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Bahia/Minas (BRA)
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Não possui uma lógica, uma definição, uma razão.
É sempre paradoxo, antítese, hiperbole.

docotidiano.tumblr.com

Últimas opiniões enviadas

  • Letícia Bandeira

    Eu achei um filme muito sincero, na medida que ele é o que é e não o que esperam

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    pelo menos, do que se espera dos filmes de ação hoje em dia. Logo na primeira parte em que ele vai fazer o primeiro serviço e eu fiquei na expectativa que ele fosse matar o cara de forma cruel e daí ele deixa o cara vivo. Logo depois quando os policiais matam a família da Mathilda e eu fiquei pensando lógico que eles não vão matar o garotinho e o garotinho morre. E a própria Mathilda que você pensa que vai se transformar numa mega atiradora e vai vingar todo mundo e no final ela é só uma garota indefesa. Eu fiquei grata, grata por não ser mais um filme mirobolante, cheio de efeitos e cenas idealizadas. Leon poderia ter saído vivo, se vingado de forma triunfal? Talvez. Mas a sinceridade de sua morte tocou mais meu coração.

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  • Letícia Bandeira

    Esse documentário é brutal em dois aspectos: 1) Por mostrar de fato a situação não só das mulheres, mas como da sociedade pobre no Camboja. 2) Por mostrar um tipo de ajuda que me deixa alarmada (sem querer desmerecer o projeto Rapha House, mas algumas ações me deixaram realmente incomodada na atuação deles;

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    Eu sei que o trabalho deles salvaram e salvam muitas meninas, mas eu penso que eles deveriam ter um pouco mais de cuidado com o aspecto cultural em que eles estão se inserindo. Muitas vezes me pareceu que eles colocavam o budismo como algo ruim, a bíblia como salvação, assim como os Estados Unidos ~~ bom e civilizado ajudando a todos ~~, e não sei, acho que isso acaba sendo ruim para as meninas que ficam com aquele sentimento de que o lugar que elas vivem é ruim, que a religião delas é ruim, enfim que o país delas não possui solução. Eu acho que parte do trabalho seria mostrar que como qualquer cultura/religião existe um lado de manipulação, um lado ruim, uma interpretação que é usada para aprisionar e machucar o outro. Mas que existe o lado bom, que existe esperança, respeitando a identidade do local. Parece estranho? Mas essa é uma atitude de ajuda colonizadora, é como fizeram no Brasil quando foram catequizar os índios "por que eles eram selvagens", é querer impor sua cultura como a certa, como a "civilizada" diante do outro. Quer maior demonstração disso do quê aquela cena que a mulher fica falando que rosa não é cor para o bebê ou que ela não deveria pegar roupa de frio porque no Camboja é quente? ( leve ódio nessa cena) A cor rosa naquele país pode ter outro simbolismo, assim como o preto não é luto no mundo inteiro, fora que é uma visão machista que nem merece discussão aqui. E calor? Calor para ela que nasceu num lugar que neva. As pessoas no Camboja tem outra relação com a temperatura, com o sentimento de quente/frio.
    Fica clara a manipulação religiosa/ cultural em toda a sociedade para justificar crueldades, mas isso não acontece somente lá. Precisamos de muito muito cuidado para entender os outros, sem nos colocar como o centro do universo.

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  • Letícia Bandeira

    Não, eu não tenho curso de cinema, o pouco que entendo é de curiosidade mas

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    simplesmente esse é um dos filmes mais poéticos que já assisti. Primeiro aquele impacto da tela ser menor logo de cara e logo aquela frase inicial da Die em que "vamos provar que o amor vence tudo" e no decorrer do filme você vai acompanhando essas mudanças, com um plano de fundo tão vívido, (arrisco a dizer que é uma das coisas que veem se perdendo), quantos filmes podemos dizer que sentimos a sensação do sol? A intensidade do céu azul nos momentos felizes? O vento nas árvores e no cabelo da Die. A cena em que o Steve está no carro e ele se dá conta de que vai ser levado novamente e a chuva cai no vidro como lágrimas. Esse filme é feito de pequenas sensações que machucam. Quando aconteceu aquela passagem da vida adulta do Steve, já senti uma pontada de dor, porque sabia que não era real pelas imagens desfocadas. São esses pequenos detalhes, fora a atuação brilhante dos atores que me prenderam do começo ao fim. A tela aumentando era como um respiro, e se contraindo em reconhecimento a realidade, era como mergulhar na mente do Steve. E por fim descobrir que o amor não é tão simples, que mesmo o amor machuca: genial.

    Filmes assim me lembram do que se trata o cinema, não é simplesmente uma história na tela, mas buscar atingir as sensações, é o cuidado com a mensagem, o aspecto humano que podemos sentir intrínseco a criação. Viagem a minha? Talvez, mas é impossível sair ileso depois de assistir esse filme

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  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/

  • davi
    davi

    bem-vinda!

  • nana
    nana

    ok letícia! obrigada :)