filmow.com/usuario/lucasmg/
    Você está em
  1. > Home
  2. > Usuários
  3. > lucasmg
25 years (BRA)
Usuário desde Fevereiro de 2012
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum

.Oi! Tudo bem?

Eu não duvido que você seja gente boa, mas não vejo sentido em ficar adicionando pessoas só para aumentar o número de amigos. Se você não tiver um gosto parecido com o meu e não mandar um "oi!", pode esquecer.

Últimas opiniões enviadas

  • Lucas

    A trilha é muito bonita e o visual é interessante. O filme tem um bom ritmo narrativo mostrando o crescimento dos sentimentos de Thelma por Anja de uma forma que soasse natural, embora fosse mais do mesmo.

    O filme tinha chance de se redimir na última meia hora, mas uma série de metáforas óbvias e uma mensagem confusa acaba com qualquer possibilidade de pathos.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    É quase como um Deus Ex Machina literal, em que uma força divina surge condenando Trond ao inferno, porque sim. Thelma mergulha no mar como se fosse pegá-lo e depois de um "haha peguei vocês" e emerge na piscina ao lado de Anja. Apesar de autoritário, o pai não e um homem perverso e tem momentos em que o filme parece humanizá-lo, para depois condená-lo ao inferno. O batido tema da "culpa cristã" que já vimos um milhão de vezes, típico da arte de países com formação protestante, etc.

    Mas o mais trágico é que o final do filme parece mostrar a relação das meninas como algo positivo, o que acredito ser o objetivo do artista. Mas o tempo todo o filme associa a sexualidade da menina com os disturbios mentais dela. Pode-se argumentar que Trier queria associar a sexualidade com o pecado (a cobra entrando na boca de Thelma), mas não pude deixar de notar que esses momentos ocorrem justamente quando a personagem tem algum tipo de despersonalização.

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Lucas

    Queria ter amado o filme, mas não consegui. É dolorosamente lento, o que acho ótimo; muito bem atuado pelo elenco principal, não esperava isso da Emma Roberts; toda a mise-en-scène, não me lembro de ter visto nada parecido, mesmo em filmes da A24; os dialogos ambíguos à 'Twin Peaks'; et al.

    O problema talvez esteja no roteiro e, consequentemente, na montagem. O filme se esforça tanto para esconder um plot twist que pode ser facilmente deduzido por volta da metade do filme, e que poderia ter sido melhor escondido se o diretor não duvidasse tanto da capacidade do espectador de interpretar os signos visuais. Uma pena, mas é um diretor promissor. Vejamos "O Último Capítulo".

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Lucas

    O filme foi mal marketado, é um filme de nicho pipipi popopó todo mundo já sabe disso. O que deve ser comentado é se o filme é tão bom quanto outros filmes da A24, como 'A Bruxa' e o recente 'Hereditário'.

    TL;DR: não, mas se esforça.

    Resposta longa:

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    o filme é muito bem dirigido, destaque para a iluminação, sempre apontando para onde o espectador deve olhar; e o movimento de câmera alimentando a nossa paranoia ao optar quase sempre por ângulos fechados, closes, e movimento lento. O problema está mesmo naquilo que meu amigo Wesley apontou bem: nada aqui é novo. Há um senso de déjà do início ao fim. O roteiro é tanto o ponto forte do filme quanto o seu calcanhar de Aquiles, embora seja interessante as diversas pistas falsas que o escritor coloca do início ao fim - quando todo mundo foi infectado? Foi numa das noites de sonambulismo de Travis? Foi quando o cachorro doente voltou para a casa? Foi quando passaram pela porta vermelha? Será que Travis se envolveu com Kim? Será que os estranhos eram realmente mal intencionados? Será que eles não estavam infectados desde o início? O que é essa infecção afinal? - não deixa de parecer um artífice do diretor, um "truque de mágica". As sequências de sonho totalmente desnecessárias, em especial, a sequência constrangedora com o simbolismo bobo e batido "de atravessar para o outro para indicar a morte do menino", em um filme que até então seguia uma direção realista, de "gesto". Podem argumentar que era apenas para aumentar a tensão e a paranoia, mas não me convence.

    É um filme que pede para fazermos muitas perguntas, mas só consegui pensar em uma: para quê? A tragédia dessa nova onda de filmes "pós-horror", "horror psicológico", ou qualquer outro título pernóstico que queiram dar, é justamente que todos acabam parecendo meio iguais. O diretor se preocupa tanto em criar uma sensação de paranoia, que em momento nenhum eu me importei com o drama pessoal e com os dilemas éticos batidos que o filme propunha. Pelo menos nos filmes clássicos de zumbi do Romero, as criaturas tinham um propósito. Mas o que há aqui que não será esquecido e/ou ultrapassado em dois anos?

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.

Este site usa cookies para oferecer a melhor experiência possível. Ao navegar em nosso site, você concorda com o uso de cookies.

Se você precisar de mais informações e / ou não quiser que os cookies sejam colocados ao usar o site, visite a página da Política de Privacidade.