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Últimas opiniões enviadas

  • Fernanda Valle

    *suspiro... a minha decepção é tão grande qto a esse filme que quando alguém me pergunta o que achei do filme eu só consigo dar um suspiro de decepção.

    Não me julgue mal, não odiei o filme inteiro, na realidade eu acho que ele teve até várias cenas muito legais, mas para mim o filme foi só isso, cenas legais sem nenhum roteiro e personagens sólidos para uni-las. Serio, a medida que via o filme consegui visualizar várias cenas que poderiam render um pôster legal ou um GIF super bacana, no entanto, isso não foi suficiente para fazer com que o filme supere o primeiro ou o segundo da trilogia (não vou comentar o terceiro porque qualquer porcaria é melhor do que aquilo).

    O primeiro ponto que eu gostaria de comentar são os plot holes (furos de roteiro) e situações completamente fora da lógica. Vi muitas pessoas justificando tais buracos no fato de o filme ser uma ficção científica, o que daria uma licença aos produtores para fazer o que bem entender com o seu roteiro.

    Foi mal, mas eu tenho que discordar. Uma história DEVE manter uma sequencia lógica dentro do seu próprio universo, independente de ser uma história fictícia ou real. Só porque o universo no qual é passado o roteiro é fictício, não significa que NADA no roteiro não precisa fazer sentido – para mim isso demonstra preguiça dos roteiristas de criar uma coisa plausível dentro de um contexto fictício.

    Dito isso, vou falar com spoilers agora, então, esteja avisado.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    A ideia da concepção de um “novo” dinossauro através de mutação genética de fato não me incomodou. Isso porque, se você parar para pensar, todos os outros dinossauros foram criados através de mutações genéticas visto que, conforme aprendemos no primeiro filme, os cientistas tiveram que usar sequencias de DNA de outros animais (como sapos, lagartos, etc.) para preencher as lacunas existentes nos DNAs dos dinossauros. E, sério, só faltava um passo para que estes mesmos cientistas, que já estavam brincando de ser deus, criassem algo completamente novo e letal.

    O que me irritou foi a completa falta de lógica na motivação dos “vilões” cujo objetivo no filme era passar a usar dinossauros como armas de guerra. WHAT. THE. FUCK. Sério, qualquer pessoa com um mínimo de inteligência conseguiria visualizar que isso além de ser completamente estúpido e inviável (dentro do contexto) é um desperdício de recursos. Ora, se os humanos estão tentando, a cada vez mais, fazer uso de armas governadas por robôs ao invés de seres vivos para facilitar a guerra, porque diabos alguém usaria um dinossauro – um investimento de milhões ou bilhões de dólares – para lutar em uma guerra para acabar morto e seu investimento ir para o brejo (sem tirar o fato de que tentar controlar os bichos seria estupido, conforme comprovado no próprio filme).

    Eu acho que se o filme tivesse um vilão adequado (e não estou falando da atuação do Vincent D’Onofrio, que é um ótimo ator, como ele está demonstrando na serie do Demolidor) com um motivo plausível, eu teria ficado menos irritada com a serie de outros furos estúpidos no roteiro.

    PONTOS NEGATIVOS:
    1. Personagens fracos e sem dimensão. Tirando o Owen, que sinceramente, só me agradou porque ele tinha cenas mega badass, parecia que os roteiristas jogaram no google e decidiram por colocar todos os personagens clichés existentes no universo cinematográfico: pais divorciando – check; adolescente revoltado – check; menino mega entusiasmado com dinossauros – check; mulher workaholic – check....

    Não sabemos nada desses personagens, como background ou personalidade. Até o próprio Owen para mim foi uma grande incógnita – porque diabos um ex-fuzileiro naval iria trabalhar como treinador de dinossauros?! Ele tinha alguma experiência prévia treinando animais? Ele teve um encontro prévio com dinossauros que levaram os donos do parque a acreditar que ele era o novo Cesar Milan dos dinossauros? So many plot holes...
    2. Qual foi a necessidade deles introduzirem a linha dos pais divorciados? O que isso contribuiu ao roteiro? Isso só foi para aproximar os irmãos? Serio, é tão estúpido porque as situações de perigo por si só já teriam fortalecido os laços fraternos, sem a necessidade de termos uma atuação infantil medíocre.
    3. USAR RAPTORS COMO ARMAS BÉLICAS. (-_-;)
    4. Efeitos especiais estúpidos. O meu marido, que não é tão viciado em filmes como eu, disse que ele achou os efeitos especiais do primeiro filme melhores do que desse e eu tenho que concordar. A utilização do CGI foi tão grande que os dinossauros pareciam falsos – eu esperava muito mais, sério!
    5. A estrela do filme – indominus-rex – mal mal aparece no filme! Conseguimos ver uma patinha ali, um pedaço de cauda aqui, o olho dele, mas ele de corpo inteiro só conseguimos ver direito no final do filme... e te falo, para um dinossauro altamente inteligente, os tubarões do filme Do Fundo do Mar (“Deep Blue Sea”) se demonstraram mais inteligentes e espertos do que o I. Rex. Sinceramente, tirando a cena em que ele forja a sua escapada para atrair os humanos à sua jaula, eu acho que todas as suas ações são baseadas em instinto ao invés de inteligência. O fato de ele usar sua capacidade de não aparecer em leitura térmica e suas habilidades de camuflagem podem ser justificadas no instinto animal de necessidade de esconder e se proteger. Apesar de a nova criatura ser parte raptor, acredito que os terríveis raptors do primeiro filme e do segundo se mostraram mais inteligentes e espertos do que o I. Rex (lembram da cena da porta?). Na verdade, para mim, o que ele fez foi sair correndo pela ilha matando tudo que via na frente sem nenhum critério e demonstrando e mesmo nível de inteligência do T-Rex, por exemplo.
    6. Uma mulher correndo pela selva de SALTO ALTO – e não é um salto baixo, eu um puta salto agulha de 12 cm. Serio, eu uso salto dessa altura para trabalhar todos os dias, e eu não correria nesses sapatos num piso liso, quiçá numa floresta.
    7. Essa mesma mulher correndo de SALTO ALTO, sendo perseguida por um TIRANOSSAURO REX e conseguindo ser MAIS RÁPIDA DO QUE ELE. Essa hora eu soltei um suspiro de frustração tão grande que a pessoa que estava sentada na minha frente no cinema olhou para trás e disse: “eu concordo, é muito ridículo”. É imaginação minha ou aquela cena maravilhosa do T-Rex correndo atrás do jipe e quase conseguindo alcança-lo não aconteceu? (“Must go faster!”).
    8. A cena final na qual o Mosassauro (aquele dinossauro aquático grandão), pula para fora da “piscina” dele, abocanha o I-Rex dando um ponto final na luta. O que motivou o dinossauro baleia a pular para fora da piscina? Se ele conseguia fazer isso, porque ele nunca o fez antes? A porcaria do parque não segurança alguma, serio. Para mim teria sido muito mais plausível se o T-Rex e o raptor tivesse empurrado o I-Rex para dentro da lagoa e, aí sim, o Mosassauro tivesse abocanhado o bicho.
    9. Cenas misóginas e cheias de estereótipos.
    10. Humanos que criam dinossauros, mas são incapazes de criar armas para mata-los. Sério, se, depois de tudo que aconteceu nos primeiros 3 filmes, os humanos não aprenderam a não mexer com dinos, o mínimo que eles poderiam fazer seria criar armas incrivelmente poderosas capazes de matar os bichos. Eu entendo a hesitação inicial de querer derrubar o I-Rex com tranquilizantes para eles não perderem o investimento, mas depois que viram o poder de destruição do bicho? Pega toda a artilharia pesada e parte para guerra! Uma coisa que não entendi foi o fato de que os badass que apareceram depois – tipo uns mercenários de elite para matar os dinos – saíram para caçar o dino A PÉ. Eu não entraria naquela selva sem, ao menos, um tanque de guerra por nada no mundo.
    11. A mudança de lealdade dos Raptors. Eu, sinceramente, curti a explicação de que os Raptors vêem Owen como alpha deles – teve um imprinting e Owen está com eles desde infância. Dito isso, para todos os animais que vivem em bando, os membros do bando somente mudam de lealdade quanto ao seu alpha se, em uma batalha, o alpha for morto ou ficar evidente que ele é mais fraco do que seu oponente. Isso não aconteceu no filme – só bastou os raptors conversarem rapidinho com o I-Rex, para mudarem de lado. E ai, posteriormente, depois de darem uma olhadinha em Owen, uma luz acendeu na cabeça dos raptors e eles lembraram que aquele humano doido é o real alpha deles, fazendo com que eles mudem de lado de novo. Serio, se Owen tivesse reconquistado a confiança dos raptors fazendo algo heroico (tipo salvado um deles independente deles tentarem mata-lo), essa cena seria mais plausível.
    12. Falando nessa cena final, porque, diabos, o T-Rex consegue se comunicar com Blue (raptor)? E porque esse mesmo T-Rex, depois de ter destruído a ameaça maior (I-Rex), não tentou comer os humanos? Ele, com certeza, estaria morto de fome depois daquela batalha sangrenta, então por que diabos ele não se tornou agressivo? Em todos os filmes do Jurassic, vemos que o T-Rex é uma máquina diabólica que não para até ter comido ou ter tentado comer todos os humanos que cruzam o seu caminho, então não faz sentido nenhum ele simplesmente sair andando, como se fosse um herói do velho oeste caminhando em direção ao pôr do sol depois de ter cumprido o seu papel.
    13. Transformação de um filme thriller cheio de suspense, para um filme de criancinha. Onde estavam as cenas que nos faziam pular da cadeira de susto? A antecipação de ver uma poça d’agua tremendo indicando que o T-Rex is in the house? A construção do momento em que sabíamos que algo muito ruim iria acontecer, fazendo com que ficássemos já na beira da cadeira esperando o susto? Nada disso aconteceu nesse filme. As cenas de perigo eram completamente previsíveis e sem suspense algum (tirando a cena inicial da armadilha do I-Rex). Achei o filme completamente infantil e inapropriado para o público alvo.

    Eu poderia falar muito mais, mas prefiro assistir o Jurassic Park e relembrar porque essa franquia era maravilhosa até os 3º e 4º filmes.

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  • Fernanda Valle

    JÁ PEÇO DESCULPAS PELO POST GIGANTESCO.

    Ah, as adaptações... tenho uma relação de amor e ódio com as adaptações de livros. Por um lado, eles podem fazer um bom trabalho (apesar de que os leitores nunca se darão por satisfeitos) e entregar um filme à altura do livro (Senhor dos Anéis, Harry Potter, Como Treinar seu Dragão – para mim).

    Por outro, eles podem fazer uma coisa apenas pelo seu fim comercial, sem nenhuma preocupação em manter a integridade da historia, pegar somente algumas cenas que os produtores acham que vai vender mais o filme e acabar com o roteiro original de um livro (acho que não teria espaço aqui para a quantidade de filmes que destruíram as historias originais de livros – Divergente, Instrumentos Mortais, John Carter... novamente, na minha opinião).

    Este filme, para mim, está no meio destas duas categorias. Apesar de eu ter achado que o roteiro e a produção ficaram interessantes, eu acho que o forte enfoque na relação romântica de Mia fez com que a sua escolha – se ela deve ficar – diminuísse de importância.

    Não me leve a mal, eu sei que o objetivo dos produtores foi de vender uma história de amor para seu público alvo – pre-teens e teens – mas, ao optar por focar na parte romântica da história, os produtores perderam o diferencial que este livro possui.

    Quando li o livro, o que ficou marcado na minha memória foi a relação de Mia com seus pais e com seu irmão. Os três são roqueiros de carteirinha, sabem falar de cor e salteado nomes de bandas e discutir estilos de punk rock. Em contrapartida, existe Mia que é completamente diferente deles – tanto na aparência, quanto em seu estilo musical: música clássica.

    A parte mais maravilhosa do livro foi ver o conflito emocional de Mia por ser tão diferente, mas ao mesmo tempo incapaz de se comprometer a ser mais parecida com sua família visto que a música clássica faz parte do seu ser. Do mesmo modo que o rock estava sedimentado na personalidade de sua família e de Adam, a música clássica e o violoncelo estavam encrustados na de Mia.

    Todavia, independente disso, Mia possui uma incrível relação familiar. No livro conseguimos ver como seus pais são totalmente legais (sério!), seu irmão é a coisa mais divertida do mundo (fiquei chateada de eles não terem dado espaço para Ted, ele era espetacular) e como eles a apoiam e fazem de tudo para ela – mesmo não conseguindo entender, completamente, o mundo de Mia. Vemos que a sua família é tudo para ela. Sim, Adam também é muito importante, mas no livro vemos que sua família também ocupa um grande espaço na vida e no coração de Mia.

    E, com esse cenário tão peculiar familiar, e romântico, a autora nos coloca a grande questão: você ficaria?

    Isso que torna o final do livro, e do filme, um final bittersweet (agridoce). Porque, quando lemos, entendemos que não existe escolha perfeita. Independente do que Mia escolher – se vai ficar ou se vai partir – ela vai sair perdendo.

    Por isso que falo que fiquei um pouco chateada de eles terem focado muito no lado romântico, e menos no lado familiar. Acho que os produtores poderiam ter conseguido encontrar um equilíbrio satisfatório que nos deixassem com a mesma dúvida que ficamos ao ler o livro.

    Por isso, também, que recomendo a todos que se interessaram pela história do filme ler o livro. Com certeza vão gostar.

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  • Fernanda Valle

    Sinceramente, confesso que daria 5 estrelas a este filme só pelo figurino e pela fotografia maravilhosa. De fato, os vestidos de Bela são espetaculares!

    Mas fiquei um pouco decepcionada com a atuação Léa Seydoux. Não estou negando que ela é bonita - nesse quesito interpretar Belle foi na mosca - mas achei-a um tanto quanto estóica, sem expressão. E isso diminuiu a minha opinião sobre o filme, já que, tendo em vista que Belle é a personagem central do filme, ela deveria ter demonstrado uma gama de emoções.

    Fora isso, não tenho o que reclamar. Achei Vincent Cassel superbo como príncipe, André Dussollier conseguiu demonstrar um pai carinhoso e ao mesmo tempo seco (quando se trata de negócios) e a história envolvente e mágica.

    Recomendo principalmente para quem cresceu vendo o filme "A Bela e a Fera" da Disney como eu.

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  • Zack
    Zack

    Desculpe não aceitar o convite Fernanda.
    Mas todos aqueles com links com conotação pornográficas no nome, não aceito.

    Abraço!

  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/

  • Sergio
    Sergio

    http://filmow.com/rindo-a-toa-t8073/ Esta é a versão original do filme que vc quer.É francesa e achei e vou baixar tb pra vc.

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