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Últimas opiniões enviadas

  • Lucas_Deschain

    Pelo formato adotado (alternância de stand-up com uma trama dramática), não pude deixar de tomar 'Seinfeld' como referência, o que me levou a ter que controlar o impulso quase-que-natural de tentar reduzir a coisa toda a um 'é melhor' ou 'é pior'. Por conta disto, digo: o stand-up do Louis C.K. é excelente, ele consegue ser grotesco o suficiente para pôr as coisas em perspectiva; mas a parte 'de enredo' da série é bem fraca, muito cheia de auto-comiseração, de um niilismo de barriga-cheia.

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  • Lucas_Deschain

    O livro do Jeffrey Eugenides, pensava eu enquanto via o filme, era perfeito para ser filmado, pois era contado por um dos moleques vizinhos das Lisbon a partir de um monte de objetos, relatos, fragmentos de informação que ele e os amigos foram juntando ao longo de décadas. Ou seja, trata-se de algo muito visual, muito adequado para virar narrativa cinematográfica. Donde, em parte, o filme ser tão bom.

    Da adaptação confesso que senti falta dos fish-flies, uns insetos que todo ano caíam sobre a cidade como uma praga bíblica. Tenho a impressão de que no livro de Eugenides eles tinham uma função de metamorfose simbólica, a qual, no filme, só foi muito (co)lateralmente explorada pelas árvores que eram condenadas e derrubadas.

    Ao fim e ao cabo, o filme mantém o mistério envolvendo o suicídio fraternal das Lisbon, e fica-se com a impressão (a mesma do livro) de que a ausência de resolução é timidez ou falta de coragem aberta. Uma das frases finais do livro, contudo, desvanece essa impressão: "(...) o suicídio é mais fundo que a morte."

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  • Lucas_Deschain

    Duas coisas:

    (1) a mim pareceu que 'The post' é tanto (senão mais) um filme sobre mulheres e o que se costuma chamar por vezes de 'empoderamento feminino' do que um filme sobre o Washington Post. Em vários momentos a trama se desdobra para abraçar personagens femininos (como a filha de Kay Graham, a esposa de Ben Bradlee e aquela estagiária da Suprema Corte, p.ex.) e para criar diálogos, situações ou 'simples' cenografia que desnudem o papel subalterno sobre o qual Kay Graham vai pouco a pouco se sobressaindo (conversa com a filha na hora de dormir, posicionamento dos personagens quando vão decidir sobre publicar ou não, esporro do advogado na estagiária etc.). O equilíbrio entre essas duas dimensões do filme, contudo, é excelente e mantém quase tudo numa análise sutil (com exceção daquele discursinho sobre a liberdade de imprensa no final, com a mulher ao telefone e com os olhos rasos d'água);

    (2) quem dera os jornalistas, repórteres e a imprensa em geral fossem tão íntegros quanto os sujeitos mostrados nesse filme...

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