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Últimas opiniões enviadas

  • João Felipe

    acho que eu finalmente descobri o que está no âmago desse filme que me causa tanta revolta:

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    a relação que é feita entre a morte metafórica do herói dos westerns com a morte real da Sharon Tate, como se os próprios valores da contracultura tivessem levado os dois assassinatos a cabo. Isso fica bem claro quando o roteiro modifica totalmente a motivação dos assassinatos da família manson para "vingança dos hippies que odeiam a indústria cultural".

    Para entender um pouco melhor a motivação dos crimes de agosto de 69, a relação de manson com hollywood, e a família manson de forma geral, recomendo esse longo porém conciso um artigo da vox: "the manson family murders, and their complicated legacy, explained"

    obs.: estava tentando botar o link do artigo no comentário, mas o filmow tá dizendo que é spam :(

    esse filme pelo menos tem o mérito de ser marcante, essa merda n sai da minha cabeça.

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  • João Felipe

    coisas que eu adorei no filme: a atriz mirim, a sequencia no spahn ranch e o cão

    coisas que eu odiei no filme: o filme.

    sintomas da megalomania, auto-indulgência, saudosismo e narcisismo que me inspiraram desprezo:

    o movimento de câmera super elaborado que passa por cima do letreiro de um drive-in, para encarar um projetor, que significa muito pouco
    a cena em que colocam o rick dalton no lugar do steve mcqueen num filme que ele quase protagonizou, que serve apenas para reforçar a relação conturbada do protagonista(?) com o sucesso e sua imagem, o que já estava mais do que bem estabelecido nesse ponto da narrativa
    a escalada do fetiche pedioso do tarantino. Nos seus filmes anteriores os pés femininos eram simples idiossincrasia, mas nesse eles tem tamanho destaque que vc esperaria que eles significassem algo! Pode esperar sentado, com os pés descalços e apoiados

    Uma decepção bem pessoal e irrelevante:

    por se chamar "era uma vez em... hollywood" e por tarantino adorar o Sergio Leone, achei que o filme teria intertextualidade interessante com Era uma Vez no Oeste e na América. (os seis meses do rick dalton fazendo western italiano não são nem intertextualidade nem interessantes.)

    é possível que eu mude de opinião, mas quando saí da sessão, e vi o cartaz de yesterday na sala vizinha, senti arrependimento e inveja. e esse sentimento é eterno :´(

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  • João Felipe

    O trabalho do Young como DP é originalíssimo, espero ver influências dele por aí em breve.

    Os editores equilibram os diferentes tons, ritmos e temporalidades muito bem. Sem falar no trabalho de formiguinha que deve ter sido esculpir as performances.

    Se eu tenho algo a criticar da minissérie, é a trilha original. Em diversos momentos, a sutileza dos atores é solapada por violinos melodramáticos. Me irritou de verdade algumas vezes. Por outro lado, as músicas escolhidas são ótimas, principalmente a versão de Moon River do Frank Ocean, chorei rios.

    O tema é essencial, como muitos já comentaram por aqui. Mas não pude deixar de pensar como um detento brasileiro deve achar graça em ver alguém sofrendo numa cela todinha para si. (Não quero fazer ranking de sofrimento. O que esses, e tantos outros meninos passaram foi monstruoso)

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  • Nenhum recado para João Felipe.

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