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Nunca conquistei nada porque raramente fiz o certo, e se o fiz, foi acidente. (Isaac Alves)

Últimas opiniões enviadas

  • Isaac René Alves

    A palavra-chave aqui é Sensibilidade, o quanto você possui? A história que se desenrola é carregada de sensibilidade e retrata um homem de família que perdeu a sua, e que após a morte do irmão vê-se obrigado tutelar o sobrinho. Por duas vezes Patrick pergunta a Lee o porque dele não conseguir ficar na cidade, e nas duas tive a expectativa de que ele explodiria sobre o pensamento que, para mim, se engole cru:

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Ele matou os filhos naquela cidade, então não poderia voltar a viver ali.

    A trilha sonora é gostosa e veste muito bem as cenas contemplativas. Claro que Casey Affleck carrega muito do mérito com sua atuação rica, sólida no ponto do metal, de um homem culpado, que não consegue simplesmente deixar para lá. Toda cena aqui é para constituir a imagem de Lee Chandler, toda interação aqui é para embasar a vida de um pai sem filhos, e cada decisão tomada por ele sobre a vida de Patrick trata do desejo de ser um pai melhor do que foi, por isso seu comportamento modifica-se conforme as pessoas perguntam como ele e Patrick estão lidando com a morte de Joe, por isso os diálogos são tão fixos sobre família, criação de filhos e tratamento parental.

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  • Isaac René Alves

    Este filme segura uma força formidável, é como escorregar de volta para a imagem da realidade humana: te lembra o quanto a vida lhe soca forte no peito. Todos nós temos mães e pais, por isso sentimos tanto esse drama do pequeno Saroo, mas não tenho duvidas de que alguém que não teve pais detém uma oportunidade de leitura bem maior nessa história. A linearidade é ótima e a cinegrafia acerta em cheio nos quadros de memória que o protagonista acessa conforme a história progride. Os atores infantis dão um show e é impossível não desfalecer pela relação do jovem Saroo com seu irmão, Guddu. O tempo que Saroo gasta nas ruas e no orfanato tem um peso grande, e achei que a luta dele para reencontrar a mãe não seria bem retratada o suficiente, de modo que pudesse ficar em par com essa primeira retratação dele perdido em Bengali, mas foi bem acertado e o resultado é essa obra prima, esse presente para a humanidade.

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  • Isaac René Alves

    Um filme francês com protagonista-narrador, bons atores, romance e comida? Receita prum bom resultado. Com este meu comentário já se vai a 4ª retextualização, já que (1ª) Madame Bovary foi escrito por Flaubert em 1856, (2ª) Gemma Bovary em 1999 por Posy Simmonds, (3ª) o filme em 2015 e (4ª) esta minha anedota. E não poderia ser diferente com uma história tão singular, explorada de forma muito inteligente neste filme onde Martin Joubert (Fabrice Luchini) é o próprio Flaubert dando ações a Madame Bovary - Gemma (Gemma Arterton), no filme. O que me saltou os olhos foi a fidelidade da personagem com a personalidade da protagonista de Gustave Flaubert, a atriz entrega um ótimo resultado, ainda mais delineado pela cinegrafia. As cores são boas, o landscape é lindo e claro, a arquitetura hipnotizante. Um prato cheio para os literatos e admiradores.

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