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19 years (BRA)
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Tento dar ênfase em filmes bons do que ruins, por isso, é notável perceber que praticamente 85% dos meus filmes são filmes com notas positivas (três estrelas e meio pra cima). *Dependendo dos filmes que assisto, essa porcentagem de filmes bons podem, obviamente, mudar; desde já, não levem esses 85% ao pé da letra.*

Por que eu deixo filmes ''Ruins'' na minha lista?
1. O filme é inerente a um diretor relevante;
2. Fez parte da minha vida e, deste modo, é algo significativo pra mim;
3. Foi um dos filmes que eu assisti entre o final de 2017 até agora — que foi quando eu comecei a usar o Filmow para armazenar os filme que acompanho.

Lista de Favoritos
A minha lista de Favoritos não significa obrigatoriamente filmes Obras Primas (ou seja [9,5] pra cima); existe objetividade aqui, mas o principal disso é justamente a subjetividade, então é provável que exista filmes Altamente Bons pra cima [7,0 >]. São só filmes que, no meu gosto pessoal, agradaram mais.

REGRA PARA AS NOTAS:

0,5 Estrela = [Nota: 0,1 a 0,9] — Lixo
1 Estrela == [Nota: 1,0 a 1,9] — Cocô
1,5 Estrela = [Nota: 2,0 a 2,9] — Muito Ruim
2 Estrelas == [Nota: 3,0 a 3,9] — Ruim
2,5 Estrelas = [Nota: 4,0 a 4,9] — Meh/Medíocre
3 Estrelas == [Nota: 5,0 a 5,9] — Legal (Quiçá considerável)
3,5 Estrelas = [Nota: 6,0 a 6,9] — Bom *
4 Estrelas == [Nota: 7,0 a 7,9] — Altamente Bom **
4,5 Estrelas = [Nota: 8,0 a 8,4] — Muito Bom/Ótimo | [8,5 a 8,9] — Excelente ***
5 Estrelas == [Nota: 9,0 a 9,4] — Espetacular | [9,5 a 9,9] — Obra Prima (Contida) | [10.0] — A Obra Prima (Relíquia). ****

Últimas opiniões enviadas

  • Eduardo Henrique Padilha

    (CRÍTICA)
    Gostei muito do filme, e acho uma obra — tecnicamente — calculista. Porem, incompleta em detalhes. *Este vai ser o foco da crítica: a questão negativa, pois poucos entrou nesse mérito ainda.
    Antes de mais nada, Roma é um filme com uma mensagem boa a passar e não é isso que quero criticar, mas sim o manejo da imersão.

    Roma, é um filme que se preocupa muito mais com uma estética superficial que, por decorrência, prejudica a imersão emocional ou o discurso moral que o filme estava proposto a passar. Tudo é contemplativo com cálculos pictóricos em um grau de elegância frontal estilística, mas não com uma elegância emocional particular. E todo esse maneirismo tende ao foco harmonizar e esconder uma narrativa pouco intrusiva — que, neste caso, distancia a obra do espectador, já que o mesmo se vê como um inquilino, sendo que, ao forçar o emocional (na parte do filme), divide o publico para os que, quando sente dó, um emocional ou: apenas pêsames (sendo esse ultimo um deslumbre de um vazio incomodo). O filme tem uma pegada vazia pouco pensada, pois em momentos preciso o vazio se dá como bem usado (sendo o começo e o fim); e em momentos oportunos [tentando individualizar uma cena que, consequentemente, se perde por uma pratica pré-estabelecida] o vazio amargure-se o publico, invadindo-os com um consentimento não desejável para um expectador que contempla uma obra que provocava ter uma aguda inerência desafiadora.

    Não chega a ser um filme espetacular nem uma obra-prima como está sendo proferida; na verdade, é um filme que tem a indução de domesticar um publico familiarizado com a sétima arte, com belezas, técnicas, detalhes, etc., tudo isso, com um calculo superficial mas não inteiramente peculiar. Infelizmente, isso acaba dando um ar de insensível da parte do filme. Cuarón é um puta diretor! E vejo que, neste filme, tentou passar o ar mais pessoal dele.
    Por tudo isso, Roma, ainda é um filme maior que seus erros. É vazio?! — Sim, mas belo, corajoso e com ótimos talentos envolta. Pra poucos? — Também; pois, por tudo, o filme é um presente para os cinéfilos: é uma expressão que está disposta a ser explorada e contemplada, e melhor: desafiada.
    A grande detalhes que eu não coloquei na parte positiva, mas o andar, o fluir e a estética referencial, neste caso, ajudou o filme a enriquecer. E claro não deixar de fora uma das cenas mais bem feitas do cinema: a cena da praia. Tudo é pensado ai, e a leveza conta muito por si só; jogadas familiarizadas com o que o filme propôs a ti acostumar, dando indícios, etc. Não vou entrar em detalhes porque se não essa critica seria extremamente estança, mas a riqueza calculista pictorial, neste caso, são realmente impressionantes.

    NOTA: 7,9 Acima da média/ Altamente bom

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  • Eduardo Henrique Padilha

    (CRÍTICA) — 02/12/2018 [remasterizada]

    Um filme que usa uma ideia interessante: Uma segunda personalidade ligada à rede social (que é inerente a quaisquer) ganhando um vida própria.
    Poderia ser uma ideia melhor compensada, se não fosse tão desligada das ações propostas.
    Há uma clara discrepância nas realizações aqui, pois é um filmes que aceita a sua vulgaridade, mas briga pela consistência ao caminho.
    E o que era para ter cenas intrigante acaba tendo cenas burlescas.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    O filme usa dois elementos: O artificial e o real, o artificial é inerente ao seu trabalho, a falsa persona criada para os outros; e o real é a pessoa fora da sua conta, é o dia dia.
    O problema disso é que o roteiro não isola esses elementos individualmente como deveria para seus significados, esses elementos são inseridos inconscientemente no outro, desfavorecendo-os. E o que era para ser um filme que passa a ideia do artificialismo, transforma o filme em algo artificial — visto que as cenas de drama é praticamente anulada pela falta de uma versatilidade necessária.
    Personagens altamente caricatos, na qual não tem um sentido próprio singular se não seguir com a diretriz proposta no roteiro, segue exageros ilógicos; cenas totalmente desconectas com a realidade que só estão lá pela mensagem (não que seguir seriamente a realidade seja necessário: O filme precisa ter uma singularidade própria! Mas quando o filme oscila em um realismo sentimental, ele que pelo menos compense com acontecimentos lógicos no mundo jaz criado, não sirva apenas para domesticar o publico
    narrativamente já acostumado).
    Personagens maus desenvolvidos (e maus interessados), exemplo a mãe (olha a inebriem-cia de seu comportamento ao desenrolar a trama) e o filho totalmente robusto — como a maioria apresentados, fora claro a protagonistas.

    *O filme passa a ideia do machismo, entre outros, mas apenas, já que nada é fluido só jogado e que deve ser aceitado, porque sim, é relevante.
    Tudo isso preenche o questionamento de que o filme só quer ser interpretado e apenas, pois essa interpretação traveste um roteiro extremamente simples que usa ideias abusadas apenas para impor uma lógica própria que recusa um questionamento porque existe uma interpretação extremamente significante, e isso é o que origina uma grande obra e apenas... — não. Não se engane achando que esse filme é difícil de entender. Repare que, quando não há uma interpretações ligada, ou seja apenas o roteiro modesto que está sempre acobertado, é extremamente débil em esforço criado: Joga na cara e foda-se; entretanto não percebes porque o roteiro quer remediar uma interpretação simbólica ''complexa'' que não precisa ser explicável, com o extremamente simples
    e abusadamente pedagógico.
    A tenção criada é bem desenvolvida, mas não pode ser glorificada atras do previsível. E como o filme quer ser imprevisível, a tenção acaba sendo secundaria.
    *O filme só esta sendo superestimado por parecer ser ''complexo'', mas é um filme refém de uma mensagem. Ele só quer enfeitar algo simples com algo vulgarmente complexo.
    O filme só tem um final! (o único que tem uma resolução sem contradição narrativa) O resto é apenas relacionável. Logo, traveste o que não é.

    Não há motivos de eu citar o positivo do filme, todos já fizeram, eu critiquei a inconsistência na narrativa pouco vista por outros (críticos).
    Ele me desvirtuou muito pelas referencias ou presunções, dando um ar massante em pequenos momentos.
    E o final que, de novo, essa preocupação em querer ser imprevisível, afetou a resolução dando frustrações em quem assiste e o ar de irrelevância já que nada fluiu e compensa — o que precisava para um roteiro auto-indulgente.
    São acontecimentos gigante que pelo visto esquecidos pela ganancia de um personagem, na qual usa as doenças de outros (fetiches) e a materialização do corpo feminino para o seu prazer medíocre e robótico.
    Passa mais a ideia de algazarra de um final atrasadamente apresentado, distorcendo a personagem em seu ser — que pelo jeito nunca andas. Não há o que me afetas! A trama não evolui o que deveria: Tudo é coreografado, não há uma riqueza que possa ser interpretada. Existe filme que usou da mesma interpretação só que muito melhor (Cisne negro ou até mesmo Psicopata Americano), já que esses filmes não existe apenas pela interpretação. É uma arte mais rica, e que exige também da percepção sensorial — o que esse filme careces do mesmo.

    *Portanto, Cam, é um filme pedante: É orquestrado, desequilibradamente pragmático e inabitual, e intuitivamente referencial; mas que tem boas tenções, um grande suspense criado e uma boa atuação: Principalmente — claro —, Madeline Brewer, mas que há oscilações pela falta de coerência na direção, fazendo ela atuar a personagem em certas partes, invés de ''viver'' ela.

    [NOTA: 5,0] — Medíocre p/ Legal

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  • Eduardo Henrique Padilha

    (CRÍTICA)
    Uau! A direção do Michael Cimino aqui - principalmente na ação -, são impecáveis.
    Ele é megalomaníaco, então é claro que tudo que acontecer tem que acontecer de uma maneira bela, complexa e invejável.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Com uma pegada neo-noir moderna, Year of the Dragon é filme que não espera ser ''igual'' aos filmes de ação policiais da época; mesmo tendo um enredo não tão diferente, ele tem algo que só pessoas de grande nomes (Oliver Stone e Cimino) podem dar: é um filme corajoso, ambicioso narrativamente falando, cru e que, hoje em dia, dificilmente você achará essa pegada autoral. Há conflitos culturais aqui, a principal: a critica à America e sua mentalidade generalizada e até um tanto misantrópica.. - são as mais obvias de ser percebidas.

    O filme não é racista, mas é um filme que mexe com o racismo. Eu realmente adorei o modo sutil que o filme passa a suas mensagens éticas: nada forçado e expositivo, só cru.
    Mickey Rourke está realmente muito bom; roteiro nada extravagante (como a direção) mas estranhamente particular e preciso, é tipo um conto policial de aventura mas que, ao mesmo tempo, desconstrói uma aventura policial; a edição é apurada em certos momentos, deixando esses momentos um tanto massante e desconecto: um pequeno indicio de uma evasão superior (produção), mas, claro, para um diretor perfeccionista, isso acabou sendo usado como ensejo, dando um ar anárquico, sujo: uma distorção, uma falsa América, oculta e não perfeita; com um conjunto extremamente cativante e hipnotizante da mise en scene do filme.
    Mise en scene essa que mostra a distorção e a persistência do protagonista muito bem, seja na coragem de luta - há varias cenas na qual o personagem simplesmente se joga nas balas e ataca, é algo que ele conviveu (na guerra) -, ou na diversão inconsciente que ele sente do perigo - o fato dele simplesmente mandar um foda-se para o perigo, e os contra plongée jogado em momentos esses hostis - ele realmente está gostando daquilo?
    A direção tá extremamente técnica.

    Outra coisa que eu achei interessante é que o filme não espera que o publico goste do protagonista, ele é escroto, racista e egocêntrico; o que o filme realmente espera é que você entenda a mente distorcida dele e simpatize com ele - não concorde, mas entenda - eu realmente senti pena dele e isso criou um elo de mim à ele: eu queria ajudar ele, e eu torci por ele. O final distanciou o que o filme estava tentando passar: é piegas - mas isso deu outra distorção para o filme: tudo é tão artificial, e o final, principalmente -; criou uma melancolia onírica para o filme. Oliver Stone, gosta de mexer com traumas e ele é bom nisso, e o que você vê é só uma vitima de um horror (que é a guerra), que acaba distorcendo e influenciando a filosofia moral de agir. Eu não sei vocês, mas eu realmente não me emocionei positivamente com esse final como ele quis artificialmente passar: um final feliz. É como se o filme não estivesse pronto para acabar, e o protagonista não estivesse pronto para mudar, mas dando o primeiro passo para isso. É talvez esperançoso.

    O pessoal tem que entender que há uma pegada forte autoral aqui, então claramente não ira agradar todos (principalmente na pegada e no trajeto que toma). Mas, mesmo assim, não deixa de ser um filme com um universo único espantoso. É um universo que consegue ligar o crível ao incrível, é muito particular. Uma obra muito subestimada para um filme com técnicas magistrais e com tenções simultaneamente hostis, gostosas, frenéticas E EXTREMAMENTE ÉPICAS!
    Obra importantíssima.


    [NOTA: 9,5] — Espetacular/ Obra Prima

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