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Últimas opiniões enviadas

  • Nathan Petrucelli

    2001 Uma Odisseia no Espaço

    Caramba, difícil demais opinar sobre, primeiramente, o filme é de 1968, cara, 1968, é quase que inacreditável, por todos os aspectos, direção de arte, produção, efeitos sonoros/visuais, a última lembrança que tenho desse filme, eu tinha uns 8/9 anos, com meu avô, era o filme favorito dele, acho que da minha mãe também, uma coisa que me marcou demais foi a cena das fractais, tanto que hoje em dia, assistindo, faz todo o sentido, talvez devido à bagagem de vida, enfim, Kubrick foi simplesmente visionário nessa obra, mesclando os temas de espiritualidade, física quântica (teoria das cordas estrala nesse filme), política, algumas alfinetadas no tema de omissão de informações sobre explorações espaciais, etc.
    Depois da introdução, quando entra a parte dos humanos, você já consegue notar as características de filmagem do diretor, estilo de câmera peculiar de Kubrick, quanto ao roteiro e direção, é extremamente harmoniosa a experiência, afinal o mesmo escreveu e dirigiu... Trilha sonora extremamente envolvente, claustrofóbica em certos momentos, nas aparições do Monólito principalmente. Agora quanto a obra em si;

    SPOILER

    Não creio que o filme tenha um significado definido, não acho mesmo, é quase que óbvio que somente Deus (pros céticos/ateus, se isso realmente existir), Kubrick, e Clarke, sabem o real significado de 2001, logo no início, temos contato com a era das cavernas, quando de repente o monólito aparece, gerando indignação nos macacos, marcado também pela evolução, a descoberta da arma, da superioridade, ou seja, a "entidade" estava ali presente desde o início dos tempos, isso me fez refletir também, o porquê das religiões, o que um contato do tipo, citado no filme, acarretaria ao longo do desenvolver de uma sociedade/espécie. Nisso, o filme migra para o futuro, e na minha interpretação, acredito que foi linear, nessa dimensão mesmo (3D), o tempo passou e chegamos no futuro, ok, beleza, nisso a raça humana se desenvolveu ao ponto de criar um super cérebro (HAL 9000, conhecido também como o maior filho da puta de todos os tempos), um mega computador superior a qualquer humano, que já fora pra missão Júpiter sabendo de tudo, que existia vida extraterrestre, isso tudo devido à descoberta na lua, que se deu em nosso tempo linear também, evoluímos ao ponto de chegar na lua, e lá encontrarmos a mensagem alienígena, não sei se realmente vou conseguir explicar, mas enfim, nisso tem todo o desenrolar, os pqs são explicados e HAL se rebela, nisso o filme entra na temática quântica, Dave entra numa fenda no espaço tempo, e aí meu amigo, começa uma viagem psicodélica, literalmente, acho que no momento da viagem, o protagonista se desmaterializou, e viajou através da alma, viajando através das dimensões, tanto que Kubrick alterna as cores de imagem (igual aquela visão do predador), e entra na quinta dimensão, quando a câmera foca novamente no olho do personagem, a paleta de cor retorna ao normal, interpretei que ele se materializou novamente, em outra dimensão, e se vê velho, num lugar tranquilo, também se vê a beira da morte, e a última visão que ele tem, é do monólito, que aparece pra ele, nisso eu questionei, seria Deus o monólito? Um alienígena? O todo, sei lá, é muito complexo, nisso num rápido corte, ele vira um feto, que acredito que seja a fagulha de vida, essência da vida, um novo nascer, inclusive o feto vem em direção à terra (seria uma referência ao espiritismo? Reencarnação) e o filme acaba de forma majestosa, te fazendo realmente pensar sobre, seria Deus uma entidade alienígena, um pedaço de pedra preta... perguntas sem respostas...

    Obs: O filme foi feito em 1968, auge da psicodelia britânica, devido a cena do túnel de fractais, na viagem no tempo, especificamente essa cena, eu pensei, cara, esse maluco tomou muita coisa doida, pq esse tipo de experiência, é mto comum em relatos de pessoas que já usaram 👀, tanto que ele cita as experiências de dimensões tão bem, como se realmente tivesse vivido aquilo. LSD, Shrooms e DMT talvez seja a explicação dessa obra genial.

    amei,

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