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Crítico de cinema filiado a Abraccine e OFCS em http://cinemacomcritica.com.br/ (instagram @cinemacomcritica).

Últimas opiniões enviadas

  • Cinema com Crítica

    Apostar na introspecção emocional exige do realizador o respeito a certos limites, para que a narrativa não recaía na esterilidade e, com isto, fulmine a chance de estabelecer relação com o espectador. Se o tunisiano Mohamed Ben Attia parecia haver entendido a máxima em seu trabalho anterior, 'A Amante', desta vez exagerou na dose, a ponto de a trajetória de Riadh em busca de Sami converte-se em um conjunto de etapas marcadas até chegarmos no inevitável.

    Os intérpretes são competentes, tendo nos semblantes de Mohamed Dhrif e Zakaria Ben Ayyed as informações necessárias para enxergamos o abatimento paterno e a desilusão do filho. Porém, o roteiro elíptico e minimamente convincente, aliado à direção apática de Attia jogam cal nas pretensões de transformar esta narrativa em algo maior e relevante.

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  • Cinema com Crítica

    Vale a pena por apresentar a cena do rock 'n roll e punk na União Soviética censora da década de 80, apostando no preto e branco como a forma de reproduzir a repressão do regime socialista sem abdicar, porém, da musicalidade como arma de rebeldia daqueles jovens. Verdadeiros sonhadores, que encenam momentos que somente acontecem em suas cabeças (bem como na tela, com ênfase na linguagem narrativa original do diretor Kirill Serebrennikov).

    É envolvente, especialmente por causa do charme cativante de Irina Starshenbaum, que também serve de vértice para um triângulo amoroso insosso que comprime e reprime tudo que a narrativa tem de melhor.

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  • Cinema com Crítica

    Sua vocação metalinguística apenas não é de maior destaque do que seu conteúdo crítico e contemporâneo, que emprega a arte como meio de discussão sobre o negacionismo - a tônica de muitos governos europeus atuais, que mitigam ou negam seu envolvimento com o nazismo ou fascismo, enquanto homenageiam genocidas -, a trivialização da violência e, na falta de termo mais apropriado, a ignorância da sociedade que aplaude a xenofobia e o discurso de ódio talvez por não entender o que encerra.

    Tudo isto no pacote típico do cinema romeno, com planos extensos que encenam diálogos longos, apoiados na argumentatividade e exposição de ideias de forma inteligente, mesmo que, às vezes, com um excesso de referências acadêmicas, que exige algo além do que o público-médio pode oferecer. Um preço barato a se investir na experiência de testemunhar uma sociedade que bem poderia ser a nossa.

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