nas relações entre eles ao passo que avança com a trama de forma coerente, sem jamais fazer o público perder o interesse ou deixar de imaginar o que está por vir. Os efeitos especiais são fundamentais neste quesito, já que Caesar e seus companheiros em nenhum momento parecem irreais, muito pelo contrário. É fascinante a habilidade dos produtores na criação dos primatas.

    Dito isso, Andy Serkis certamente merecia uma indicação ao Oscar (não vou me surpreender caso consiga) por sua composição do protagonista, desde os maneirismos até as expressões silenciosas que gritam os sentimentos de Caesar sem que ele precise escancará-los com sua fala. Já Woody Harrelson, o segundo grande destaque de “A Guerra”, dá vida ao Coronel com segurança e de maneira até assustadora, levando em conta a forma como ele acredita que o que faz é o correto e que ninguém ouse contrariá-lo.

    Esteticamente perfeito, com uma trilha sonora arrebatadora e uma direção objetiva de Matt Reeves, “A Guerra” fecha a trilogia de forma emocional, sempre evocando a mesma pergunta: Afinal de contas, o que é a humanidade?

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  • Felipe Scavo

    Não estava muito animado pra conferir o filme porque, até então, não tinha me empolgado muito com os filmes solo do Thor – em especial “O Mundo Sombrio”. E é uma sensação maravilhosa quando você vai conferir algo com expectativas baixas e sai totalmente realizado. De longe, “Ragnarok” é o melhor filme da trilogia e certamente figura entre os melhores já lançados pela Marvel nesses últimos anos.

    Gostei do roteito e da estrutura para desenvolver e contar a trama. A história, além de interessante, foi turbinada com vários acontecimentos diferentes acontecendo no meio do caminho – e até mesmo os momentos que pareciam não ter ligação com o plot principal, no fim renderam alguma coisa. Não é um filme de ação desenfreada: claro que temos excelentes momentos de luta (Hulk vs. Thor, por exemplo, e a grande batalha final que foi FODA demais), mas o roteiro é centrado e sabe onde quer chegar. Como de praxe, várias piadas são introduzidas ao longo da narrativa, algumas que funcionam, outras que soam absurdamente forçadas. Mas não achei a dose exagerada. O alívio cômico esteve presente tanto quanto nos outros filmes da Marvel. Além disso, souberam mesclar bem a comédia com o drama: “Ragnarok” possui uma carga dramática bem intensa, em especial no terceiro e último ato.

    Chris Hemsworth interpreta Thor com carisma e se diverte à beça com o texto. Domina bem os momentos cômicos e é hábil ao evocar o sentimento de dor e raiva do personagem sem precisar abrir a boca. Cate Blanchett consegue roubar a cena nas cenas em que aparece, deu um tom apropriado para a vilã Hela (que já se tornou uma das minhas favoritas da franquia Marvel). A personagem da Tessa Thompson talvez tenha o melhor desenvolvimento entre todos, já que é introduzida como uma pessoa bêbada que não liga pra nada, e logo se transforma numa mulher guerreira e vingativa – e a interação que ela tem tanto com Thor quanto com Hulk funciona perfeitamente bem. Tom Hiddleston cumpre com seu papel como Loki, divertindo na medida certa. Rever Mark Ruffalo na pele de Bruce mais uma vez foi satisfatório. E Jeff Goldblum fecha os destaques como o excêntrico, mas diveritdo, Grandmaster.

    A fotografia foi um acerto à parte. Design de produção inspirado, com cenários criativos e ricos em detalhes – o planeta comandado pelo Grandmaster, por exemplo. E a trilha sonora também foi um dos pontos altos.

    Enfim, é um filme que certamente vai divertir aqueles que gostam do gênero.

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  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/

  • Pedro Douglas
    Pedro Douglas

    Pequeno esclarecimento sobre a solicitação de amizade
    Tinha você adicionado aqui antes. So entrava no filmow automaticamente pelo navegador, acabou que ontem pediu a senha e não lembrava. Animei de criar outra ontem e hoje achei a senha anotada em um rascunho, hahaha. Praticamente tive a noite de ontem perdida, então vou excluir a antiga e usar essa nova!

  • Maíni Yam
    Maíni Yam

    Poxa, obrigada pela recomendação :D vou dar uma olhada então, hehe. Aliás, vi que "The Book Of Life" (Festa No Céu) está na sua lista de " Quero Ver", e já adianto que é maravilhoso!! A ideia de vida e morte chega até a ser indolor de tão lindo e fácil de lidar que fizeram parecer. Amo o filme e recomendo forte pra quando tiver um tempo, Hahah.