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21 years Pacatuba - (BRA)
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Sempre teremos Paris.

Últimas opiniões enviadas

  • Alma

    Felizmente existem filmes que mais do que maquiados e bem vestidos apelam para uma conversa franca com você do outro lado. Nem sempre isso é possível, mas nunca deixa de acontecer em longas como Okja. Se o mainstream consolidado não produz uma obra de denúncia tão perfeitamente crua e ingênua como essa, existe a indústria secundária que faz. E faz bem. Okja não busca conversar. O filme da metade para o final te
    segura na cadeira e te mostra até aonde vai o buraco do coelho que você entrou quando deu o play.

    É muito bom ter uma produção descentralizada da americana como acontece aqui. Uma nova perspectiva fotográfica, sequencial, e nem é preciso citar o claro comprometimento com um suspense realmente pesado em algumas das poucas cenas decisivas. A ''aventura barata'' como justificativa para o descobrimento realista de uma linha de produção cruel e terrivelmente complacente com sua clientela acontece (é nessa parte que o nariz entorta). Há uma denúncia e uma mensagem em cada personagem. Carregados com personalidades muito distintas, é perfeitamente possível avaliar o que Bong Joon-ho tentou injetar na grande alegoria sobre os maus tratos de animais. O núcleo corporativo do filme é uma evidência disso.

    Okja me intrigou muito mais pela abordagem do que pelo que em si foi mostrado usando do cinema para isso. A forma sucinta como a aventura sul-coreana se propôs a trilhar um caminho tão comprometedor, visceral e repulsivo. Não há aqui um brilho fenomenal do elenco de peso que, mais do que forte, foi simplesmente cumpridor de uma função razoável. Okja surpreende em certas passagens usando da sua própria inocência de filme barato de ''resgate ao fulano". E não haveria outra forma melhor do que essa para dividir opiniões. Embora mais do que simplesmente opinar, é importante retroceder ao debate, e Okja coloca o prato vazio na mesa de 2017. Um soco no estômago e outro na cara. Um questionamento sobre o que é ser realmente humano.

    "Não importa se os animais são incapazes ou não de pensar. O que importa é que são capazes de sofrer" - Mark Twain.

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  • Alma

    Não tenho ideia de como consegui sobreviver todos esses anos sem ter ouvido qualquer menção a este filme. Achei ele por acidente em um fórum da internet e resolvi assistir. O melhor pior filme do mundo se tornou um dos meus longas mais queridos. Assumindo que Wiseau na verdade é um gênio, eu nunca ri tanto com um filme
    de drama e enredo tão maduro (ele tenta ser).

    A cena de um dos primeiros diálogos no topo do prédio, a provocação pelo som da galinha e as contextualizações sem sentido algum que nascem nas interações dos personagens são simplesmente demais para qualquer um se segurar.
    É um filme curto e que te prende bastante apesar de tudo. É perfeitamente possível enxergar como tudo é tão precário e dispensável que se torna divertida a sensação de ''má apreensão". Vale totalmente a pena juntar alguns amigos para assistir. O filme é pouco conhecido no final das contas.

    The Room é um clássico que, apesar de ruim e com fundos independentes, inegavelmente ancorou na indústria com um roteiro e direção destroçadas e de pouco esforço. Há ali uma busca muito clara pelos clichês de drama que são sempre desrespeitadas e se tornam engraçadas quando mal executadas. Ainda acho e possivelmente sempre acharei que The Room não é um filme ruim ou o melhor dos piores, é só um filme preguiçoso que não se leva a sério.

    "You're just a chicken. Chip-chip-chip-chip-chip-chip-chiiiii" - Johnny.

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  • Alma

    A ascensão do DCEU nesses últimos anos tem me trazido muito orgulho. Algo que nunca imaginei que fosse acontecer (e tão rápido) foi esse filme ter saído logo após o estrondo de bilheteria do divisor de águas A Origem da Justiça. Eu não tive pressa alguma para assistir o filme, tanto que só em uma oportunidade de realmente não ter o que ver, aqui estou. Que roteiro danado de trabalhoso durante todos esses anos. Patty Jenkins soltou uma bomba para 2017 e ela não foi pequena. O filme não é inacreditável, mas é muito bem executado. Assim eu o percebi.

    Eu não sou um consumidor assíduo de quadrinhos. Os da Mulher-Maravilha, antigos e recentes, nunca me chamaram muita atenção. Sempre consumi algo mais abaixo do radar dos super-poderes. O que o filme da heroína apresentou foi algo que
    me impressonou bastante pelo cuidado e a qualidade. Claro, há momentos no filme (pouquíssimos) em que essa despreocupação é colocada de lado pelo que eu julgo ser o único defeito aqui: a pressa.

    Um filme, sem pudor algum, te leva em uma viagem e busca te entreter de diversas maneiras. Isso acontece declaradamente pelo gênero (direcionamento). Se um filme de duas horas te apresenta uma história de origem tão rica e movediça do universo
    expandido, eu, pessoalmente, gostaria de ver mais ali que me suprisse além das cenas de ação e progressão previsível de atos. Pode ser uma birra, mas eu acho que se o filme se propusesse a estender-se por mais tempo, faria um trabalho excepcional em estabelecer ali uma referência para a introdução a uma parte do DCEU até então obscura demais.

    Gal Gadot será para mim a eterna e definitiva Mulher-Maravilha. Não é um hype ou contestação, ela é muito boa! Há no filme interpretações muito características que podem se confundir com atuações precárias, o que não é bem verdade. O universo cinematográfico dali tenta misturar o agrado público com o agrado do fã. Nesse caso em específico o público parece ter abocanhado mais do que o segundo tipo. A história em sua complexidade não é tão enxuta e tampouco tão simples, mas foi deixada dessa maneira. Acredito que pelo mesmo motivo da pressa em atravessar a protagonista por tantos cenários, fases e diálogos.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    A grande reviravolta do filme e luta final acabou sendo só... genérica. Não há aqui uma grande batalha travada por força e superação de uma grande personagem. O que existe é uma frase de efeito rasa, uma decisão definitiva sobre o futuro da humanidade e um grande golpe na cara do vilão. Um desfecho que claramente não acompanhou o filme. Ficou evidente aqui uma falta de tempo ou cuidado. Ares apresentou-se como um vilão tão genérico quando o seu embate. A sua representação no ''todo e em qualquer um'' foi muito bem sacada e intrigante. Na verdade uma daquelas coisas que te deixa pensativo durante o filme. Então sim, eu realmente queria que aquele vilão fosse diferente do que se mostrou. Foi um pouco frustrante.

    Como sendo uma peça tão única, diferente e desligada do DCEU usual, com certeza vale a pena ver o filme novamente. Apesar de tudo o que o caracteriza como ousado e singular para os filmes mais ordinários com o mesmo cunho, aqui quem brilha é um
    papel feminino que eu adorei presenciar. Não existem padrões, obrigatoriedades e nem compromissos, só uma missão, uma heroína para efetuá-la e uma discussão válida e persistente sobre nossos papéis no mundo. Maravilhoso!

    "It's about what you believe. And I believe in love. Only love will truly save the world" - Diana of Themyscira.

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  • Filmow
    Filmow

    Alma,

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  • Filmow
    Filmow

    Alma,

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