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"Posso não ser o mais rápido.
Posso não ser o mais alto ou o mais forte.
Posso não ser o melhor ou o mais inteligente.
Mas há uma coisa que faço melhor do que
todo mundo: ser eu."
_Leonard Nimoy

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Últimas opiniões enviadas

  • Eduardo A. Salgado

    FOGO CONTRA FOGO (1995)

    Depois de 21 anos do único filme (O PODEROSO CHEFÃO – PARTE II, 1974), que fizeram juntos, mas que não dividiram nenhuma cena, finalmente nós pudemos ver a colisão entre dois grandes astros: Al Pacino e Robert De Niro!
    O diretor Michael Mann fez poucos filmes, se levar em conta o início de sua carreira no final da década de 60, mas são dos mais expressivos e acabou revelando-se um mestre em filmes policiais.
    O roteiro de autoria do próprio Mann é excelente, inteligente e muito esperto em abordar não apenas o conflito entre os ladrões e os policiais, mas de expor suas vidas pessoais e seus conflitos internos também.
    Outra qualidade que deve ser mencionada é que todos os personagens são importantes para a trama.
    Os protagonistas e antagonistas são obviamente dois monstros consagrados, então não poderia ser menos do que um espetáculo o encontro de Pacino (Ten. Vincent Hanna) e De Niro (Neil McCauley).
    Do grande elenco os principais destaques são: Val Kilmer (Chris Shiherlis) em um dos melhores papéis de sua carreira e Natalie Portman (Lauren Gustafson) arrasando em seu 2° longa-metragem no cinema.
    O filme ainda conta com as presenças marcantes de Jon Voight (Nate), Diane Venora (Justine Hanna), Ashley Judd (Charlene Shiherlis) e Tom Sizemore (Michael Cheritto).
    Visualmente o filme é impecável tanto na fotografia de cores frias do italiano Dante Spinotti, como na edição ágil e precisa do quarteto de editores (Pasquale Buba, William Goldenberg, Dov Hoenig & Tom Rolf), que alternam as cenas de investigação com as cenas de assalto de forma brilhante.
    A trilha sonora de Elliot Goldenthal cresce conforme o ritmo do filme e falando em sonoridade é impossível não notar o trabalho dos técnicos (Chirs Jenkins, Ron Bartlett, Mark Smith & Lee Orloff) na mixagem de som.
    Acho um absurdo um filme com tantas qualidades ter sido completamente ignorado no Oscar, que não foi lembrado sequer nas categorias técnicas.
    Foi um sucesso de público, com renda superior a 180 milhões de dólares.
    São quase três horas de projeção, mas em nenhum momento fica monótono, pelo contrário e mesmo agora, quase 20 anos depois de sua estreia continua extraordinário e já o considero um clássico.
    Além do encontro histórico de dois grandes atores como Pacino e De Niro, o filme merece ser visto também por ser um dos melhores do gênero.

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  • Eduardo A. Salgado

    INVICTUS (2009)

    Um homem de tamanha grandeza como Nelson Mandela, que assim como Gandhi foi admirado muito além de suas fronteiras, não ficaria sem ter uma cinebiografia!
    Na realidade o longa-metragem Invictus, não é uma biografia completa e nem o primeiro filme a retratar o filho mais ilustre do continente africano, mas um fragmento importante na vida e na trajetória política de Mandela.
    O veterano Clint Eastwood, aqui dirigindo seu 30° longa-metragem de cinema com uma vitalidade invejável e provando mais uma vez seu enorme talento atrás das câmeras!
    O excelente roteiro de Anthony Peckham foi adaptado do livro “Conquistando o Inimigo: Nelson Mandela e o Jogo que Uniu a África do Sul” de John Carlin, concentrando-se na chegada de Mandela a presidência e o desafio de unir um povo separado pelo ódio racial.
    Focando o esporte, no caso a Copa do Mundo de Rugby como um dos principais fatores na união e celebração de uma nova África do Sul.
    Além de Mandela, outro personagem destacado é François Pienaar, o capitão da seleção nacional de Rugby, os Springboks.
    Como Mandela, ninguém menos que Morgan Freeman, que apesar de imensamente popular, nos faz esquecê-lo completamente e quem está ali em cena é o próprio Mandela, mas isso somente grandes atores são capazes.
    Matt Damon como Pienaar está perfeito, com uma das melhores atuações de sua carreira.
    Um destaque também é a bela trilha-sonora dos compositores Kyle Eastwood e Michael Stevens.
    O filme foi indicado para o Oscar de Ator (Morgan Freeman) e Ator Coadjuvante (Matt Damon).
    No Globo de Ouro recebeu indicações nas mesmas categorias, além de Melhor Diretor (Clint Eastwood).
    Dos 60 milhões de dólares da produção, Invictus arrecadou nas bilheterias mundias mais de 120 milhões!
    Confesso que não esperava tanto do filme, principalmente pelo “Rugby”, mas mudei de opinião já nas primeiras cenas.
    É um filme inspirador, que com o alcance do cinema espero que muitas pessoas vejam e conheçam mais um pouco desse homem extraordinário.

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