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Últimas opiniões enviadas

  • Allan Patrick

    O principal ponto de marketing da série, o fato de ser colorizada a partir de originais em Preto&Branco não tem muita relevância, em realidade. O que a série tem de interessante é abordar o conflito a partir dos diversos cenários da guerra, não se concentrando apenas nas ações dos Estados Unidos, como costuma acontecer nos documentários produzidos nesse país.

    Claro, ainda assim há distorções. O documentário é britânico e puxa mesmo a sardinha pro lado dos seus compatriotas. Os demais aliados são retratados como meio bobos, como os americanos (que um certo desdém inglês só concede o benefício de reconhecer que ganharam as suas batalhas por motivos de logística) ou crueis, como os soviéticos (quando os ingleses varrem uma cidade do mapa com mais de 200 mil civis, é estratégia de guerra; quando os soviéticos fazem ago parecido, mesmo em escala muito menor, é crueldade stalinista).

    O último episódio é dedicado a construir argumentação favorável ao emprego das bombas nucleares nos ataques à Hiroshima e Nagasaki.

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  • Allan Patrick

    Quando eu ouvi falar na série, pensei que ela iria desenvolver com calma o tema da queda da civilização. Que nada, tudo acontece muito rápido e assim se perde o diferencial da série, que ficou mais para um The Walking Dead Califórnia.

    E mais, os personagens e suas ações caem fácil no maniqueísmo! _Toda_ boa ação é inevitavelmente "recompensada" com uma trairagem. Eu sei que há um ponto a se provar, "na crise é preciso ser duro", mas há formas inteligentes e elegantes pra se fazer isso, estamos falando de uma série de orçamento prime, não é filme B.

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  • Allan Patrick

    Uma pequena joia escondida no catálogo da Netflix. Além do mérito em elaborar uma boa trama para um filme whodunit ("quem matou?" na gíria da literatura de romances policiais), há uma boa denúncia na obra pelo descaso com que é encarada a violência contra a mulher, mesmo na Europa.

    E em tempos de conflito aberto Catalunha vs Governo Central espanhol é interessante notar que mesmo na pacata Galiza — talvez hoje a menos combativa das nacionalidades históricas que atualmente integram a Espanha, junto ao País Vasco à própria Catalunha — as tensões entre galegos e não galegos estão à flor da pele. Basta observar a dinâmica entre o Inspetor, galego, o agente, possivelmente de Madri ou Castela, e a população local.

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