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37 years, Sergipe (BRA)
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Ou seja: não há nenhum filme que eu NÃO queira ver!

(WPC>)

Últimas opiniões enviadas

  • Wesley PC>

    Este filme foi-me recomendado de maneira apaixonada por um amigo, e chateio-me por não tê-lo apreciado, mas, como religioso e promulgador do humanismo, senti-me vilipendiado por este festival de práticas misantrópicas, por esta ode ao ateísmo e à presunção de controle, muito mais deletéria que qualquer filme do Darren Aronfsky, aff! Tem muito a ver (em chave invertida) com o cinema crente de Terrence Malick e possui semelhanças estéticas em relação ao soberbo SOMBRAS DA VIDA (o diretor David Lowery aparece como editor aqui!), mas o ranço extremado de Shane Carruth não possui qualquer tipo de projeto existencial, exceto a descrença no próximo, uma correlação patológica entre sentimentos e algoritmos comportamentais de viés animalesco. Saí da sessão destroçado e muitíssimo preocupado com a malevolência sobressalente deste filme, desagradabilíssimo em seu rancor e desrespeito pelas interações e pelo diálogo (as seqüências de pretensa incomunicabilidade proposital são vexatórias de tão primárias e idiotizadas). Mais do que desgostar deste filme, o abominei enquanto projeto moral abortado. Horroroso! :( - WPC>

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  • Wesley PC>

    Pergunta titular e sinopse são um mero pretexto: aqui, o que interessa ao diretor é a verve política, a análise das possibilidades pós-hipnóticas do Comunismo na Iugoslávia, País que se esfacelou por completo na mesma década em que esta jóia foi produzida. Fiquei apaixonado pelo protagonista e encantei-me bastante nas cenas românticas, por mais que o filme deixe claro que esta relação de amor interditada é, na verdade, direcionada á Nação como um todo. O uso recorrente da canção italiana cantada pelo protagonista e o 'sub-plot' da formação de uma banda local são situações que me fizeram pensar na verve politizada do Milos Forman inicial, sobretudo num cotejo com O BAILE DOS BOMBEIROS, em relação ao qual o filme possui inúmeros ecos. Mas o modo grandiloqüente e exuberante em sua polifonia musical de Emir Kusturica dirigir já o conduz para um percurso extremamente autoral e singular: filmaço. Para reverenciar de pé e com o zíper aberto! (WPC>)

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  • Wesley PC>

    Minha mãe ficou super decepcionada com a cadência silenciosa e um tanto machista desta obra, e eu admito que não mergulhei o suficiente nesta análise silenciosa e mui caprichada do ciúme do homem tornado paranóico pela solidão. Possui uma atmosfera exótica e talvez não tenha envelhecido muito bem, mas o clima lúgubre de seu desfecho é muito bonito. Numa revisão, talvez o aprecie melhor... (WPC>)

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