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Últimas opiniões enviadas

  • Nataniel

    It não se limita a ser somente um filme sobre medo de palhaço. Esse é, na verdade, só um gancho para o desenvolvimento de uma trama muito mais complexa e bem construída, que diz respeito ao que é próprio de cada personagem. Cada um tem seu próprio medo, seus próprios desafios a serem enfrentados. Cada um tem seus próprios demônios interiores. E é isso que torna esse filme, de certa forma, especial. Há um brilhantismo na maneira em que a história é desenvolvida, em que cada medo é apresentado para ser, posteriormente, encarado pelos personagens e pelo público, e é esse o diferencial presente aqui. Parabéns a quem participou da criação desse longa que, sem duvidas, já é um dos melhores e mais marcantes terror do ano.

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  • Nataniel

    Acima de qualquer coisa, trata-se de um documentário triste. Triste e extremamente comovente. A vida de Whitney é retratada com enfoque na turnê de 1999, ao mesmo tempo em que é traçada uma linha cronológica desde o início promissor da carreira da cantora até o fatídico dia da sua morte.

    Evidentemente, não é possível resumir uma existência tão notória como a de Whitney em apenas 1 hora e 40 minutos, portanto há assuntos que foram enfatizados em detrimento de outros. A vida amorosa e os problemas pessoais - principalmente em relação às drogas - foram os escolhidos para estar em destaque, e é em razão disso que o filme se mostra extremamente humano e, sem grande esforço, consegue transformar um ícone da cultura ocidental em uma pessoa simples, frágil, com defeitos e qualidades, ou seja: em um ser humano, como de fato era Whitney (apesar de muitos terem se esquecido disso diante da grandiosidade e visibilidade que ela alcançou com seu talento).

    E isso já pode ser concluído quando se entende o próprio título do longa: Whitney levou seu nome à fama e ao sucesso, mas não se sentia livre para ser quem realmente era. A pressão exterior (da família e do público) a sufocava, e impedia de ser completamente feliz, mesmo com todas as realizações profissionais. Consequentemente, o único refúgio que ela encontrou foi a sua até então distração, seu escape da realidade: as drogas. E aquilo que era apenas diversão acabou se tornando um vício, uma dependência, e culminou na sua morte.

    Frustrações com a própria mãe, o pai, marido e melhor amiga. Tudo isso deixou Whitney sem chão, abrindo um vazio em sua vida. Um vazio que ninguém foi capaz de preencher. Ninguém e nada, além das drogas. Engana-se quem diz que Whitney causou a própria morte. O que a matou foi a falta de compreensão, afeto, amor. Embora fosse isso o que a cantora mais transmitisse a quem apreciasse seu dom, que era a sua voz.

    Tudo isso é muito bem retratado no documentário que, apesar de apresentar um desenvolvimento lento em alguns momentos, não deixa de ser interessante em nenhum deles. Os anos finais da cantora, no entanto, foram muito resumidos e deram a sensação de algo incompleto. Problemas pequenos, no fim das contas, quando observado todo o cuidado que se teve para a construção desse novo olhar sobre a vida da cantora. Para quem é fã, trata-se de uma nova relíquia, e para quem não é, parece uma forma honesta e verdadeira de se conhecer o mito Whitney Houston.

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  • Nataniel

    Essa série conquista por dois lados: primeiro pelo humor (é impossível não dar boas risadas assistindo) e segundo pela fofura, são tantos momentos apaixonantes que a gente perde a conta. No fim das contas, é impossível não amar Modern Family <3

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