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24 years Macapá - (BRA)
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Últimas opiniões enviadas

  • Luana

    "Nada pode me matar."

    A "Revolução" de ontem mata o amanhã.

    Espaços circundam corpos distantes; planos que expõe pequenos rostos, indefinidos, enclausurados(!); a não identificação estampada nestes, pelo jogo de luz e sombra em seus quadros, pelos reflexos contorcidos de suas imagens.
    É tudo irremediável, indefinível; tempo não há; sincronicidade de espíritos, que se envolvem e revoltam contra o presente vazio.. O que foi tentado ontem, será hoje e amanhã, sempre; se há revolução, revolução haverá contra o quê (e por quê), qual seria o seu sentido, afinal, se tudo o que resta já está 'morto'; se tudo o que haverá de resistir contra, já preenche. Não só nos arredores de cada membro, mas em si mesmos. Há algo maior ali que já tomou conta. O homem se perde de si mesmo, de suas motivações, de suas lembranças... De quem é, já foi.
    Rengoku Heroica é uma obra definitivamente kafkaniana, ao meu ver, sendo essa intenção ou não de Yoshida.

    O que me encantou nesse filme foi o seu aspecto, a sua forma de alegorizar toda essa estratagema 'inútil' de tentar Existir, e todo esse agonia estéril de não-existir. Por outro lado, achei maçante, não só pelo um excesso de 'experimentalismo' em cenas cheias de um paradoxismo infundamentado, mas pela forma como toda aquela situação ali vai se desmembrando em infindáveis "resoluções politicas" além de uma série de críticas ao homem em suas motivações politicas, ao poder e ao significado da existencialidade humana em meio a tudo isso e a ambiência opressiva, porém trazido de uma maneira estritamente repetitiva... (Faltando 45 minutos pro desfecho, sentia que já não me restava mais nada pra ver (porém, consegui concluir até o final).

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  • Luana

    Nada é impossível para Max Fischer, mesmo estando na lama.. Mesmo que nada ocorra do jeito que esperava.
    Um processo de transição, do paraíso ao inferno, e do inferno à terra*¹. Um processo de perda, ganho e maturidade.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    *¹ referente à peça "Heaven and Hell" de Fischer

    Rushmore tem planos precisos, bom uso de paletas de cores e satisfatórias interpretações de Schwartzman, Murray e Williams. O tom cômico à la Wes Anderson e a boa construção de personagens foram o que ajudou a dar a este filme um ar fresco e peculiar, simples e espirituoso ao mesmo tempo!

    "I saved the latin!"

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  • Luana

    Nossa, eu ri demais com esse primeiro longa de Hsiao-hsien, não só pela forma rasa*¹ que essa comédia melodramática ficcional amorosa nos conduz, mas como também (pra quem já viu antes outros filmes do mesmo diretor, como Millennium Mambo por exemplo) me deparei com um longa, praticamente, nada a ver com o resto do trabalho do mesmo. Fica nítido que, nesse filme, o diretor ainda não definiu a sua estética própria de trabalho, é tudo muito kitsch e novelesco ainda, apesar de ser uma trama "ok", "fofa" e que dá pra ter deliciosas descontrações por ser uma trama bem leve, mas nada que o olhar possa receber ou farejar algo a mais além do "óbvio", sempre trazido à tona sobre um "amor impossível" entre uma jovem donzela de boa família e um rapaz impetuoso, cínico porém carismático, incluindo o processo de afrontar coisas maiores à quem estão sujeitos; é tudo muito simples, mas bonzinho.*²

    * ¹ ² (sem significado pejorativo)

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