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Últimas opiniões enviadas

  • Nathália

    O sacrifício que eu fiz pela Amy Adams e pela Lana Del Rey na trilha sonora: assistir um filme do Tim Burton.

    Eu não conhecia a história de vida da Margaret e me surpreendi demais, pois tive muito interesse sobre o desenrolar dos acontecimentos... apesar de muitas vezes sentir uma grande angústia. Isso foi o que sobressaiu qualquer qualidade técnica que o filme pecou em não aproveitar, até por retratar o contexto de uma pintora tão profunda e cheia de significados. MDH, você tem a minha admiração e apoio para sempre. Fiquei imensamente feliz e aliviada por pesquisar seu nome no google e ver que ainda está viva, podendo aproveitar a vida sem nenhum estorvo para sugar sua energia e suas inspirações.

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  • Nathália

    Apesar de faltar profundidade nas questões sociais que permeiam o contexto histórico do filme, e a minha frustração pela origem da WW ser através de uma visão idealista de teorias psicológicas sobre o feminismo, (porque o que William Marston prega no filme é:

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    para salvarmos o mundo, deem poderes às mulheres, pois elas são de natureza compreensível e pura, livre da violência bruta dos homens, assim, basta para acabar com as guerras!

    Mas tudo bem, ok, zeitgeist!!! Vamos compreender o contexto histórico e agradecer pelo desenvolvimento da Mulher-Maravilha até os dias atuais...) Retomando, apesar desses pontos negativos que em qualquer outro filme me faria torcer o nariz, esse não deixou de me encantar e até favoritar, porque aqui a criação da Mulher-Maravilha pelo psicólogo Marston é meramente um plano de fundo para as verdadeiras descobertas que o roteiro da Angela Robinson propôs mostrar: a sexualidade e a desconstrução sobre a ideia de casamento e de amor. Além, claro, do autoconhecimento que essas descobertas despertaram nas duas mulheres maravilhas, Elizabeth e Olive, em contraste à estagnação e limitação que a sociedade da década de 40 impôs em Elizabeth, não a permitindo desenvolver e exercer suas capacidades e potencialidade profissionais, devido ao seu gênero.

    Rebecca Hall para mim é o destaque do filme, está incrível as usual, e não me canso de admirá-la assistindo suas entrevistas sobre o filme, onde evidencia o seu interesse e comprometimento em retratar essa personagem maravilhosa e complexa. Vale lembrar que ela é uma das atrizes que publicamente demonstrou repúdio ao Woody Allen após a onda de exposição e denúncias no final do ano passado, doando todo o dinheiro que ganhar com "Rainy Day in New York" (filme recente do cineasta em que a atriz está envolvida) ao movimento Time's Up.

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