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Últimas opiniões enviadas

  • Brunnes

    Eu gostei bastante, apesar de achar que poderia ser um pouco mais rápido. Mas casa bem a fotografia mais morta e o cenário clean de uma humanidade que não tem sentimentos. E eu gostei muito da atuação da Kristen, não acho que ela seja tão inexpressiva quanto o pessoal fala (apesar dessa ser a ideia do roteiro). O final me deu uma faisquinha de esperança.

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  • Brunnes

    Ficção fincada na realidade. Distopia e resistência. Há tanto pra falar de Bacurau que falta palavras no meu vocabulário. Fazia tempo que não ficava tão empolgada pra ver alguma coisa no cinema e saía de lá com as expectativas superadas. E Silvero Pereira! Tu é impecável.

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  • Brunnes

    Um filme de arte. Não existe nada nele do que tanto falam, de que seja "propaganda incel". É uma atuação impecável do Joaquim, que dá um significado totalmente diferente pro Coringa que eu estava acostumada. É um Arthur doente, apolítico, que acha o triunfo de sua vida ao dar voz pros marginalizados sem querer; é uma Gotham conflituosa, onde o contraste de classe é muito visível. É muito agoniante ver a condição mental do Arthur, ver todos os esforços e como ele tenta buscar ajudar e não consegue, o que acontece com a maioria dos que busca auxílio para doenças mentais na rede pública. Falar qualquer coisa além disso é spoiler, portanto:

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Eu, mesmo como pessoa que detesta o Batman, adorei como o enredo casa certinho com a morte dos pais do Bruce e também gostei muito dessa nova "roupagem" dos Wayne, principalmente do patriarca, como hipócrita falsamente preocupado com qualquer pessoa além dele. Quando ele dá o soco no Arthur no banheiro eu falei "meu deus, quem é o doido aí??". Antes disso, quando a psiquiatra fala pro Arthur que ninguém se importa com ele assim como ninguém se importa com ela foi muito ilustrativa pra todo esse ponto do filme de rico rico, pobre foda-se. Os simbolismos, o jogo de câmera nas grades - onde o Arthur sempre estava atrás delas-, a cena da geladeira, o assassinato do apresentador e a cena onde ele sobe no carro e dança pra multidão me deixaram sem fôlego.


    Foi um filme muito satisfatório, deixou de ser apenas "filme de herói" e atendeu minhas expectativas. Com certeza Joaquim honrou o legado Heath Leadger.
    Menção honrosa ao meu amado elenco de Atlanta, Zazie Beetz e Brian Tyree Henry. Sempre bom ver eles por aí.

    Edit: Não quis desmerecer com as aspas no "filme de herói", mas é bom ver essa fuga da fórmula que a Marvel vem cravando.

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