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✭✭✭✭✭ - Obra-prima
✭✭✭✭ 1/2 - +qd+
✭✭✭✭ - Excelente
✭✭✭ 1/2 - Muito bom
✭✭✭ - Bom
✭✭ 1/2 - Meia boca
✭✭ - Ruim
✭ 1/2 - Muito ruim
✭ - Pavoroso
1/2 - Consegui pensar em mais de 50 formas diferentes de suicídio apenas com objetos no meu campo de visão enquanto durava o filme

Últimas opiniões enviadas

  • Pedro

    É difícil dizer se a influência do tempo na obra de Lav Diaz é subestimada ou superestimada. Muito se fala da duração de seus filmes – o que normalmente me parece criminosamente reducionista -, mas talvez o cinema do filipino não seja “sobre o tempo”, ou não apenas isso, mas especialmente sobre sua utilização no projeto cinematográfico. A longa duração de seus filmes é um agente possibilitador de certas operações dentro da narrativa, como a trama construída pacientemente – mesmo que por vezes bem direta –, explorando personagens e situações que ficariam em segundo plano em filmes mais curtos. Há toda uma questão de imersão, de timing, de duração de cada momento, cada gesto, muito importante em seus filmes. A câmera estática de Lav Diaz em A Mulher Que Se Foi concebe cada plano como um universo particular de luz e sombra. Indivíduos à margem da sociedade, criaturas da noite, transitam entre os espaços delimitados por ela, como se presos ao embate entre claro e escuro construído pelo P&B. A associação entre o estado de marginalização dos personagens e as sombras, as trevas, a escuridão, é meio fácil, mas não deixa de ser válida nesse contexto. Já na casa das três horas de projeção, surge um dos momentos mais impactantes do filme, quando a calmaria dá lugar a uma câmera tremulante acompanhada de um som consideravelmente alto. Quase um jumpscare em um filme de takes longos, silenciosos e sem movimentos de câmera. Diaz praticamente só capta seus personagens à distância – e frequentemente envoltos pelas sombras -, como se importassem mais enquanto corpos gesticuladores e constituintes da mise-en-scène do que propriamente seres cujas expressões faciais operam como registros dramáticos, o que não diminui em nada o impacto do filme - muito pelo contrário -, um monumento.

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  • Pedro

    Winfried, ou melhor: Toni, é um emissário do caos. Ele surge para abalar o sistema, desafiar as imposições da sociedade, abrir os olhos daqueles consumidos pela rotina do capitalismo global contemporâneo. O sistema, deve-se dizer, não se desconstrói por meio de suas ações. Pois se há certa tendência autodestrutiva, ela não necessariamente tem a ver com a própria sustentabilidade política ou econômica, mas com um colapso moral, aquele responsável pela fragilidade das relações humanas, mesmo em tempos de globalização. Nesse sentido, Toni não é um mártir político cuja vida dedica a mudar o próprio sistema. Maren Ade, por mais idealista que pareça, não é ingênua e nem grandiloquente o suficiente para construir seu protagonista dessa forma. Toni nasceu com a necessidade de reconstruir laços humanos tão frágeis em meio a um momento político e econômico conturbado. Sua missão na terra é reaproximar Winfried e Ines. Essa é sua preocupação, mas talvez ele mesmo nem perceba a nobreza desse gesto. Em um mundo ironicamente dominado pela incomunicabilidade, o gesto primeiro de revolução é juntar os cacos à medida do possível, é buscar reconectar as pessoas. Nesse sentido, a relação entre pais e filhos é das mais primordiais, e portanto mais significativas. Aproximar pai e filha é dos gestos políticos mais nobres possíveis, é assumir que uma grande mudança parte dos pequenos detalhes, dos mínimos laços restabelecidos no caminho.

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  • Pedro

    O novo filme de Albert Serra encena uma espécie de iconoclastia radical e literal no que diz respeito ao sentido mais abrangente do termo (o de simplesmente destruir imagens, símbolos, independente de que ordem). Um filme sobre o processo da morte de uma figura imponente e simbólica; sobre a desconstrução da vida. E Jean-Pierre Léaud é perfeito para o papel por um motivo bem simples: é uma estrela, uma das figuras mais marcantes da história do cinema. Quando vemos Luís XIV, também vemos Léaud. Isso pode parecer óbvio, já que para muitos uma atuação consiste em sumir dentro do personagem, mas aqui me parece extremamente importante que o veterano interprete não apenas o Rei Sol, mas também a ele mesmo. São poucos os atores vivos qualificados para um papel desses, pois ele não depende apenas de talento, sutileza ou capacidade dramática - embora, claro, sejam fatores importantes -, mas de carisma. Um tipo de carisma especial, algo raro, que vai muito além de ter estrela; é ser estrela. Existe um star power, um carisma exigido de alguém que é o centro da ação (a atuação de Blake Lively em Águas Rasas, também de 2016, por exemplo); mas existe esse carisma especial que surge com a carreira, com a história, com a construção de um símbolo em si. Não é sumir no personagem e parecer o mais natural possível, é se perder dentro dele, se misturar a ele, dar camadas a uma composição que só poderia ser tão complexa graças a alguém que não só é um grande ator, como é uma grande figura, um símbolo, uma imagem. A Morte de Luís XIV é sobre o brilho de uma figura que não deixa de ser fascinante e imponente nem mesmo em seu leito de morte; que mesmo com um balbuciar quase inaudível ainda é capaz de definir os rumos de uma vida. Sobre um ícone que mesmo quando relegado ao canto do quadro, ainda é capaz de gerar reverência de todos, sejam personagens ou espectadores.

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  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/

  • weltanschauung
    weltanschauung

    Oi, eu assisti nesse site mas com a legenda em inglês
    http://kissasian.com/Drama/Linda-Linda-Linda/Movie?id=12413

  • Victoria
    Victoria

    alo
    tava stalkeando e aproveitei pra dizer: sdds
    teu filmow sempre tem só filmes bons, mds

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