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40 years Campina Grande - (BRA)
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Últimas opiniões enviadas

  • Alexandre
    Alexandre

    Com certeza temos amigos em comum.
    Também frequentava a feirinha, a Música Urbana na (loja de Cds), o centro histórico.
    Robério da loja de CDs, é uma figuraça
    Eu ia no FENART no Espaço Cultural. Era demais!
    Conheço Ramsés, Beto, baterista da Rotten Flies.
    Ilson e muito dos integrantes (ex-integrantes) do 'Pau de Dar em Doido'.
    Degner, Rubinho e Tony (Drums), do Dead Nomads.
    O pessoal do Projeto 50. Eu ia em todos os shows deles.
    Foi a banda que mais acompanhei em JP.
    Bons tempos mesmo.
    Conhecia mais pessoas do meio da música do que do cinema.
    O cinema, estou circulando no meio de uns tempos para cá.

    Se for para o bem de você e da sua esposa, a mudança de ares para JP, espero que vocês consigam estar de volta por aqui, em breve. Como você falou, a sua filha vai para a ufpb. Geralmente, é bom ter os pais por perto nesta transição. Não sou pai mas me preocupo como se fosse. Sempre vivi nos meios artísticos, mas sou careta demais (risos). Acho bom os pais presentes e a amizade com os filhos, para que conquistem o respeito dos filhos. É um bom caminho, apesar de não existir fórmulas prontas e o mundo não nos dar nenhuma garantia, mesmo a gente sendo amigo dos nossos filhos.

    Bom demais te encontrar também, Marcelo.
    A gente vai se comunicando.
    Abraços
    Alexandre Fernandes.

  • Alexandre
    Alexandre

    Lendo o que você escreveu, vi que temos algumas histórias semelhantes. Não conheço o Dj pelo nome. Comecei a tocar em JP, em 1994. O nome da banda era No Name. Toquei com pessoal das antigas como Dead Nomads (anos 90), posteriormente, conheci outra geração, como Arthur de CG que formou a Cabruêra e, aos poucos, continuei compondo, só que fui ficando distante do meio.
    Tive uma namorada e ela faleceu em 2012 (estávamos juntos). Foi um cisto no ovário que rompeu. Ninguém sabia que havia rompido. Ela passou 21 horas na clínica. Os médicos não passaram o ultrassom. Ela teve hemorragia. Irreversível. Veio a óbito. Daria um roteiro. Nunca assisti nada parecido.
    Por causa de me sentir deprimido, aos poucos, fui deixando de ver cinema arte, europeu, introspectivos. Conheço Bergman. Mas decidi parar de assistir, por um tempo. Estou assistindo uma porrada de filme leve. Tentando resgatar uma parte de mim que eu havia esquecido. Fazia um tempão eu não assistia comédias. Tenho me divertido demais, assistindo comédias. Mudei a sintonia. Estou optando por rir, ao invés de filmes muito densos e depressivos. Os filmes mais profundos, só quero ver esporadicamente. Depois, com o tempo, pode ser que eu volte a entrar mais em contato, regularmente, com filmes de arte, europeu, introspectivos.

    JP e CG...
    ... você precisa ficar na cidade que te deixar melhor para você desenvolver os teus projetos da melhor forma. JP tem sua filha, o apto em Mangabeira, o projeto do documentário, entre outros. Sua volta, pode ser o melhor movimento para você continuar escrevendo, mantendo contato com o pessoal, esperando as respostas e, como você falou, continuar tentando.

    Valeu, Marcelo
    Abraços
    Alexandre Fernandes.

  • Alexandre
    Alexandre

    Olá Marcelo!
    Sobre eu ser da área de cinema ou ser cinéfilo...

    ... sempre vou aos filmes na Fundação Casa de José Américo.
    Lá, qualquer pessoa fica em contato com o pessoal da Academia Paraibana de Cinema.
    Com os críticos de cinema. Com Diretores que aparecem por lá, entre outros.
    Vladimir Carvalho de "Rock Brasília era de Ouro, esteve lá.
    Ficou "engasgado" e comentou o filme "A Juventude", de Paolo Sorrentino.
    Vladimir estava do meu lado; quem vê, pode pensar que eu sou alguém do meio rsrs
    ;
    Outro espaço que vou, é no cinema do Espaço Cultural.
    Conheço Cristine (desde os anos 80), uma das responsáveis, pelo Cinema.
    O cinema do Espaço Cultural tem parceria com a Vitrine Filmes.
    Assisti "Vermelho Russo" de Charly Braun e "O Filme Da Minha Vida", de Selton.
    Lá, também aparece pessoas ligadas ao cinema.
    Atores, diretores paraibanos com pequena ou grande expressão nacional.
    Quando está por aqui, quem circula de forma natural, é Everaldo Pontes.
    Ele é acessível. Geralmente, o pessoal fala com ele mais como um amigo.
    Como se ele não fosse um ator de tantos filmes e novelas.

    Você faz algo em Curtas?
    O cinema começou por ai.
    Ou pelo menos Chaplin.
    Para fazer os longas mais conhecidos, Chaplin começou pelos curtas.
    Para virar gênio ele teve que se exercitar demais, através dos curtas.
    Foi a escola de Chaplin.

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