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Últimas opiniões enviadas

  • Italo

    Durante um momento do filme, o protagonista, pai da criatura monstruosa, comenta que, quando criança, via aquele monstro gigante, Frankenstein, e achava ser este o nome da criatura. Mais tarde viria a descobrir que na verdade o famoso nome pertencia ao criador/doutor/cientista.

    Ou seja, uma troca de identidade (pela qual, creio, quase todos passaram exatamente assim). Uma espécie de metonímia. E ocorre algo similar com este filme. Aparentemente o vilão, o monstro, o perigo para todos reside na aberração recém-nascida. Mas – como em muitos grandes filmes do tipo – a sociedade é quem causa o maior mal. Poucos se importam com os pais. A ordem é matar a criatura. Policiais, a mídia, o governo, até uma enfermeira particular, todos se tornam parasitas.

    Resta ao pai, então, tentar proteger seu primogênito de ser contaminado por esses parasitas. Ao mesmo tempo em que lida com o rebuliço ao redor. A mãe, ainda atordoada pelo acontecimento, só quer seu mais novo filho de volta. E é nas feições do pai que se encontra o grande mistério do filme: desde o início ele concorda que o bebê deve ser exterminado, mas ficamos sem saber se é realmente isso que se passa por sua cabeça. Qual seu pensamento, durante o par de cenas em que lágrimas caem de sua face? Quer ele o seu filho de volta? Quer o seu fim? Não o fim pelos seus atos assassinos, mas poupar-lhe do mundo cruel com os que fogem dos padrões.

    Um suspense de horror autenticamente triste.

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  • Italo

    É difícil analisar de maneira crítica isso aqui devido ao fato de eu ter carinho pela franquia.

    No começo, várias dúvidas foram me surgindo, sobretudo relacionadas ao sexto filme, que eu deveria ter revisto. E também me fez lembrar e ter saudades da trilogia original e até de rever o "a noiva" - é o que menos gosto (e também o que vi uma vez só há muito tempo).

    E a história, bem, deixa tudo curioso por tantas pontas soltas e algumas situações que não aconteceram em nenhum filme anterior. É possível dizer que o espectador um pouco só familiarizado com a saga vai ser prendido pela curiosidade do que tá realmente acontecendo dentro daquele hospital psiquiátrico.

    Nos dois primeiros terços tava achando um dos melhores dos 7. Mas o terço final, quando tudo se "revela", não curti tanto. Principalmente a maneira como termina.

    Aí vem a cena pós-crédito, que deixa praticamente claro que vai haver outro filme. Agora a vontade é de ver todos de novo.

    Chucky não é tão icônico quanto Michael Myers, Jason ou Freddy, mas a franquia é a mais regular entre todos. gostou de uns três, já vai ter valido a pena ver todo o restante hahaha

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