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Diretores por filmes que tive oportunidade de assistir:

# 1º lugar: (22 filmes)
- Alfred Hitchcock

# 2º lugar: (17 filmes)
- Irmãos Coen

# 3º lugar: (14 filmes)
- Steven Spielberg

# 4º lugar: (13 filmes)
- Martin Scorsese

# 5º lugar: (12 filmes)
- Stanley Kubrick [+ 2 curtas]

# 6º lugar: (9 filmes)
- Robert Zemeckis
- Glauber Rocha [+ 2 curtas]
- Charles Chaplin [+ 2 curtas]
- Yasujiro Ozu
- Luis Buñuel

# 7º lugar: (8 filmes)
- Clint Eastwood [somente como diretor]
- Akira Kurosawa
- David Lean

# 8º lugar: (7 filmes)
- Billy Wilder

# 9º lugar: (6 filmes)
- Miloš Forman
- Tim Burton
- Silver Tendler
- Francis Ford Coppola
- Christopher Nolan

# 10º lugar: (5 filmes)
- David Fincher
- Quentin Tarantino
- Bryan Singer
- John Huston
- Nicholas Ray
- Vittorio De Sica
- George Miller
- Ridley Scott
- James Cameron
- Zhang Yimou
- Nuri Bilge Ceylan
- Edward Yang
- Satyajit Ray
- Paul Thomas Anderson

# 11º lugar: (4 filmes)
- Federico Fellini
- Roman Polanski
- Terrence Malick
- Ingmar Bergman
- Hal Ashby
- Darren Aronofsky
- Woody Allen
- John G. Avildsen
- Oliver Stone
- Irmãs Wachowski
- José Padilha
- Jon Turteltaub
- Brian De Palma
- Fritz Lang
- Sidney Lumet
- Jean-Jacques Annaud
- Elia Kazan
- Frank Capra
- François Truffaut
- Carl Theodor Dreyer
- George Lucas
- Otto Preminger
- Hirokazu Koreeda
- Samuel Fuller
- Wim Wenders
- Asghar Farhadi
- Hou Hsiao-hsien
- Leon Hirszman
- Robert Bresson

# 12º lugar: (3 filmes)
- Walter Salles
- Eduardo Coutinho
- Orson Welles
- George Cukor
- Alan Parker
- Danny Boyle
- Michael Haneke
- David Lynch
- Peter Weir
- Gus Van Sant
- James Mangold
- Arthur Penn
- Sergio Leone
- Mike Newell
- Peter Jackson
- Roland Emmerich
- Zack Snyder
- Alejandro G. Iñárritu
- Jia Zhang-Ke
- Giuseppe Tornatore
- Masaki Kobayashi
- Héctor Babenco
- Franklin J. Schaffner
- Roberto Rossellini
- Luchino Visconti
- John Boorman
- Nelson Pereira dos Santos
- Andrei Tarkovsky
- Majid Majidi
- Aki Kaurismäki
- Juan Carlos Tabío
- Robert Aldrich
- Tsai Ming-liang
- Kleber Mendonça Filho

# 13º lugar: (2 filmes)
- Werner Herzog
- Sergei M. Eisenstein
- Bernardo Bertolucci
- Frank Darabont
- Richard LaGravenese
- Sam Mendes
- Alejandro Amenábar
- William Wyler
- Michael Curtiz
- Robert Wise
- John Hughes
- Blake Edwards
- Bruno Barreto
- Robert Altman
- Pedro Almodóvar
- Vincente Minnelli
- Sam Peckinpah
- John Woo
- Ida Lupino
- Abbas Kiarostami
- Kon Ichikawa
- Louis Malle
- John Ford
- Tony Kaye
- Joseph L. Mankiewicz
- Jean Renoir
- Mohsen Makhmalbaf
- Bahman Ghobadi

# 14º lugar: (1 filme)
- Spike Jonze
- Ang Lee
- Lars Von Trier
- George Stevens
- F. W. Murnau
- Hayao Miyazaki
- Krzysztof Kieslowski
- Jean-Pierre Jeunet
- John Schlesinger
- Isao Takahata
- Jacques Tati
- Alain Resnais
- Andrzej Wajda
- Kaige Chen
- Kenji Mizoguchi
- Kar Wai Wong
- Dariush Mehrjui
- Naomi Kawase
- Apichatpong Weerasethakul
- Henri-Georges Clouzot

# Diretores que pretendo acompanhar/conhecer:
- Coreia do Sul: Kim Ki Duk; Park Chan-wook
- Estados Unidos: Cecil B. DeMille
- Itália: Pier Paolo Pasolini; Valerio Zurlini
- Hungria: Béla Tarr
- Rússia: Aleksandr Sokurov
- Irã: Jafar Panahi
- Grécia: Theodoros Angelopoulos

Últimas opiniões enviadas

  • Moreira M.

    A vida de Lung está em descompasso em relação às pessoas ao seu redor. Enquanto os demais desejam por significativas mudanças, ele demonstra certa apatia, sendo o único que não pensa em mudanças para sua vida e, também, ciente da realidade dos outros lugares. Assim, parecia aceitar a realidade de sua vida, não tendo perspectiva que um dia tudo pudesse mudar para melhor. Ao contrário de Chin, sua namorada, que alimentando em si essa esperança, desejava partir para os EUA, casar-se com Lung. Mas contraditoriamente, Lung, apesar de não querer mudar sua própria vida, acreditava que poderia ajudar e melhorar a de seus amigos.

    Tapei Story é ao mesmo tempo simples, tocante e profundo que retrata a vida de um homem preso ao passado e uma mulher em busca de um futuro melhor. Podemos perceber que há falta de comunicação contínua e recíproca entre algumas pessoas da trama, reinando o monólogo expressado amargamente e um interlocutor sem emoção. Pessoas tristes, perdidas, angustiadas, apáticas que estão em busca de mudanças, num ambiente urbano marcado pelo distanciamento humano.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    O desfecho e início estão interligados, Lung após ser esfaqueado relembra o passado glorioso no beisebol. Enquanto Chin, como pretendera antes de comprar seu apartamento, se tornou assistente pessoal da Sra. Mei.

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  • Moreira M.

    Num país de inexpressiva indústria e produção cinematográfica, idem ao seu órgão de fomento, não é se de estranhar que 7 Caixas (Siete Cajas) seja o longa-metragem referencial do cinema paraguaio. Isso não significa que tal filme seja ruim, longe disso; ou que de fato não mereça esse status, pois nesse pauperismo para com sua sétima arte é mais do que compreensível que sim! Mas não deveria! Não deveria simplesmente porque o cinema paraguaio ainda se encontra bastante relegado, e suas produções ocorrem de maneira muito esporádicas, assim estando muito distante dos respectivos cinemas incipientes da América Latina: Uruguai, Peru, Venezuela, Colômbia, Bolívia e Equador.

    Houve demasiadamente adoção de subterfúgios para prender o espectador. Isso chega a irritar! O enredo está inflado de clichês, sendo cada cena subsequente extremamente previsível. O argumento é pouquíssimo convincente. Apresenta personagens muito caricatos e mal desenvolvidos. A trama se dá através de incidentes grotescos, na qual são sucedidas por outros incidentes bizarros, brutescos e improváveis. 7 Caixas sustenta-se unicamente por sua ótima qualidade técnica: particularmente aos movimentos de câmeras e excessiva sonoplastia, que indiscutivelmente foi capaz de satisfazer o espectador moldado na estética do espetáculo de Hollywood. Observa-se muito mais formas pré-forjadas do que conteúdo "sui generis". Apesar disso, é recomendável para aqueles cinéfilos que tem interesse em conhecer a filmografia latino-americana.

    As personagens principais de Siete Cajas sempre são interceptadas pelas personagens coadjuvantes. Nunca não há pausa para o espectador resfolegar, pois a aposta dessa película é restritamente sua desenfreada ação. A cada cena, mas sem critério algum, a trama segue na artificialidade escancarada! Personagens imaturos e pouco convincentes, espécie de ventríloquos. O diretor é uma espécie de ilusionista fajuto, que tenta hipnotizar o espectador diante de suas emaranhadas imagens em movimentos, cuja carece de lógica e mais do que isso, destituído de essência!

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    E contraditoriamente o desfecho é a personagem de Victor rindo da própria desgraça, ao ter sua imagem que fora gravada enquanto refém, exibida no noticiário televisivo.

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  • Guilherme Oliveira
    Guilherme Oliveira

    Não há dúvida! É sempre benéfico passar por tais experiências, mesmo que o resultado não seja o esperado no momento. Torna-se um preparatório para o futuro. Sigamos em frente!

    Não. Infelizmente ainda não tive oportunidade de assistí-los.

    Há tempos não vejo um seriado nacional. Dizem que essa produção está bem avaliada lá fora. Irei aguardar o seu veredito (rsrsrs). Bem, também não tenho acompanhado muita coisa. Dentre os seriados, no momento, estou acompanhando Fear the Walking Dead e 13 Reasons Why.Recomendaram-me por diversas vezes La Casa de Papel. Uma produção espanhola que está surfando em um hype enorme. Quem sabe em um futuro próximo… Também assisti ao documentário A Máscara Em Que Você Vive. O modo como nós (homens) somos condicionados a ostentar uma faceta máscula impenetrável, desde a infância — é apavorante.

    No mundo cinematográfico, assisti aos filmes Guerra dos Canudos, O Círculo do Poder e Assassinato em Primeiro Grau. Gostei principalmente da primeira: um épico nacional que retrata de forma satisfatória um importante capítulo da nossa triste, mas rica história.

  • Guilherme Oliveira
    Guilherme Oliveira

    Muito grato pela lembrança! Infelizmente ( ou não) devo acrescentar duas primaveras: são vinte e nove. Sendo assim: respeita o tio! Fui agraciado com a quadrilogia Pânico. Uma franquia que carrego muito carinho. Nada mais justo que revê-la munido de muita pipoca e doses equilibradas de Coca-Cola c/Vodka (rsrsrs).

    Não esquente com isso. Então, como está a situação do concurso? Tomei conhecimento de forma rasa do imbróglio acerca do processo. Espero que não tenha sido prejudicado.

    Cheguei ao fim da temporada de Mr. Robot. Ainda bem que não oferto serviços esotéricos (rsrsrs). O quinto episódio, esteticamente falando, fora algo magnífico de se contemplar. Assim como o oitavo, onde Elliot finalmente constata (da pior maneira possível): o capitalismo é forte demais para ser derrubado. Ele sempre se erguerá. Sua falta de perspectiva, naquele momento, contrasta com a figura do pequeno Mohammed. Onde munido de todo pacote infantil (curiosidade/ingenuidade/insolência) e, atingido por todo contexto que o cerca (falta de informação/desonestidade intelectual/preconceito) acaba por acender um prisma involuntário na vida do protagonista. Dois episódios que gostei bastante em particular. Enfim, vejo aqui um seriado em seu ápice, perfeitamente engatilhado para o seu desfecho (espero que o retorno de Vera confirme minha teoria).

    Cara, agora é a minha vez: boletos pagos, juízo moderado, filmes/livros amontoados, grandes desafios, metas alcançadas e um excelente estado clinico — para gozar disso e mais um pouco. Felicidades, meu caro! Um grande abraço!

  • Guilherme Oliveira
    Guilherme Oliveira

    Sim. Você está correto! Gosto de arquitetar e executar o meu próprio cronograma de estudo.

    Acredito! Foi apenas mais um trocadilho infame, baseado em seu crescente interesse pela literatura. Entre cadastros, devoluções e idas/vindas da biblioteca — uma vibe social poderá brotar ou não a qualquer instante (rsrsrs).

    Sim, preciso conhecer urgentemente tais polos do cinema. Tenho flertado, há algum tempo, com A Cidade das Tristezas — desde que eu a vi em sua lista. Não me surpreende sua classificatória de diretores. Levando-se em consideração sua admiração com a obra de E. Yang, relatada em conversas pregressas. Além das obras descritas por você anteriormente (além de That Day, on the Beach), gostei muito da sinopse de Os Terroristas. Edward Yang será um cineasta que dissecarei em breve. Grato pelas indicações!

    No amplo dos seriados, terminei a quarta temporada de Black Mirror. Destaco dois episódios: o quarto, intitulado Hang the DJ. Definitivamente um dos grandes instantes da série. Na era do amor líquido e dos algorítimos — a procura pelo match perfeito continua patética e insaciável. E o último, intitulado Black Museum (uma espécie de Museu do Crime da Scotland Yard). Onde três contos são apresentados por Rolo Haynes, guia e proprietário —a uma jovem (e única visitante) do local. Mas, embora sejam unidos pela temática consciência, acredito que seriam melhores dissecados como atos individuais.

    Também estou acompanhando Mr. Robot (indo para o quinto episódio). Devo admitir que nunca estive tão empolgado com a série. Quem não gostaria de reinscrever a sua história? Seria a ação de manipular o tempo/universo paralelo a grande ambição/poder da Whiterose!? Estaria o misterioso Irving escrevendo um novo roteiro para sua vida? Alias, esse fascinante personagem parece ter emergido dos anos oitenta. Seu gestual e vestimentas seriam um indício!? (...) Darlene estaria planejando uma falsa morte (em decorrência de um acidente aéreo), afim de ludibriar a Dark Army e o FBI !? Não reclamar seus documentos (com a garota no metrô) é parte do plano!? Essa vibe social motivada por carência com a agente Dom está muito suspeita… Tô doidão (rsrsrs)!!!

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