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Últimas opiniões enviadas

  • Raphael Georg

    Esse filme talvez seja o perfeito exemplo do bom nível de qualidade, enorme talento e até ousadia, que podemos encontrar no cinema independente Brasileiro. Mas...pretensiosidade é uma virtude que poucos filmes conseguem evocar para si. Sua diretora e roteirista Anita Rocha da Silveira tem claramente ÓTIMAS influências no seu estilo que cria uma aura perfeita de um filme de terro/suspense digno de um Giallo Italiano ala Dario Argento com o cinismo e um nível estético belíssimo em sua riquissima palheta de cor, dignos de um filme de Brian De Palma. Cinismo esse interessantemente bem usado na construção caricatural de alguns dos personagens que podem soar como cafonas inicialmente mas fazem um retrato deveras fiel da vida escolar adolescente no Brasil (e porque não internacional?!), com traços que lembram bastante de "Virgens Suicidas" de Sofia Coppola. E a trama inicialmente monta uma boa linha de mistério e paranoia em volta de suas personagens, mas que infelizmente meio que se perde ao longo do filme. O ritmo não se sustenta, oras sendo frenético em sua edição e outras se prolongando mais do que deveria, e a trama, que mais parece vinda de um curta, se arrasta e chega a perder o interesse em sua reta final, mesmo com sua interessante mistura de surrealismo David Lynchiano e seu sutil toque exploitation. Mas que consegue concluir numa nota positiva e arrepiantemente angustiante. E é deveras belíssimo ver a fotografia de João Atala filmando o Rio de Janeiro com uma espécie de Neon realista que serve em benefício da história por demais (e isso não é ruim). Sem deixar de mencionar que as jovens atrizes são boas e críveis em seus papéis das jovens enfrentando os hormônios da puberdade, e Valentina Herszage (a protagonista Bia) convence muito bem o sentimento de paranoia e mistério mesmo com pouquíssimos diálogos. Devo ser a minoria aqui, mas realmente é um filme que não conquistou minha pessoa, mas ainda é sim notável ver ótimas qualidades aqui e ali!

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  • Raphael Georg

    E mais uma vez a Marvel pega e adapta um dos seus personagens mais interessantíssimos, junto com um ator perfeito no papel e um rico universo e história a poder ser explorada....e mais uma vez desperdiça as chances de poder desenvolver tantas promissoras camadas de seu personagem e apenas o estabelecem dentro de seus padrões de humor e entretenimento para o colocar num próximo encontro de Vingadores.

    Talvez Dr. Estranho seja um pequeno indicio do possível desgaste que a fórmula Marvel ainda pode vir ter?! Mas longe termos um filme ruim aqui, a jornada de Stephen Strange com um sempre excelente, charmoso e carismático Benedict Cumberbatch garante uma boa diversão e alguns momentos ÉPICOS com seu visual surrealista FANTÁSTICO digno de um deleite visual pirotécnico de alta grandeza, mas a estrutura de sua história não fazem jus à isso. Tudo é estabelecido às pressas e sem verdadeira coesão o bastante para sentirmos emocionalmente o personagem de verdade e seu arco nesse grande universo.

    Sem falar que o uso das piadas fora de hora chega um pouco ao nível do irritante aqui, várias são boas e funcionam, mas algumas beiram à galhofa e não encaixam de forma alguma numa história com momentos dramáticos sérios e embates desafiadores, até Cumberbatch parece um tanto desconfortável em alguns momentos das piadas. E, como sempre, temos junto dele EXCELENTES atores, alguns com forte destaque como A Anciã de Tilda Swinton com uma sabedoria reluzente em suas palavras e olhares, que garantem alguns (mas breves) momentos bem tocantes no filme, e Mordo (o aparente ajudante e futuro antagonista) de Chiwetel Ejiofor, junto de, mais uma vez um vilão esquecível com um desperdiçado Mads Mikkelsen e uma esquecível Rachel McAdams como o interesse amoroso.

    Longe de ser o mais fraco do MCU ou sequer um filme ruim, mas é apenas uma prova que uma formula pode ter um nível de desgaste à certa altura, nem tudo precisa ser risos e galhofa Marvel, sejam mais ousadas e mostrem mais dessa viagem pirotécnica tão divertida em uma história um pouco mais coesa e madura. Mas o saldo ainda consegue ser positivo e assistível!

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  • Raphael Georg

    Alguns dos fãs mais tenazes de Brian De Palma tem a dizer que quando ele se aventurou em filmes com produção de grandes estúdios ele fez seus filmes menos autorais e consequentemente os mais fracos. Bem, "Pagamento Final" consegue ser a maior prova do total contrário disso.

    Sim vemos aqui um filme de crime/máfia/policial com um orçamento alto e um elenco de estrelas, supostamente um encontro de "Scarface" com "Os Intocáveis, que na verdade é um filme Brian De Palma acima de tudo. E um filme Brian De Palma estrai o melhor de seu material, e aqui temos sim um excelente filme de crime/máfia/policial com tudo de melhor que pode se encontrar nesse gênero, o protagonista assombrado pela sua vida de crimes passada que o voltam para assombrar; o amor proibido que é seu escape da vida de violência; amigos e irmãos não são confiáveis e o dinheiro é o poder e aspiração de vida; as cenas de ação e tiroteio são brutais e inevitavelmente prazerosas de se assistir. A direção de De Palma em cima disso é só um requinte de magnificência à isso tudo, tornando a jornada de Carlito um estudo de personagem soberbo e altamente emocionante.

    O relacionamento de seu protagonista com seus personagens se forma uma camada de crise existencial tão palpável e incrivelmente realista, seu romance com a personagem Gail de Penelope Ann Miller talvez seja o mais belo que De Palma já teve em um de seus filmes. E sua fuga da vida do crime se torna chave para De Palma implementar um pouco de seu familiar toque Hitchcockiano com o homem errado na hora errada, toque esse que ainda se reflete na direção flutuosa com momentos de pura tensão, junto de singelos e contemplativos que brilham constantemente. Pois é, quem diria que um filme de crime/máfia/policial violento e brutal poderia sequer ter questionamentos existenciais e momentos de pura beleza não é mesmo?! Só em um filme de Brian De Palma.

    Claro que ele ainda é apoiado com um excelente roteiro de David Koep que possui uma estrutura quase de um filme Noir poético. Contendo ainda outro requinte, outro requinte, que só eleva mais o status do filme, que é a divina trilha sonora de Patrick Doyle, que entranha dentro da história com perfeição e estrai toda a emoção de seus personagens para o público nos momentos certos com perfeição.

    Emoções essas que só seriam possíveis com o brilhante elenco que aqui se encontra. Al Pacino dispensa comentários, ele está no seu auge aqui e em um de seus melhores momentos, mas em especial a ressaltar é poder notar que aqui temos uma mistura do Al Pacino descoladão que veríamos reinar nos anos 90 com sua fúria prestes a explodir, junto de seu olhar de pureza e sutileza tão emocionante nos seus olhares como o víamos nos seus áureos anos 70 como em Serpico e Poderoso Chefão. E junto dele ainda temos um Sean Penn rouba cenas como sempre extremamente convincente e entregue ao seu papel; uma apaixonante Penelope Ann Miller e ainda pequenos mas memoráveis John Leguizamo (tenebroso) e um jovem Viggo Mortensen.

    Isso tudo forma e compõem este que muitos consideram ser o melhor filme de Brian De Palma, e com toda a razão. É onde vemos o diretor mais autoral que sempre e extraindo o melhor de seu material e de seus atores, resultando em um filme deveras emocionalmente impactante e que será dificilmente esquecido para aqueles que adentrarem na sua genialidade.

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  • Luiz Felipe
    Luiz Felipe

    Você restringiu o acesso a sua lista de filmes perturbadores?

  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/

  • Kelly Demo Christ
    Kelly Demo Christ

    Olá gracinha ;)