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Últimas opiniões enviadas

  • Fernando

    Só agora que fui assistir esse filme e claro que ver esse filme de 2011 em uma época que você assistiu animações com a qualidade técnica de Moana e Viva, em um primeiro momento causa uma certa estranheza. Porém logo você se acostuma, a história tem seu carisma e faz uma boa leitura de um conto famoso, tornando ele carismático e interessante para a gurizada.
    O foda é que uma animação que não é visualmente tão carismática como outras, precisava de uma dublagem foda pra compensar e fazer frente com as demais, mas não rolou. Vanessa Giácomo dublando ficou horrível e o Daniel de Oliveira estava bem mais inspirado em Happy Feet. Ingrid Guimarães mandou bem, mas seu personagem nem tinha tanta relevância.
    Só achei que, como colaram o

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Tebaldo, bem que podiam ter restaurado o gorrinho do Benny Chapélão

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  • Fernando

    Não chega a ser um ultraje ao original, mas claro que não está a altura. Acho que está acima de muito remake ou sequência recente de clássicos do gênero. Funciona melhor com a gurizada que não assistiu o original, ou com quem consiga desligar o censo crítico de comparação.
    Parabéns aos envolvidos na produção, tiveram que ser muito machos pra reviver uma franquia com tantas maldições e urucubacas no currículo.
    Está longe de ser um remake frame a frame, teve mudanças interessantes, mas eu confesso que senti falta de algumas coisas do original. Gostaria que tivesse rolado a médium anãzinha, por exemplo.
    Gostei bastante da valorizada que deram no filho homem do casal, um personagem que cresce e se supera na trama. Sam Rockwell é um puta ator e o restante do elenco, se não tem o brilho do pessoal do original, ao menos não dá pra falar que deixaram a peteca cair.

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  • Fernando

    Os Farofeiros é um filme que foi me cativando a medida que fui assistindo e relembrando posteriormente. Na metade inicial do filme estava meio que torcendo o nariz, pois houve um choque natural, não que eu não esperasse uma comédia nacional galhofa, mas porque eu imaginava uma produção mais arrojada, ao menos era o que o material visual de divulgação dava a entender, se tornando um filme de comédia nacional B se comparado com a produção dos filmes do Hassum. Por outro lado, Os Farofeiros tem seu carisma e vai te ganhando no decorrer do filme. Quando revisei com minha família, essa metade inicial já estava me cativando, e a nota que a princípio ia pra 3,5, acabou indo pra 4,5 no Filmow. E agora tardiamente, fazendo esse comentário, ao lembrar do filme, já com vontade de rever, não posso dar menos de 5,0 e Favorito. Até porque, o que mais tem hoje em dia é filme que você assiste, e independente de ser bom ou ruim, se torna esquecível, em uma semana ou até mesmo poucos minutos depois dos créditos finais você já não o relembra. Mas Os Farofeiros dentro da sua simplicidade, é aquele filme que você sempre vai ter a impressão de que viu ele ontem mesmo. Talvez seja um indício de que diretores e roteiristas muitas vezes deviam pensar e fazer mais "simples".
    Evidente que o playboy, o hipster, o cinéfilo underground que vai discutir cinema europeu no Café Fellini não vai se identificar em nada com um filme desses. Mas quem já foi de fato um farofeiro, que já fez viagens em bando pra desestressar e só passou mais stress, vai se identificar com o filme e as situações.
    Mauricio Manfrini é de fato o Paulinho Gógó de carne em osso, e Os Farofeiros até poderia ser adaptado pra um Paulinho Gógó - O Filme, transformando a personagem da Cacau Protásio na Nega Juju. Por outro lado, achei que o protagonismo do personagem do Manfrini fosse mais explícito, mas é bem dividido com o Antonio Fragoso e a Danielle Winites.
    Talvez seria legal escalar mais gente da comédia para alguns papéis, alguns personagens teriam ficado mais carismáticos. Teve algumas cenas que deve ter dado trabalho pra fazer e não agregou muito ao filme, como o diálogo dos pernilongos feitos em animação.
    Se você gostou de Gente Grande e não gostou de Os Farofeiros, lamento, você só tem é uma grande picuinha com o cinema nacional popularesco.

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