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26 years Contagem - (BRA)
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Diretores por filmes que tive oportunidade de assistir:

# 1º lugar: (22 filmes)
- Alfred Hitchcock

# 2º lugar: (17 filmes)
- Irmãos Coen

# 3º lugar: (14 filmes)
- Steven Spielberg

# 4º lugar: (13 filmes)
- Martin Scorsese

# 5º lugar: (12 filmes)
- Stanley Kubrick [+ 2 curtas]

# 6º lugar: (9 filmes)
- Robert Zemeckis
- Glauber Rocha [+ 2 curtas]
- Charles Chaplin [+ 2 curtas]
- Yasujiro Ozu
- Luis Buñuel

# 7º lugar: (8 filmes)
- Clint Eastwood [somente como diretor]
- Akira Kurosawa
- David Lean

# 8º lugar: (7 filmes)
- Billy Wilder

# 9º lugar: (6 filmes)
- Miloš Forman
- Tim Burton
- Silver Tendler
- Francis Ford Coppola
- Christopher Nolan

# 10º lugar: (5 filmes)
- David Fincher
- Quentin Tarantino
- Bryan Singer
- John Huston
- Nicholas Ray
- Vittorio De Sica
- George Miller
- Ridley Scott
- James Cameron
- Zhang Yimou
- Nuri Bilge Ceylan
- Edward Yang
- Satyajit Ray
- Paul Thomas Anderson
- Robert Bresson

# 11º lugar: (4 filmes)
- Federico Fellini
- Roman Polanski
- Terrence Malick
- Ingmar Bergman
- Hal Ashby
- Darren Aronofsky
- Woody Allen
- John G. Avildsen
- Oliver Stone
- Irmãs Wachowski
- José Padilha
- Jon Turteltaub
- Brian De Palma
- Fritz Lang
- Sidney Lumet
- Jean-Jacques Annaud
- Elia Kazan
- Frank Capra
- François Truffaut
- Carl Theodor Dreyer
- George Lucas
- Otto Preminger
- Hirokazu Koreeda
- Samuel Fuller
- Wim Wenders
- Asghar Farhadi
- Hou Hsiao-hsien
- Leon Hirszman

# 12º lugar: (3 filmes)
- Walter Salles
- Eduardo Coutinho
- Orson Welles
- George Cukor
- Alan Parker
- Danny Boyle
- Michael Haneke
- David Lynch
- Peter Weir
- Gus Van Sant
- James Mangold
- Arthur Penn
- Sergio Leone
- Mike Newell
- Peter Jackson
- Roland Emmerich
- Zack Snyder
- Alejandro G. Iñárritu
- Jia Zhang-Ke
- Giuseppe Tornatore
- Masaki Kobayashi
- Héctor Babenco
- Franklin J. Schaffner
- Roberto Rossellini
- Luchino Visconti
- John Boorman
- Nelson Pereira dos Santos
- Andrei Tarkovsky
- Majid Majidi
- Aki Kaurismäki
- Juan Carlos Tabío
- Robert Aldrich
- Tsai Ming-liang
- Kleber Mendonça Filho
- Louis Malle
- William Wyler

# 13º lugar: (2 filmes)
- Werner Herzog
- Sergei M. Eisenstein
- Bernardo Bertolucci
- Frank Darabont
- Richard LaGravenese
- Sam Mendes
- Alejandro Amenábar
- Michael Curtiz
- Robert Wise
- John Hughes
- Blake Edwards
- Bruno Barreto
- Robert Altman
- Pedro Almodóvar
- Vincente Minnelli
- Sam Peckinpah
- John Woo
- Ida Lupino
- Abbas Kiarostami
- Kon Ichikawa
- John Ford
- Tony Kaye
- Joseph L. Mankiewicz
- Jean Renoir
- Mohsen Makhmalbaf
- Bahman Ghobadi

# 14º lugar: (1 filme)
- Spike Jonze
- Ang Lee
- Lars Von Trier
- George Stevens
- F. W. Murnau
- Hayao Miyazaki
- Krzysztof Kieslowski
- Jean-Pierre Jeunet
- John Schlesinger
- Isao Takahata
- Jacques Tati
- Alain Resnais
- Andrzej Wajda
- Kaige Chen
- Kenji Mizoguchi
- Kar Wai Wong
- Dariush Mehrjui
- Naomi Kawase
- Apichatpong Weerasethakul
- Henri-Georges Clouzot
- Agnès Varda

Últimas opiniões enviadas

  • Moreira M.

    A vida de Lung está em descompasso em relação às pessoas ao seu redor. Enquanto os demais desejam por significativas mudanças, ele demonstra certa apatia, sendo o único que não pensa em mudanças para sua vida e, também, ciente da realidade dos outros lugares. Assim, parecia aceitar a realidade de sua vida, não tendo perspectiva que um dia tudo pudesse mudar para melhor. Ao contrário de Chin, sua namorada, que alimentando em si essa esperança, desejava partir para os EUA, casar-se com Lung. Mas contraditoriamente, Lung, apesar de não querer mudar sua própria vida, acreditava que poderia ajudar e melhorar a de seus amigos.

    Tapei Story é ao mesmo tempo simples, tocante e profundo que retrata a vida de um homem preso ao passado e uma mulher em busca de um futuro melhor. Podemos perceber que há falta de comunicação contínua e recíproca entre algumas pessoas da trama, reinando o monólogo expressado amargamente e um interlocutor sem emoção. Pessoas tristes, perdidas, angustiadas, apáticas que estão em busca de mudanças, num ambiente urbano marcado pelo distanciamento humano.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    O desfecho e início estão interligados, Lung após ser esfaqueado relembra o passado glorioso no beisebol. Enquanto Chin, como pretendera antes de comprar seu apartamento, se tornou assistente pessoal da Sra. Mei.

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  • Moreira M.

    Num país de inexpressiva indústria e produção cinematográfica, idem ao seu órgão de fomento, não é se de estranhar que 7 Caixas (Siete Cajas) seja o longa-metragem referencial do cinema paraguaio. Isso não significa que tal filme seja ruim, longe disso; ou que de fato não mereça esse status, pois nesse pauperismo para com sua sétima arte é mais do que compreensível que sim! Mas não deveria! Não deveria simplesmente porque o cinema paraguaio ainda se encontra bastante relegado, e suas produções ocorrem de maneira muito esporádicas, assim estando muito distante dos respectivos cinemas incipientes da América Latina: Uruguai, Peru, Venezuela, Colômbia, Bolívia e Equador.

    Houve demasiadamente adoção de subterfúgios para prender o espectador. Isso chega a irritar! O enredo está inflado de clichês, sendo cada cena subsequente extremamente previsível. O argumento é pouquíssimo convincente. Apresenta personagens muito caricatos e mal desenvolvidos. A trama se dá através de incidentes grotescos, na qual são sucedidas por outros incidentes bizarros, brutescos e improváveis. 7 Caixas sustenta-se unicamente por sua ótima qualidade técnica: particularmente aos movimentos de câmeras e excessiva sonoplastia, que indiscutivelmente foi capaz de satisfazer o espectador moldado na estética do espetáculo de Hollywood. Observa-se muito mais formas pré-forjadas do que conteúdo "sui generis". Apesar disso, é recomendável para aqueles cinéfilos que tem interesse em conhecer a filmografia latino-americana.

    As personagens principais de Siete Cajas sempre são interceptadas pelas personagens coadjuvantes. Nunca não há pausa para o espectador resfolegar, pois a aposta dessa película é restritamente sua desenfreada ação. A cada cena, mas sem critério algum, a trama segue na artificialidade escancarada! Personagens imaturos e pouco convincentes, espécie de ventríloquos. O diretor é uma espécie de ilusionista fajuto, que tenta hipnotizar o espectador diante de suas emaranhadas imagens em movimentos, cuja carece de lógica e mais do que isso, destituído de essência!

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    E contraditoriamente o desfecho é a personagem de Victor rindo da própria desgraça, ao ter sua imagem que fora gravada enquanto refém, exibida no noticiário televisivo.

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  • Guilherme Oliveira
    Guilherme Oliveira

    Sim. Assisti ao filme Glory - indicado por você. Interessante confirmarmos que todos os povos carregam mazelas sociais semelhantes. Um simples objeto para determinado indivíduo pode representar sua história, e perdê-lo significaria sua ruína. Outra pessoa pode visualizar o mesmo como algo completamente insignificante. Já um terceiro pode avaliá-lo e tirar proveito das circunstâncias ao redor. Estamos inseridos em um contraste social que não permite pessoas vivenciarem outras visões de mundo e, por consequência, cativar empatia pelo próximo: Petrov não entendia o que estava acontecendo ao seu redor. Júlia, por sua vez, julgava os preceitos de Petrov como irrelevantes. Esse ciclo infelizmente é interminável e não consigo nominar culpados. Espero conferir o primeiro trabalho dos diretores em breve.

    Então, finalizei a terceira e derradeira temporada de The Leftovers. Talvez o show mais melancólico, instigante e poético que tive o privilégio de degustar. Lindelof aproveitou muito bem sua segunda oportunidade (rsrsrs). Pensando seriamente em começar Game Of Thrones. O seriado mais badalado da cultura pop (que medo). E claro: ansioso pela última temporada de Freddy Merc ops! Mr. Robot. Vossa senhoria tem consumido algo?

    Sim. Sou um grande consumidor de Podcasts. O citado por você é excepcional. Os episódios dissecando a carreira do Kubrick e sobre o filme O Exorcista são os meus preferidos. Claro, levando-se em consideração que ainda não escutei os dedicados a Billy Wilder (rsrsrs). Então, toquei no assunto porque gostaria de indicar um sobre política internacional e afins chamado Xadrez Verbal.

    Inté.

  • Guilherme Oliveira
    Guilherme Oliveira

    Gostei bastante da sua reflexão. De fato, são polos com características semelhantes. E, sendo bem probo, hoje visualizo todos funcionando domesticamente. Na Europa, por exemplo, países que outrora afloraram o cinema com seus movimentos (França, Itália, Rússia), atualmente, também travam duros embates para sobreviver em seus lares e permanecerem vivos ao redor do globo. Acredito que o cinema do Leste Europeu está em pé de igualdade com a ´´Nata Européia``. Não apenas em termos de qualidade de conteúdo, mas também de meios produtivos e subsistência cotidiana. Digo o mesmo em relação ao nosso lado da moeda: contando com o auxilio de festivais e entusiastas para propagarem suas produções, angariando migalhas e insultos para continuar produzindo domesticamente, e assistindo calado uma máquina de produção incontrolável (EUA) pedindo seu vasto espaço de cada dia. Grato pelas três indicações!

    O nome de Satyajit Ray está entrelaçado com sua trilogia. Creio ser o primeiro contato da grande maioria (e seria a minha também) com essa importante peça do cinema. Obrigado pelos esclarecimentos e orientações.
    Foram citadas grandes obras do cinema nacional, como A Falecida, O Caso dos Irmãos Naves e São Bernado. Você adquiriu versões restauradas da Videofilmes ou algo do tipo? Pois nutro uma imensa vontade de assistir aos dois primeiros, mas consegui versões muito ruins (especificamente o áudio). Carecemos urgentemente de uma curadoria abrangente e decente. Caso possua um bom torrent não hesite em compartilhar (rsrsrs).

    Então, eu desconheço esse movimento diversificado do nosso cinema, intitulado como Cinema Marginal (ou de Invenção). Meu contato acontece (até aqui) via terceiros. Nomes como os experimentais O Anjo Nasceu, Matou a Família e Foi ao Cinema e Abismo. Além do cultuado O Bandido da Luz Vermelha (já citado por você) e o A Mulher de Todos (já inserido na política do pão e circo). Futuramente, essa será a sequência que irei percorrer e, assim que concretizada, falaremos a respeito.

    Você é consumidor de Podcasts?

    Até breve!

  • Guilherme Oliveira
    Guilherme Oliveira

    Fala Moisés! Bom falar contigo novamente. Ainda mais levando-se em consideração que conversas futuras poderão ocorrer dentro do DOPS (rsrsrs), Brincadeiras e exageros à parte, mas este sorumbático regresso que presencio todos os dias me assusta. Infelizmente, não tenho feito muita coisa. Estou expandindo minha casa em decorrência de uma reestruturação familiar. Isso tem custado-me tempo e muita paciência. Abdiquei-me de alguns projetos pessoais em prol desse objetivo.

    Já em relação ao frutífero mundo da sétima arte, afirmo-lhe que vi e tenho acompanhado algumas coisas. Começando pelo hemisfério dos afáveis zumbis de George Romero, em A Noite dos Mortos-Vivos e Despertar dos Mortos. O primeiro foi mais impactante. A continuação descamba para o cômico, mas mantém o teor crítico intacto. Recentemente, fui apresentado à obra que influenciou muita coisa desse ambiente. Trata-se de O Parque Macabro. Uma película americana independente que, pode até possuir um enredo previsível, mas o conjunto da obra é belo demais: fotografia em preto e branco, a atriz principal e o papel da protagonista em si (longe daqueles esteriótipos femininos). Enfim, três grandes obras.

    Na Europa, passei pelo cinema alemão e francês. Assisti ao filme de Murnau (A Última Gargalhada). O ritual da transição nunca é fácil. Aceitar que o corpo não corresponde aos mandamentos (ou truques) do cérebro demanda tempo. O problema é que o mundo onde estamos inseridos não exala paciência. Ainda mais em um mundo em que somos apenas peças removíveis de um sistema corrosivo. Em solo francês, descobri Monsieur Hire. Uma película sobre amor, desencontros, hábitos, solidão. Gostei bastante.

    Em terras tupiniquins acompanhei dois filmes: Central do Brasil (revisto pela terceira vez) e o mineiro Arábia. Road-movies que contemplam o anseio pela busca da identidade ou alguma origem para chamar de sua. Arábia foi uma das melhores coisas que assisti este ano. É o retrato de quase todo brasileiro que sobrevive, dia após dia, subjugado e com muito pouco nesse país miscigenado. A trilha sonora expõe tal mistura com maestria: vai de sertanejo de viola à Racionais.

    Na terra do Tio Sam, deparei-me com um dos pilares daquele cinema. Trata-se de O Tesouro de Sierra Madre. É sempre instigante visualizar nossos sentimentos mais sórdidos interpretados por terceiros. Assim podemos julgá-los sem culpa. Filmaço! Outra película daquele período que assisti foi Acorrentados. Lembrei-me de Todo Mundo Odeia o Chris. Quando o diretor, Edward, escreve Caruso e Chris em um programa intitulado Parceria (ou algo semelhante) e cita esse filme. Carrega muitos tropeços, mas ainda sim é um bom filme. E por último, mas não menos importante, cito Brokeback Mountain. Uma aula sobre a relação humana. Um brinde ao amor sem distinção. Belíssimo clássico contemporâneo.

    Agora adentrando no mundo dos seriados… O que dizer de Better Call Saul? Sublime! Seria loucura cogitar a participação da Kim, no universo Breaking Bad? Como uma espécie de braço invisível de Saul Godman. Sei que ela não existe no seriado principal, mas não precisaria aparecer para isso. Ela já nos mostrou o que pode fazer. E, querendo ou não, sua personagem deu o empurrão derradeiro para que, Jimmy Sabonete McGill, se transformasse naquilo em que conhecemos. Chegamos aqui com todos os arcos concluídos. Os personagens avançaram para um estado sem volta: Jimmy, Kim, Nacho, Mike… Aliás, o misancene da cena final entre Mike e o ingênuo Werner foi extraordinária. Ficaria satisfeito, caso Gillian encerrasse seu projeto aqui.

    Em relação às produções originais da Netflix, estou acompanhando Ozark. Série que possui um engate semelhante à Breaking Bad: circunstância, acaso ou vontade própria fazendo pessoas aflorarem ambições e desejos até então submersos. Além de Atypical. Produção com uma estética focada no público jovem que aborda o inóspito e agitado mundo de Sam. Um adolescente diagnosticado com autismo.

    Fora do alcance da gigante do streaming, estou acompanhando a última temporada de TBBT. Assim como Fear The Walking Dead e a nona temporada de The Walking Dead. Agora, meu caro, gostaria de fazer uma pequena indicação: trata-se de The Leftovers Produção da HBO, assinada por  Damon Lindelof (Lost). São apenas três temporadas. Ainda não conferi a última. Nutrir o sentimento melancólico do fim não é prazeroso (rsrsrs). Mas digo sem pestanejar: uma excelente produção subestimada.

    Caminhando para o final de minha escrita, gostaria de agradecê-lo pela curtida em um comentário feito por mim acerca da obra Cinzas Que Queimam. Novamente: obrigado! Não sabia que tínhamos um grupo em comum (Podcast Filmes Clássicos). Notei quando vi uma notificação e alertava sobre o seu comentário nele (rsrsrs). Excelente grupo e podcast. Aliás, há outro chamado Espaço da Sétima Arte. Onde habita um vasto acervo de filmes disponíveis para download. Vale uma visita.

    Enfim, por enquanto é isso. E quais são suas novidades? Abraço!

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