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Estudante de Física

"Make it simple, but significant" ― Don Draper, Mad Men

“You must take life the way it comes at you and make the best of it.” ― Yann Martel, Life of Pi

"O valor da Ciência: de todos os seus muitos valores, o maior deve ser a liberdade de duvidar." - Richard Feynman, Nobel de Física em 1965

Últimas opiniões enviadas

  • Leandro

    Sobre as utopias:

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    Jeremy Rifkin diluiu algumas perguntas feitas pela plateia em utopias também [se contrapondo com sua própria negação dessa ideia]. Quando perguntado sobre grandes monopólios e a dificuldade de governos em combater a rígida força de empresas atreladas à Segunda Revolução Industrial, ele simplesmente induz o ouvinte a acreditar que a geração Millennial, por si só, fará um movimento com mesma força, mesma intensidade, mas sentido contrário ao que os big bosses vem fazendo. Não acredita em utopias, mas induz a plateia a crer que tudo dará certo porque é intrínseco dessa geração ser subversiva. Outra questão abordada foi sobre o uso da água, mas ele manteve a resposta na superficialidade, ao meu ver.

    Achei os dados científicos trazidos por ele de grande relevância. Suas experiências com a Angela Merkel foram realmente importantes para endossar o assunto.

    O problema do condicionamento:

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    A pergunta que eu gostaria de fazer a ele era sobre alguns lugares do planeta [como a Índia, por exemplo] que usam biomassa para ter acesso à eletricidade, ainda não possuem energia elétrica do modo convencional como nós [por usinas hidrelétricas, reatores nucleares, queima de combustíveis fósseis ou outras fontes de energia limpa]. Imaginemos uma elevação na condição humana dessas pessoas que ainda vivem em outra realidade àquela demonstrada no documentário. O aumento de emissão de CO2 aumentaria mais do que exponencialmente (como é comentado no documentário Before The Flood). Me parece que a Terceira Revolução Industrial alavanca apenas uma parcela do planeta. Em um sentido macro e metafórico, funciona mudar a realidade de apenas um lado da ponte para a manutenção de um planeta melhor ?

    Há tantos pontos que eu gostaria de expandir: a relação dos países integrantes dos BRICS com esse cenário revolucionário trazido pelo economista; o papel da ONU frente ao crescente investimento em armas nucleares; A pergunta sobre o lado psicológico que foi feita por um senhor da plateia foi incrível, pois como condicionar as pessoas a um movimento se não há mudança na visão de mundo? [mas eu realmente não tenho dados nem informações substanciais para me aprofundar no debate. Porém fica aqui a semente para a nossa reflexão].

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  • Leandro

    O título do filme na livre tradução brasileira ficou genial [melhor que o original, inclusive].

    É um filme com muitas mensagens e muito conteúdo reflexivo.
    O filme se perde em muitos pontos, cresce em outros. Um roteiro tinha inúmeras opções de desfecho e opta por mostrar a crença e descrença dos personagens no que tange a vida/ pós vida.

    Princess Consuela Bananahammock & Crap Bag

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  • Leandro

    A atuação da atriz principal foi prejudicada pelo roteiro, que se apequenou frente à premissa de que ela era assassina, e isso por si só bastaria [engano]. Olga estava o tempo todo tentando demonstrar desconforto, solidão de espírito, não se afeiçoava com ninguém [raras exceções]. Não houve desenvolvimento da personagem. A carta que ela escreve [e que está transcrito em um dos comentário aqui em baixo] foi, ao meu ver, o momento mais importante do filme, pois faz síntese a toda a tragédia que ela vivia dentro de si mesma. Fora isso, não há aprofundamento das questões que a perturbavam.

    A sinopse diz que ela era membro de uma família de coração frio. Eu, particularmente, discordo pelo que nos foi mostrado. O roteiro peca em não desenvolver a relação de Olga com a família.

    É muito desolador perceber que uma pessoa chega a essa conclusão:

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    "Sou incapaz de criar e fazer parte de um relacionamento humano. Sou um ser humano destruído. Um ser humano destruído por pessoas. Portanto, tenho uma escolha: me matar, ou matar outras pessoas."

    Eu, Olga Sofredora Hepnarová

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