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Estudante de Física

"Make it simple, but significant" ― Don Draper, Mad Men

“You must take life the way it comes at you and make the best of it.” ― Yann Martel, Life of Pi

Últimas opiniões enviadas

  • Leandro

    Esse é o melhor documentário que eu já assisti sobre a Segunda Guerra Mundial. O requinte de detalhes em cada instante; as nuances trágico-poéticas que narram essa peça de horrores vivida por nós, humanidade; há a sensação de uma crescente força que se espalha entre o concreto, as cidades, as pessoas... em suma: é colossal!

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  • Leandro

    Considero a nossa vida real algo bem mais marcante e impactante: em pleno século XXI temos trabalho escravo, racismo, preconceito de todos os tipos e roupagens, poderio bélico de força atômica, fome e miséria, assassinatos diários e constantes... o fato de evoluirmos em ciência e tecnologia, percebo que a evolução ética/moral está bem atrasada. (e quem não garante que esses excessos mostrados na série já não ocorrem hoje em dia?... quem duvida é louco, como diz o ditado).

    Ok, Margareth Atwood traz uma distopia pra lá de diferente... é verdade, mas o que também é verdade é o fato de não fazermos uma autocrítica como sociedade.

    A República de Gilead somente conseguiu tomar força e se consolidar pela fragmentação da sociedade em impedir os excessos daqueles grupos (que são minoria) em exercer poder de influência sobre os demais (pois uma coisa é ser diferente e ter a própria singularidade, outra coisa é impor isso para todos). Aqueles que são obedientes, fiéis crédulos na sua própria teoria, outros que vivem mergulhados na própria bolha, não percebem que todos fazemos parte dos mesmos pilares que regem a sociedade e a partir do instante em que as bases desses pilares começam a estremecer, aqueles menos preparados dentro desse ciclo social são os mais atingidos.

    Talvez estejamos dormindo acordados... ou como disse o grande Aldous Huxley: “A ditadura perfeita terá as aparências da democracia, uma prisão sem muros na qual os prisioneiros não sonharão com a fuga. Um sistema de escravatura onde, graças ao consumo e ao divertimento, os escravos terão amor à sua escravidão". É a partir desse "sistema" em que sempre vivemos (só muda o nome) é que se possibilita as fugas para as austeridades e absurdos, como é desenhado na série The Handmaid's Tale.

    Ah, Elizabeth Moss mergulhada no personagem e radiante, como sempre!

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