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Valor de estrelas no Filmow (equivalente de estrelas no IMDb):

0,5 a 2,5 (1, 2, 3, 4, 5)= Ruim
3,0 (5, 6, 7)= Regular
3,5 (7, 8)= Bom
4,0 (8, 9)= Ótimo
4,5 (9)= Excelente

Últimas opiniões enviadas

  • João Krauss

    É um exemplo de filme cuja narrativa otimista e leve demais pra realidade não incomoda tanto graças ao fato de seu tema ser tão bem trabalhado, principalmente no aspecto sensível. Os personagens principais são adoráveis, principalmente o protagonista, interpretado pelo tão promissor Jacob Tremblay, a conexão sensível é estabelecida perfeitamente, o que faz as lágrimas caírem em realmente muitos momentos. Além disso, aborda de maneira justa - ainda que talvez um pouco utópica - um tema importantíssimo, transmitindo, assim, uma mensagem muito bacana.

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  • João Krauss

    Graças a Zeus o finalzinho deu uma guinada - do episódio 10 em diante - e tornou a série bem mais interessante do que vinha sendo. Antes disso, o visual - principalmente direção de arte - e os efeitos bem trabalhados não conseguiam balancear um roteiro falho, com diálogos toscos, decisões e saídas fáceis, oportunidades desperdiçadas, e uma falta de ritma notável. Eu, particularmente, não consegui criar vínculo com personagem nenhum, minha afeição por eles sendo motivada, no máximo, pelos atores que os interpretam. Jason Isaacs é o principal exemplo disso, mas também vale pro Doug Jones.

    Confesso que não tenho certeza se voltarei para a segunda temporada, mas veremos.

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  • João Krauss

    Como um fã de mistério e do estilo Agatha Christie, muito ansiei por esse filme e não consegui conter minhas expectativas. Infelizmente, o filme não é excelente como eu gostaria, mas de maneira nenhuma é ruim. O visual é deslumbrante, um ponto muito positivo, tendo alguns enquadramentos realmente incríveis. Com certeza algo a ser apreciado. Também gostei muito da introdução do Hercule Poirot, sua excentricidade e habilidade demonstradas antes da trama principal. Na verdade, acho que isso foi fundamental porque, na realidade, a genialidade do personagem me parece não muito bem demonstrada no decorrer. Apesar disso, é inegável a qualidade da atuação de Kenneth Brannagh, muito bem no papel principal tanto nos momentos mais característicos quanto nos emocionais. Inclusive, a questão do maniqueísmo - presente também na obra original - é tratada de uma forma bacana aqui, o que me faz gostar bastante do final e da carga dramática presente nele. Ademais, o elenco é absurdamente sensacional, como já era óbvio antes de assistir. Porém, mesmo já estando preparado pra presença dos atores, é ainda assim incrível vê-los aparecendo um a um e depois vê-los juntos em um só lugar. Além do protagonista, eu destacaria as atuções de Judi Dench - sempre incrível -, Derek Jacobi, Josh Gad e Willem Dafoe. O restante também não fica atrás, mas esses se destacaram pra mim.

    É óbvio que em histórias do tipo "Whodunnit" é sempre uma dificuldade estabelecer todos os suspeitos com a mesma profundidade e mesmo desenvolvimento. São muitos personagens, e isso é inevitável. Porém, mesmo assim, acho que esse filme falhou nessa parte, principalmente graças a um outro fator negativo: o crime, aqui, também não está desenvolvido da melhor maneira. O mistério não alcança todo seu potencial de gerar interesse, e a investigação, inegavelmente bacana, não chega ao nível que poderia alcançar. Dessa forma, os personagens suspeitos também são deixados de lado mais do que seria aceitável, o que é uma pena. Não só isso, esse pecado no desenvolvimento do mistério faz com que muitos acontecimentos, após sabermos a resolução, tornem-se um tanto quanto duvidáveis ou controversos. Creio que uns 20, 30 minutos a mais poderiam corrigir esse problema e ainda assim manter o ritmo bem bacana. Outra coisa que me chamou a atenção é que o filme possui algumas caricaturas do gênero detetivesco e do tipo mencionado acima, e devo confessar que não tenho certeza se gosto ou não disso.

    De modo geral, Assassinato no Expresso do Oriente é um começo competente para um novo universo de Agatha Christie no cinema, agora já totalmente confirmado. O visual caprichado e o elenco de ponta são características que espero que as sequências mantenham, pois são atrações secundárias mas que fazem a diferença. Ademais, esse filme aqui já provou a capacidade de ter tudo isso com um orçamento bem razoável. PORÉM, como nem tudo é perfeito, acho que esse filme tem uma falha - que me incomodou bastante - por ter ficado muito afoito na hora de criar o gancho para a sequência. No final, nosso queridíssimo Poirot é informado que houve um assassinato no Nilo, tema da trama da sequência. Acontece que, originalmente, o crime acontece com o detetive já presente, o que, na realidade, é fundamental nas investigações. Então, com esse gancho apressado e exagerado, criou-se um problema, que pode ser: 1- a história da sequência vai ser alterada de uma forma um tanto quanto prejudicial; 2- a coesão do universo vai ser prejudicada caso apenas escolham ignorar esse gancho e adaptem a história da forma mais precisa: com Poirot estando presente no momento da realização do assassinato; e 3- vão bolar alguma desculpa, provavelmente não muito crível ou só muito oportuna, para explicar esse pequeno e problemático gancho. De qualquer forma, minha ansiedade para novembro de 2019 já está alta: que venha Morte no Nilo!

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  • Any
    Any

    Oi! Já assistiu knife skills? Se quiser, me procura. Abcs

  • Any
    Any

    Obrigada por me aceitar!

  • Any
    Any

    Olá João! Já tinha ouvido falar sobre a série e depois de ler seu comentário, fiquei ainda mais curiosa. Não estou muito acostumada com torrent, mas vou verificar com amigos. Valeu pela dica!