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33 years, Carmo do Paranaíba - MG (BRA)
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Últimas opiniões enviadas

  • Jonathas

    O cinema norte-americano tem um problema crônico que parece irreparável: Há uma rigidez estrutural que faz com que os mais variados filmes, dos mais variados gêneros, pareçam ser o mesmo filme. Com raras exceções, não há variações estéticas ou narrativas impactantes. Mesmo aquilo que é supostamente feito para ser subversivo, é embalado em um produto digerível aos sensíveis padrões morais da sociedade do Tio Sam. Para quem assiste ao cinema produzido fora da grande indústria hollywoodiana, fica mais evidente a pouca criatividade e ousadia dos filmes americanos. E, mais além ainda, para quem gosta do gênero horror, com todas as suas variações, sente ainda mais as amarras, visto que esse tipo de cinema tem em seu âmago a exploração livre da imaginação, expondo nossos medos e hipocrisias através de suas imagens e sugestões. Para um filme vendido como um "terrir" subversivo e criativo, não vejo qualquer diferença deste Society para um A Morte Lhe Cai Bem (Death Becomes Her, 1992) da vida, além do fato deste último ser visto, sem equívoco, como um filme claramente comercial.

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  • Jonathas

    "Get Out" tem um bom roteiro, não é brilhante, nem medíocre, apenas bom. Os aspectos técnicos da direção, se não são virtuosos, tampouco comprometem negativamente. De excepcional mesmo, somente a atuação de Daniel Kaluuya, que mantém a sobriedade do personagem mesmo nos momentos mais vacilantes da obra. Certamente, o fato de ter se destacado tão positivamente frente ao público e à crítica se deve menos a fatores artísticos em si do que a aspectos político-econômicos: estar dentro da "máquina", por mais que com uma produção claramente barata, não faz mal a ninguém. Não é que seja um filme ruim, não, sua crítica é relevante e sua metáfora coerente historicamente (negros tendo de sacrificar suas vidas em prol de homens brancos ricos) e atualizada (a "tolerância" só é possível se o diferente se tornar, de certa forma, um par, um igual, um familiar [!]). Todavia, a ideia de se fazer uma película híbrida, transitando por nuances de diferentes gêneros, pode ser insidiosa e acabar por comprometer a coesão do produto final. E é exatamente isso que acontece aqui. O filme acaba por não ter uma "cara", seus personagens aparecem e desaparecem sem dizer a que vieram. Há, ainda, os velhos e saturados clichês do cinema norte-americano: jump scares, trilha sonora em momentos desnecessários, etc. Ao final, contudo, pode-se dizer que é um bom filme, que, como dito, trata de questões, infelizmente, ainda relevantes, e, portanto, imprescindíveis ao debate e reflexão; além de funcionar como entretenimento e apresentar um protagonista que te inspira a acompanhá-lo ao longo do enredo.

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  • Jonathas

    Não, esse não é um filme nonsense! Rubber trata, primordialmente, sobre o processo de concepção do cinema enquanto produto de entretenimento. Marcado pelo humor ácido do diretor, a narrativa é construída em cima de uma crítica que analisa os dois lados da experiência cinematográfica, realizador e espectador, fazendo uso de diálogos tão perspicazes quanto irônicos:

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    quando o tenente/diretor explica a falta de motivo, razão, de determinados aspectos contidos em alguns filmes, ele cita o fato de um estranho matar o presidente Kennedy no filme JFK como algo "sem razão". Dupieux claramente ironiza ao citar um acontecimento da "vida real" enquanto algo despropositadamente colocado em um filme, filme este, que lembremos, possui caráter biográfico.


    O grande "truque" de Dupieux é justamente mostrar como, através de técnicas de filmagem e montagem, e clichês de roteiro, qualquer história pode prender a atenção do espectador (já "doutrinado" a ingerir coisas de má qualidade), até mesmo a de um pneu assassino. Não se enganem pelo filme dentro do filme, ele não é o fim, mas o meio pelo qual o diretor leva sua mensagem aos espectadores, e aos famosos letreiros de Hollywood, com toda a carga simbólica neles contida.

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  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/

  • Ana Cláudia
    Ana Cláudia

    "YOU MA MA MAKE ME HAPPY!!!!!!!!!!!!!!!"

  • Ana Cláudia
    Ana Cláudia

    "Nos conhecemos no coral da igreja, ele era um pouco tímido por causa dos furúnculos na cara e no pescoço, mas assim que eu ouvi ele cantando, me apaixonei por sua linda voz"... Algo mais ou menos assim!