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Maua - (BRA)
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Últimas opiniões enviadas

  • Mara Constano

    O filme segue um estilo pseudo-documentário ao incorporar entrevistas de artistas como colegas de Gia Carangi que se sentem bastante descartáveis, devido a um uso desigual da entrevista, que, por si só, é desconcertante o suficiente. A história da modelo Gia Marie Carangi, transformada em punk, não é novidade para o cinema dramático, em termos de tema, concentrando-se em seu vício em drogas e assuntos bissexuais, ambos contribuindo para uma história mais intrigante do que estereotipada, com um dramatismo. São as performances que realmente trazem vida à humanidade desse drama, pois quase todo mundo tem tempo para brilhar, seja Mercedes Ruehl como uma mãe amorosa de uma mulher perturbada, ou Elizabeth Mitchell como o temor ao amor do problemático. mulher, ou Alexander Enberg, Eric Michael Cole, e outros pares atenciosos para uma mulher problemática. Tudo leva de volta para o perturbada Carangi, por isso deve-se dizer que a maior parte do material recai sobre os ombros da bela Angelina Jolie, que estava meramente em ascensão quando assumiu este projeto, do outro lado da qual se quebrou. ela fora, como deveria, pois Jolie é mais convincente do que a escrita quando se trata de vender a natureza ousada e sem glamour de uma mulher que foi considerada glamourosa, sendo carismática em sua aspereza, até que Carangi se perdeu em seus vícios e permite Jolie se perder em Carangi, gradualmente projetando mais e mais intensidade, mais e mais angústia, até ancorar momentos poderosos no filme através de uma representação convincente e emocionalmente carregada de uma bela estrela que deve enfrentar conseqüências devastadoras para suas ações e vícios. Jolie é reveladora, e se houver um impacto genuíno nesse drama, então ele pega as costas de Jolie, apoiado pelo assunto digno e destaca em outras performances, tanto dentro quanto fora da tela, que tornam a feira do produto final, para todos das suas deficiências. Drama de TV, trouxe à vida bastante pelo assunto digno, cinematografia bonito, comovente destaques diretoriais, e performances fortes - especialmente por Angelina Jolie - para fazer "Gia" de Michael Cristofer um retrato justo e às vezes comovente, de alguém de grande a beleza pode afundar. Um belo filme descompromissado, sobre uma mulher cheia de problemas interiores.

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  • Mara Constano

    Há razões incomensuráveis ​​que este filme de romance francês recebeu grande aclamação da crítica. Pode-se olhar para os temas expressos no filme, tais como preconceitos, classe social, autodescoberta e o turbilhão emocional de um relacionamento - particularmente quando é o primeiro. Outros podem olhar para a cinematografia e arte deslumbrante do filme, repleta de metáforas densas e sim, claro azul é fortemente simbólico. No entanto, o que faz com que Azul seja a cor mais quente, tão sincera é a delicada sensação de realismo e veracidade. É o conto do primeiro amor de Adele por outra garota, Emma, ​​e a progressão de seu relacionamento ao longo de vários anos. Seu relacionamento evolui com ternura bonita, paixão sexual e, finalmente, a tumultuosidade que vem com o amor verdadeiro. É um filme comovente que merece ser visto por todos os seres humanos do mundo.

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