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29 years Manhuaçu - (BRA)
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HIV+, Designer, Artista e Budista.

Minhas paixões, interesses e coisas que gosto de fazer na vida incluem jogar RPGs, card games, jogos de tabuleiro e jogos digitais, assistir a animes e animações em CGI 3D, tocar piano e cantar, ler livros, correr, nadar e me exercitar na academia, bem como desenhar e pintar.

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Lista com animações (longa metragem) produzidas inteiramente utilizando CGI 3D (imagens tridimensionais geradas por computador). Exemplo de estúdios: Pixar, Disney, DreamWorks, Sony Animation, Illumination Entertainment, Blue Sky, etc.

https://filmow.com/listas/animacoes-em-cgi-3d-longa-metragem-l158602/

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- Para saber sobre os livros que leio: https://www.skoob.com.br/usuario/3009999-lupus
- Para saber as músicas que escuto: https://www.last.fm/user/Lupus_W
- Para conhecer um pouco dos meu desenhos e design: https://jonaslupus.myportfolio.com
- Para ouvir minhas composições musicais e arranjos: https://soundcloud.com/jonas-lupus-designer/sets
- Para ver meus vídeos aleatórios no YouTube: http://bit.ly/2OOOXIT
- Para saber mais detalhes da minha carreira profissional, basta acessar meu perfil do LinkedIn aqui: https://www.linkedin.com/in/jonaslupus/

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Após 9 anos dedicados ao desenho e a pintura em um Escola de Artes em minha cidade natal, me mudei para Curitiba para estudar Design na UTFPR, com dupla habilitação: Comunicação Visual e Projeto de Produto.

Ao longo da graduação tive a oportunidade de integrar o Movimento Empresa Júnior, onde desenvolvi competências na área de gestão e empreendedorismo, atuando no Dep. de Marketing. Essa experiência me possibilitou um estágio em Marketing Digital posteriormente.

Também realizei um intercâmbio na Finlândia para estudar Design & Desenvolvimento de Jogos na Universidade de Ciências Aplicadas de Oulu (OAMK), focado no desenvolvimento de startups. Concentrei-me na área de Marketing e Negócios de Jogos, o que me permitiu realizar um curto período de estágio em uma empresa de Game Publishing lá.

Ao retornar ao Brasil, co-fundei uma startup que desenvolve aplicativos de Realidade Aumentada e Virtual, além de Jogos Digitais.

Nesse meio tempo, tornei-me Gerente de Marketing de uma Faculdade Privada em minha cidade natal, onde também ministrei aulas para os cursos de Administração, Marketing e Análise & Desenvolvimento de Sistemas, além de workshops sobre Design Management, Design Gráfico, Design de Produto e Design de Jogos.

Eu venho trabalhando no mercado criativo nos últimos 11 anos, adquirindo conhecimentos e experiência em comunicação visual, marketing e branding. Também possuo aptidão em gamificação, gestão de projetos e em trabalhos com equipes multidisciplinares.

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Playlist no Spotify dos vencedores do Oscar de Melhor Trilha Sonora:
https://open.spotify.com/user/jonas_lupus/playlist/7v3UQ5T4XR9tc6rKtcNwOM?si=eJ45-WusTCC0gjQcQ1QJ0A

Ausentes no Spotify: 2009, 2007, 1999, 1997, 1992, 1989, 1985, 1980, 1979, 1974, 1973, 1972, 1968, 1955, 1954, 1953, 1952, 1950, 1948, 1947, 1944, 1943, 1942, 1940, 1938, 1937, 1936, 1935. Vencedores de musicais de 1942 a 1970 não estão incluídos.

Últimas opiniões enviadas

  • Jonas Lupus

    Cassiopéia começou a ser produzido em 1992 e lançado em 1996 por uma equipe brasileira, com um orçamento de 1,5 milhão de reais e compete pelo título de primeiro longa metragem em CGI 3D com Toy Story (1996, 30 milhões de dólares).

    ''A produção de Cassiopéia foi dirigida pelo animador Clóvis Vieira e contou com uma equipe de 3 diretores de animação e 11 animadores, trabalhando em uma rede de 17 microcomputadores 486 DX2-66. O primeiro modelo de personagem foi feito em um 386 SX de 20Mhz. O software utilizado foi o Topas Animator produzido pela Crystal Graphics, que já estava obsoleto na época da produção.

    Faltando apenas 6 meses para a conclusão do filme os estúdios da NDR foram invadidos e alguns CDs que arquivavam alguns processos já feitos de Cassiopeia foram roubados, obrigando a produtora a refazer diversas cenas, acarretando posteriormente o atraso de seu lançamento.

    Outra grande dificuldade foi arranjar uma empresa que distribuísse o filme. A PlayArte aceitou distribuir o filme na época, porém ela o fez durante as Olimpíadas de 1996, fazendo com que o filme perdesse muita atenção da mídia, que pouco divulgou sobre seu lançamento nos cinemas. Com exceção da TV Cultura, era muito difícil de se ver teasers do filme nas emissoras brasileiras, que na época estavam muito focadas no já citado evento desportivo.''

    Mas, vamos lá...

    A começar, o título Cassiopéia só faz menção a um recorte de cenário da obra. Há fortes referências a Tron, Star Wars e Star Trek. A fotografia e a iluminação são fracas no início, mas melhoram com o passar do filme.

    As cores incomodam bastante, um padrão monocromático chato. O roteiro é clichê e as personagens tiram soluções daquele lugar onde não bate sol. Sim, isso foi revoltante.

    É engraçado como na narrativa - simplista - os povos de planetas diferentes falam a mesma língua e suas tecnologias são compatíveis, ainda que sejam robôs.

    Não há partículas ou simulações nos propulsores da nave, embora a personagem Galileu tenha um ‘’glow’’ ao redor de si. A mesma solução usada para ele, para os lasers e nas explosões (acredito que só vi uma) poderia ter sido utilizada nos propulsores.

    Tive a sensação de que o roteiro é uma versão invertida de Matrix. As máquinas...

    As personagens possuem personalidades fracas, e ganham vida apenas pela voz dos excelentes dubladores. Mas elas são enfadonhas. Aliás, o altruísmo e a determinação exagerada desses robôs irritam profundamente.

    O ponto positivo fica a cargo da trilha sonora, pelo maestro Vicente Salvia, que ainda não tenho certeza se foi inspirada em Star Wars ou diretamente na obra The Planets (1914-1916), de Holst.

    A canção apresentada no meio do filme merece destaque, interpretada por Silvinha Araújo.

    Minha crítica não se pauta na qualidade técnica da computação gráfica, mas na produção cinematográfica em si.

    Há uma grande diferença no orçamento, houve a questão da ''sabotagem'', mas mesmo assim, ser o primeira longa 3D animado em CGI não faz de Cassiopéia uma obra grandiosa. Um marco, sim, mas que ainda deixou muito a desejar.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Um robô virou uma lua. WTF?
    Leonardo da Vinci. Mona Lisa? Pra que? Ridículo.

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  • Jonas Lupus

    Toy Story (1995) levou 4 anos pra ser produzido, com um orçamento de 30 milhões de dólares. Seu diretor, John Lasseter vislumbrou o futuro da animação quando viu que um de seus colegas trabalhava em Tron (1892). Ele tentou uma proposta nessa linha com a Disney, que foi recusada, e em seguida foi demitido. Trabalhou para a Lucasfilm (Star Wars) e depois se tornou membro fundador da Pixar, que foi comprada por Steve Jobs (Apple) em 1986. A Pixar desenvolveu diversos curtas, que não renderam dinheiro algum. A receita provinha da venda dos computadores/sistemas que eram desenvolvidos na companhia voltados para a produção de Computação Gráfica. Após o sucesso do curta Tin Toy (1988), a Disney se interessou pelos trabalhos da Pixar e tentou recrutar John Lasseter de volta, mas sem sucesso. Assim, a Pixar comercializou software e hardware para a Disney, até que em 1990 iniciaram as negociações para a produção de um longa metragem. Em 1991, após muitas discussões, o acordo foi fechado e Toy Story começou a ser produzido.

    Quanto mais eu leio sobre a Pixar, assisto às suas obras e aos documentários sobre a jornada que essa empresa trilhou, mais fascinado eu fico.

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  • Jonas Lupus

    ''A produção não entrou para a história do cinema como a pioneira do gênero por pouco.
    Os estúdios Walt Disney acabaram saindo à frente com o seu "Toy Story - Um Mundo de Aventuras", de John Lasseter, lançado com grande sucesso há três meses nos Estados Unidos.

    Segundo o diretor e idealizador de "Cassiopéia", o ex-publicitário e animador Clóvis Vieira, a produção do desenho brasileiro foi iniciada em 1992, antes de "Toy Story" começar a ser feito.

    "Um representante da Disney chegou a nos procurar há dois anos, querendo saber como era o nosso projeto", disse Vieira.

    O diretor, no entanto, prefere não alimentar polêmicas. "Seria o mesmo que ficarmos discutindo quem é o verdadeiro inventor do avião, Santos Dummont ou os irmãos Wright", afirmou.

    O custo de "Cassiopéia" já chegou a R$ 1,5 milhão e deverá atingir R$ 2,4 milhões, quando ficarem prontas as cópias dubladas em inglês. Mesmo assim, o orçamento é muito menor do que os US$ 30 milhões de "Toy Story".

    Clóvis Vieira e a NDR Filmes, produtores do filme, e as produtoras associadas, Tania Muller, Ester Unger e Eraclina Rossi, investiram recursos próprios para alavancar o projeto.

    Ao longo dos últimos três anos, a produção vem buscando financiamento junto à iniciativa privada e ao governo federal.

    Por intermédio da Lei do Audiovisual, conseguiram captar R$ 327 mil. O Ministério da Cultura, por meio da Fundação Banco do Brasil e do Instituto Latino-Americano, contribuiu com R$ 250 mil.

    A distribuição das 60 cópias do desenho no Brasil será feita pelo consórcio Luiz Severiano Ribeiro.''

    Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1996/2/01/ilustrada/16.html

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