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Últimas opiniões enviadas

  • Kepler Martins Baskin

    O longa tenta de forma superficial abordar o assunto, um tanto polêmico as vezes, sobre a melhor maneira de criar uma criança. E é aqui que começa o embate entre mãe e filho que dura boa parte do filme. Evelyn quer continuar o que fazia com a filha antes dela vir a falecer, enquanto Frank quer perpetuar o desejo da irmã; de que Mary possa crescer e ter uma infância normal. Algo que ela não teve. Sem a pressão de estudar fórmulas, desvendar equações, escrever teses ou cair de cabeça no mundo acadêmico tão cedo. Ele acredita que possa existir um equilíbrio entre as duas coisas. Algo que sua mãe discorda veementemente.

    Embora não seja um título que chame atenção do público, vale a pena assistir num momento tranquilo, pois é daquele tipo que acalenta o coração. E isso é sempre uma boa pedida.

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  • Kepler Martins Baskin

    Em resumo, “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” é divertido. O humor funciona de forma funcional numa boa parcela do tempo e a ação ganha um bom ritmo nas mãos dos diretores noruegueses. Embora não supere “Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra”, também não naufraga feito “Navegando em Águas Misteriosas”. E diante de alguma duvida se esse será o episódio final dessa franquia, a resposta para essa pergunta é: Não. Há uma cena de pós-crédito que sugere ao espectador que o show não pode parar.

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  • Kepler Martins Baskin

    A coisa mais engraçada em torno de “Killing Gunther”, talvez esteja em comentários voltados ao resultado dessa produção que foram produzidos por propensos resenhistas em portais de cinema como o IMDB. Exemplificando isso, um revoltado crítico amador chegou a comparar Schwarzenegger e sua carreira a um bom vinho. Onde afirma para seu desgosto, que ao contrário da bebida etílica, o ator não tem melhorado com o tempo. É fato que seus melhores filmes ainda se encontram no passado, mas também é louvável sua iniciativa de se manter em atividade na casa dos setenta anos. Embora seus filmes mais recentes não tenham a excelência dos trabalhos do passado mais distante, também é compreensível que o ator não tente provar mais nada para ninguém. De certa forma, a idade lhe permite. Sobretudo “Killing Gunther” tem um bom ritmo, boas piadas e um elenco principal de outros rostos conhecidos e talentos variados (Taran Killan, Bobby Moynihan, Cobie Smulders, Hannah Simone, Peter Kelamis, Aaron Yoo e Paul Brittain). O roteiro também brinca com a trajetória do astro e dissipa algumas frases icônicas de seus maiores sucessos.

    “Killing Gunther” é uma espécie de comédia de ação documental (se é que esse termo pode existir) que é em resumo, uma espécie de paródia de filmes de ação também. A coisa que eu mais lamento é o pouco tempo de exposição de tela que Schwarzenegger dispõe a seus fãs. Numa ligeira somatória, talvez tenha uns 10 minutos de sua verdadeira presença, o que é pouco considerando que se trata de filme de cerca de uma hora e meia. Meu conselho é que o espectador não assista com a expectativa de ver um grande filme, porque decididamente ele não é.

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