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Crítico de cinema filiado a Abraccine e OFCS em http://cinemacomcritica.com.br/ (instagram @cinemacomcritica).

Últimas opiniões enviadas

  • Cinema com Crítica

    Seria melhor se não fosse o mesmo prato servido em ocasiões anteriores, com a diferença de que McCall oferece um sem número de lições de moral antes de a pancadaria correr solta: escutar os mais velhos, respeitar as diferenças raciais e culturais, evitar entrar no mundo do crime, tudo expressado ou subentendido pela autoridade de Denzel. Não que isto o qualifique como exemplar de ação acima da média, mas ao menos poupa-lhe de exercer o desserviço do recente Desejo de Matar. Afinal de contas, existe alguma ética no comportamento justiceiro de McCall, ainda que este pareça esquecer que seus adversários são apenas versões menos idealistas do que já fora um dia.

    + Crítica
    www.bit.ly/2BjpjJn

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  • Cinema com Crítica

    O fato de existirem linhas do tempo concorrentes, em que o espectador recebe de mão beijada as respostas que a investigadora vivida por Luisana Lopilato somente conhece arduamente, é o ponto negativo desta narrativa argentina. Ora, se podemos saber tudo quanto aconteceu com Cornelia através de flashbacks inseridos a esmo na narrativa, por que iríamos dedicar tanto tempo a todo o resto?

    Um mistério é tão bom quanto misterioso é, e a trama também deixa a desejar quando exige, de um personagem, que amarre todas as pontas soltas que restaram. Mas nem tudo é desapontador, a começar pela atmosfera pesada e a expressão embrutecida da normalmente encantadora Lopilato (que é uma atriz bastante eficiente no trabalho), e o espectador deve ficar contente de ter uma narrativa que discute, com segurança e de várias formas, o machismo e a misoginia não apenas com o víeis do tráfico internacional de mulheres, mas também dentro do ambiente de trabalho ou como consequência do chamado "mansplaining".

    Não posso afirmar que seja um suspense maiúsculo ou que irá exigir mais de meia dúzia de neurônios para depurar a conclusão, e sim que, no frigir dos ovos, ao menos encontra repouso da cabeça no lugar certo. E vale a pena também notar a evolução de Lopilato desde os tempos de Chiquititas.

    + Críticas:
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  • Cinema com Crítica

    Fui um dos que defenderam a série depois da divulgação do trailer, afinal, como julgar um produto sem tê-lo visto? Mas, após 12 episódios, Insaciável deveria se chamar intragável, uma das séries mais equivocadas que já vi na Netflix.

    O tema central é a aparência, e como a sociedade impõe padrões estéticos e de sucesso que apenas subjugam aqueles (muitos) que estão fora de sua bolha. Contudo, debaixo da lupa, todos escondem máscaras e segredos, alimentam a infelicidade de serem quem são apenas para ostentar uma imagem exterior diferente. E neste sentido, o tom ridicularizado (típico de concursos de beleza) misturado com o humor negro, mais predominante a partir da metade, faz sentido, se o desejo é expor a ferida, criticá-la, e permanecer com a coroa sobre a cabeça.

    Mas falta honestidade. Toda vez que a série tenta inserir um ensinamento valioso (como o da candidata do concurso fora dos padrões estéticos), o faz de maneira vergonhosa. Suas peripécias também não fazem sentido, com personagens irritantes, agindo de formas para lá de inverossímeis (mesmo dentro dos padrões da séries), sem construir a menor relação com o espectador, sobretudo a dupla de co-protagonistas (Debby Ryan e Dallas Roberts). E o que dizer de momentos em que a série debocha do assédio sexual ou pedofilia, como se isto fosse engraçado ou pertinente? O único momento verdadeiramente autêntico está ao término do 10º episódio (se você conseguir chegar lá!), em face a um todo equivocado que não faz o menor esforço para desmentir aquilo que se propõe a criticar.

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