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Estudante de Física

"Make it simple, but significant" ― Don Draper, Mad Men

“You must take life the way it comes at you and make the best of it.” ― Yann Martel, Life of Pi

"O valor da Ciência: de todos os seus muitos valores, o maior deve ser a liberdade de duvidar." - Richard Feynman, Nobel de Física em 1965

Últimas opiniões enviadas

  • Leandro

    Seria um drama mais convincente e mais atrativo se ela...

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    tivesse voltado para ver o Tony e quisesse reatar o relacionamento deles de 15 anos atrás. Ele, como já não estava muito afim de ir para a Califórnia com a atual namorada, poderia desenvolver essa inquietude entre o relacionamento estável ou se entregar para a moça desconhecida. Mas infelizmente ela só veio e foi sem motivo. Já foi tarde.

    [Rachel Weisz em sotaque novaiorquino foi impecável!!!]

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  • Leandro

    Procurando por um filme que traz uma reinterpretação de um líder espiritual sem virtudes? Achou, é esse filme mesmo.

    Last Days in the Desert é o próprio retrato do declínio humano. Um líder que não sabe para onde vai [nota-se que ele não caminha na frente, está sempre atrás dos demais personagens].

    Last Days in the Desert configura a trajetória final de um homem que estava em busca de clareza nas ideias [por isso o propósito da oração, dito por ele mesmo] e penitência [por isso o jejum, concluo eu], embora seja retratado no Livro dos Atos que o jejum sirva para clarear as ideias e se aproximar de Deus [o que também combina com o propósito]. Ele conseguiu alcançar seus objetivos nessa empreitada pelo deserto?

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    Bom, Ewan McGregor [que interpreta Jesus e o trevoso], o que em momentos não consegui distinguir quem era quem, por serem iguais, por falarem da mesma forma, por ambos estarem em busca de algo. O próprio trevoso parecia saber de tudo, do início ao fim. Uma espécie de probabilidade e estatística da vida. Mas veja bem, em João [na Bíblia], é dito que Jesus é o próprio Deus. Por uma linha de pensamento lógico, ele sendo o próprio Deus, criador de tudo, onisciente, não saberia das coisas? E porque ele precisaria ser tentado pelo trevoso? [sendo ele Deus, jamais cederia ou entraria em apostas], nem mesmo se daria a perca de tempo de ir para o deserto jejuar. Uma dica, esse questionamento filosófico também é trazido nos livros de Fiódor Dostoiévski [em especial no capítulo O grande Inquisidor, dos Irmãos Karamázov].

    Gostaria de ter visto mais calor nos gestos de Ewan McGregor; determinação; negar com fervor o que não quer; aceitar com grande gratidão o que lhe é agraciado; gostaria de ver olhares penetrantes, mesmo que não soubesse o que falar [e ele não sabia mesmo, em uma ocasião chegou a dizer "fale algo importante" para si mesmo... e "qualquer coisa que não seja superficial"]. Pois bem, esse foi o significado dessa história retratada: muitas cenas superficiais com poucos significados e nenhuma questão levantada ao longo do filme, exceto na cena final...

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    ...seria a cena final, algo como a Sociedade do Espetáculo?

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  • Leandro

    O sotaque britânico de Rooney Mara não ficou bom [ficou bem fake, na verdade].
    Ela também ainda precisa se desfazer dessa expressão de escultura do Louvre [não chega a ser uma Kristen Stewart da vida, ainda!].

    Sobre o filme...

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    Una saiu abusada dessa história por diversas formas. Ela obviamente ainda tinha sentimentos belo seu "abusador". Ela foi atrás dele para... nem ela sabia direito. Seus gestos aleatórios, olhares vazios e por vezes, de apaixonada, tornaram-na vítima de uma situação que começou a perder o controle. Una se despiu e foi em busca daquele sexo gostoso que ela sempre teve com um cara super mais velho que ela. Ela gostava. Ele mais ainda.

    A romantização em torno do tema de abuso de menores não ficou legal. O telespectador também sai dessa trama se sentindo sujo [eu sim, pelo menos]. Em momentos, acreditamos que ela o amava [e tudo indica que sim], em outros momentos, observamos que aquele abuso que ela sofreu quando tinha 13 anos teve efeitos permanentes em sua vida adulta. Ela não tinha namorados [nada de mal nisso, mas sua postura melancólica indicava que ela tinha dificuldades de se relacionar com outros homens, de forma sentimental], tinha um emprego que não gostava e nem sabia direito o que queria da vida. Enquanto que o Peter/Ray era um cara com um cargo de liderança, com uma casa bonita e uma esposa zelosa... e uma enteada menor de idade.

    O psicológico de Una, que já estava abalado, se deturpa de vez quando ela percebe que não tem controle da verdade: ele não a amava? Ela percebe isso no final do filme, e sai... sai perdida pela rua, pela vida.

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