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Últimas opiniões enviadas

  • Fernando

    Dois Homens e Meio é inquestionavelmente o meu sitcom preferido e isso muitas vezes atrapalha o senso crítico. Eu simplesmente não consigo não dar cinco estrelas e o favorito pra algo que tenha Alan Harper, Walden, Bertha e cia. Afinal vi o desenvolvimento desses personagens e todos foram bem marcantes pra mim. Mas ao meu ver foi uma temporada de muitos erros e acertos.

    Lembro de meus tempos de Orkut em que tinha uma galera que jogava uns rpg's em que tinham que "interpretar" seus personagens preferidos de jogos, desenhos e séries, narrando suas atividades e agindo como o tal agiria. E era algo até facil quando você conhecia seu personagem. Mas sorte nossa que nesse tempo não existia Walden. Esse personagem ficou muito emblemático, foi apresentado como um crianção, depois passou a ser um bon vivant esbanjador, depois um simples nerd da informática mais despojado. E volta e meia ele se porta como uma de suas facetas anteriores. Mas nada que comprometa.

    Essa foi uma temporada que o Alan realmente carregou nas costas, pois o grande ponto forte foi seu triângulo amoroso com a Lindsay e o Larry.

    O Jake realmente provou que não faz falta nenhuma. Mas a Filha do Charlie é um personagem que não pegou. Aliás, se tem gente que torce o nariz pro Ashton Kutcher na série é porque o próprio Chuck Lorre insistiu no Charlie mesmo após a morte dele. Pra mim seria mais proveitoso se tivessem antecipado a idéia de uma criança adotiva que tiveram na temporada seguinte. A Jenny até entrou bem, mas não souberam trabalhar muito bem ela, melhorando só quando ela começa a namorar a depiladora gostosa. Ao menos essa personagem tem uma boa química com o Walden. Deveriam trabalhar melhor a relação dela com o Alan. A intérprete dela eu achei bem sem sal. Não é porque a mina é sapatona que tinha que ser tão desleixadona assim.

    Aliás, Alan e Walden interagiram pouco nessa temporada de certa forma, cada um tinha suas tramas paralelas e vez ou outra estavam juntos, ainda mais na reta final da temporada, eu senti um pouco de falta disso. Aliás, embora o Alan seja um puta aproveitador, a amizade do Walden e dele tinha um furo de sinceridade, mas nessa temporada não teve isso e não tinha o porque o Walden manter o Alan na casa dele se ele sequer agiu como amigo dele em algum momento.

    Também fez falta uma maior participação da Evelyn e a presença do Herb. Por outro lado o Clark Duke, assim como o noivo velho da Evelyn, entrou muito bem na série. Seria interessante uma namorada mais marcante pro Walden ou até mesmo trazer de volta uma das suas ex, como a Zoey ou a Bridget.

    Um fato curioso é que o Marco Ribeiro que era o dublador do Charlie no início da série e abandonou o posto por se sentir incomodado com o excesso de putaria (e olha que naquele tempo a série era fichinha nesse quesito se comparada com as demais temporadas) que ia de contrapartida com sua vida pessoal em que também é pastor, mas foi o diretor de dublagem dessa temporada e chegou até a dublar o Larry em sua primeira aparição. A hipocrisia evangélica presente até no mundo da dublagem.

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  • Fernando

    Eu assisti essa minissérie pensando que era um filme. E de fato foi me vendido como um filme, depois que vi que se tratava de um compacto (meio porco por sinal) da minissérie. Tapear o consumidor não é uma exclusividade do camelô brasileiro pelo visto...

    Mas de certa maneira foi um engano que eu até gostei, pois essa minissérie narra com muita riqueza a história da Dina Páucar, uma das mais respeitadas cantoras folclóricas peruanas. É uma boa oportunidade de conhecer mais sobre a realidade daquele país, sobretudo das pessoas que tem que trocar a calmaria das regiões serranas para lutar por seus sonhos e objetivos na capital.

    A minissérie tem uma traminha paralela, do repórter que estava coletando informações com a verdadeira Dina Páucar, que é totalmente dispensável, o grande show fica por conta dos flashbacks da Dina. Eu nem sabia que no passado havia ataques terroristas por lá, que forçava as pessoas a abandonar sua vida farta na área rural pra viver passando necessidade na capital.

    Essa Dina foi uma mulher guerreira, mas que deu muita cabeçada na vida. Não bastou dar um único tropeço pra aprender, era vítima fácil de cara bígamo. Mas pela pureza da sua criação na infância, a gente acaba relevando e torcendo por ela e vibrando com seu sucesso posterior. Vale a pena conferir.

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  • Fernando

    Caraca...cadastrar um filme nunca foi tão dificil como esse aqui. O filme não tem página no wikipédia, não tem cadastro no IMDB, fica difícil...acho que os peruanos usam internet só pra youtube e rede social, impossível que no país todo não tenha um cinéfilo patriota...

    Enfim, Los Shapis en El Mundo de Los Pobres se trata de uma comédia-musical, com sua devida carga dramática também, narrando a história do grupo de chicha (uma vertente de cumbia) Los Shapis.

    Esses caras fizeram muito sucesso no Peru e em alguns outros países da américa latina, e não é pra menos, pra quem está conhecendo a musicalidade daquelas bandas logo vê que Los Shapis é um grupo diferenciado, que sabe casar bem sua musicalidade que foge do trivial com carisma em suas letras.

    Chapulin El Dulce e cia são simpatia pura. Os caras vieram de uma região mais andina e interiorana do Peru e assim como muitos que repetiram esse trajeto, sofreram muita humilhação e passaram muita dificuldade na capital. Talvez se Chapulin não fosse tão otimista e alegre teria ficado pelo caminho.

    O filme é mais uma boa oportunidade para conhecer alguns "peruanismos" e a lendária chicha de jora e seus efeitos, que garantiram os melhores momentos do filme.

    Eu nem achei uma capa oficial do filme pra por aqui, o que postei foi um encarte pirata. Pelo que vi na feira da Kantuta, colocar uma mulher com o "potaso" de fora é uma artimanha comum dos nossos vizinhos pra vender mais dvd's nas suas barraquinhas.

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