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20 years, Niterói - RJ (BRA)
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Últimas opiniões enviadas

  • Raphael Georg

    Sim não são todos os personagens que são bem explorados ou desenvolvidos; sim o ritmo é inconsistente de momento em momento; e sim os personagens em CGI são BIZARROS. Em outras palavras, Rogue One está anos luz de sua galáxia distante de ser um filme perfeito, mas é necessário diminuir o filme tanto por suas notas falhas? Sendo que cumpre em acertar tantas outras de forma EXEMPLAR.

    E é de se admitir e realmente admirar o incrível trabalho que a Disney está fazendo com a já velha franquia, conseguindo entregar exatamente o que os velhos fãs querem surpreendendo aqui e ali, com o número mais do que suficiente de fan-service (COM TALVEZ A MELHOR APARIÇÃO DE DARTH VADER DE TODAS), e ainda conseguir entregar tudo com uma decente qualidade cinematográfica.

    E se J.J Abrams bebeu tanto do tom e vibe de aventura e humor do filme original de 1977 em seu excelente "Despertar da Força", o novato Gareth Edwards mostra aqui em seu "Rogue One" um fascínio e forte influência do tom sombrio e complexo de "Império Contra Ataca". E através disso, entrega aqui um dos mais maduros e mais realista filme da franquia até hoje de forma revigorante e totalmente envolvente.

    E se não todos os personagens conseguem conquistar nossa empatia (tirando O 2S0, esse foi amor instantâneo), eles pelo menos nos deixam o suficiente intrigados e capaz de ver diversas camadas misteriosas e sutis em cada um (principalmente num ótimo e misterioso Diego Luna e uma petulante e com um forte espírito de liderança Felicity Jones). E se nem isso, pelo menos eles garantem uma boa diversão. É impagável ver Donnie Yen lutando kung fu com a força em Star Wars.

    Star Wars este que tem o forte espírito desse tubo universo de George Lucas aqui sempre presente, desde uma escala épica invejável; o tom de ação e aventura implementado com uma seriedade e violência de um verdadeiro filme de guerra; e em partes uma aura dramática digna de um Western. E algumas das mais espetaculares e visualmente ricas cenas de ação que a saga já teve até hoje!

    No final, Gareth Edwards cumpre o que Star Wars vem feito até então em essa sua nova fase no cinema: deixar seus velhos e novos fãs instigados, com alguns inevitavelmente odiando e outros pedindo por mais o que esse rico e memorável universo terá a nos dar. E é exatamente isso que Rogue One é, emocionalmente instigante e totalmente memorável!

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  • Raphael Georg

    Bom, finalmente tive a chance de ir ver outro filme que tá causando outro auê do ano, uns AMAM, outros ODEIAM.

    Quem odeia é um Marvete hater ou crítico comprado que não entende nada de quadrinhos. E quem gosta e julga as críticas negativas é um nerdão bobo infantil que não entende nada do que é verdadeiro cinema. POR FAVOR NÉ. Eu posso muito bem gostar de um Theodoros Angeopolus da vida e ir no cinema pra ver um filme de super heróis e gostar. Sou livre para isso é minha opinião, respeite ou não, goste ou odeie. Agora vir a ser julgado de OTÁRIO ou BURRO ou ser chamado de mero fã-boy por gostar desses filmes blockbusters é pura falta de educação.

    O filme é essa MERDA HORRENDA PIOR FILME DE TODOS OS TEMPOS com 20% de APROVAÇÃO num site de amontoados de criticas???!!!! Eu NA MINHA OPINIÃO, digo não, mas há de sim que admitir que o filme tem deslizes enormes em suas grandes qualidades que vi ao assistir. Ainda acho que a Warner/DC está muito covarde com seu material e não sabem o que fazer pra ter a chave do sucesso e remodelaram MUITA coisa aqui para retirar o tom sombrio e realista inicial pra deixar mais divertidinho e mais “teen”. Por que por alguma razão sombrio e realista foi o motivo das pessoas não terem gostado de Batman VS Superman (em parte talvez sim, mas não a verdadeira RAZÃO).

    E isso afeta o mesmo já que vemos uns personagens recebendo mais destaque que outros e alguns que estão ali só pra completar o espaço vazio. O coitado do Adam Beach que já é um ator que se comprovou muito talentoso em alguns filmes e só ta aqui pra morrer em menos de 5 minutos de filme. E você goste ou não do Jared Leto como ser humano não vá logo julgar o Coringa dele por isso. O cara nem sequer teve tempo no filme de mostrar algo de relevante ao papel, se bem que ele tem dois momentos bem legais no filme que me deixaram querendo ver mais dele. Gostei bastante de ver ele imitando um pouco da voz do Coringa de Mark Hammil (a melhor personificação do Coringa). Mas querer comparar ele com Heath Ledger ou Jack Nicholson é RIDICULO.

    O próprio diretor David Ayer que acho um diretor bem decente teve seu trabalho remexido e obrigado a refaze-lo e a remonta-lo pra soar mais “cabível” nos padrões genéricos de filmes de super-heróis com uma edição super ultra picotada e claramente cortando momentos chaves do filme, e o ritmo do filme fica uma verdadeira confusão, horas apressado e horas lento. E sua direção acaba no final soando muito genérica, coisa que desse diretor já vi mais ousadia e variedade. Se bem que gostei muito do cenário “Fuga de Nova York” que ele colocou os vilões tendo que entrar e sair sobrevivendo aos perigos iminentes a cada esquina. Junto com algumas cenas de ação bem decentes.

    E isso é uma pena com um elenco que está MARAVILHOSO. E os momentos dos personagens juntos com seus diálogos rápidos e interações são simplesmente tocantes e dá gozo assistir até o final só por cada um ali. Viola Davis metendo medo na minha alma mais que a coitada da vilã de Cara Delavigne; Will Smith sendo um Pistoleiro malicioso e altamente carismático; Margot Robbie capturando todas as facetas de personalidade e história da Arlequina com PERFEIÇÃO, e outros como Joel Kinnaman e Jay Hernandez que me agradaram demais em seus papéis. Pena que Jai Courtney, Adewale Akinnuoye-Agbaje e Karen Fukuhara que mostraram em pequenos momentos terem MUITO potencial ficam encobertos pelo destaque de ambos Pistoleiro do Smith e Arlequina de Robbie.

    Ver qualidades num filme supostamente ruim agora é querer forçar a barra? Você pode ver pontos positivos em filmes como “Milagre de Sant’Anna” ou “Resident Evil” que eu não vejo, mas respeito seu gosto. Filmes afetam cada um de nós de uma forma diferente e veremos qualidades que outros não vêem (ou se recusam a ver). Assim como respeito quem goste ou desgoste desse filme, mas vir insultar quem gosta NÃO ME FALE PRA TER PACIÊNCIA. E também por favor não vá insultar que não gostou por que também já é pagar vexame.

    Esquadrão Suicida não chega perto de ser um “guilty pleasure” meu pois eu realmente gostei, gostei muito até do filme. Estou mais do que disposto e apto a ver e rever o filme pelos excelentes personagens e atores. Mas sei reconhecer que tem seus erros e deslizes feios cometidos por um estúdio covarde que tem que ouvir a verdadeira voz da razão que é dar liberdade pra seus diretores talentosos e saber construir seu universo sem pressa de sucesso e medo do fracasso, e entregar os filmes que seus personagens fantásticos merecem!

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  • Raphael Georg

    Não é a toa que muitos críticos consideram que o melhor cinema de ação atual é o asiático. O diretor Johnnie To o prova com o recente "Drug War" e ambos "Eleição" (Submundo do poder e A Tríade) de 2005. John Woo já o provava desde "O Matador", "Alvo Duplo 1 e 2", "Fervura Máxima" e o recente Batalha dos três reinos". Sem mencionar Zhang Yimou e seus extravagantes filmes de artes marciais como "A Maldição da Flor Dourada"; "O Clã das adagas voadoras" e "Herói". Mas o público internacional teria maior noção disso quando "Operação Invasão" estreou no Festival Internacional de Cinema de Toronto em 2011 e foi um sucesso de crítica internacional e um modesto sucesso financeiro fora da Indonésia que foi o bastante para o galês Gareth Evans nos presentear com sua continuação.

    Enquanto o primeiro filme era "Duro de Matar" metade Jackie Chan bem sangrento e brutal. Ou seja, porradaria e tiroteio dentro de cubículos do início ao fim, que até tinha uma história de corrupção e família decente, mas que era mais usada como um pano de fundo (bem fundo) para a ação extravagante. Já aqui temos exatamente o contrário. Diretor e roteirista Gareth Evans aqui consegue montar uma história bem decente de policial infiltrado na máfia com busca de vingança e luta por poder, fazendo uma ótima mistura de "Donnie Brasco" e "Conflitos Internos" com "O Pagamento final" e "Poderoso Chefão 2" junto com todas as artes marciais "pencak silat" indonésia e brutalidade do primeiro filme.

    Alguns podem até achar essa manobra de misturar ação com drama um artifício trapaceiro para deixar a ação mais "artística" como Luc Besson faz em seus filmes como "Lucy" de forma bem razoável. E sim, a história tem um tom tão sério com a narrativa se preocupando em desenvolver suas personagens, levantando metáforas e intertextualidade sobre o destino de cada um no mundo crime e a busca pelo poder, que a porradaria brutal estilo Jackie Chan parece ficar quase sem noção. Afinal como raio quase todas as personagens sabem lutar "pencak silat" (arte marcial Indonésia presente no filme)???!!!!! Mas não posso reclamar quando ambas as facetas do filme são bem trabalhadas.

    Evans consegue dozar bons momentos de diálogo prendendo a atenção do público a todo o tempo, onde as duas horas e meia passam voando. Novas personagens são bem adicionadas, principalmente Reza (Roy Marten) o misterioso vilão e Uco ( Arifin Putra) o jovem filho do chefão do crime que rouba a cena graças ao carisma. Talvez um ou dois personagens fiquem fora de lugar como Prakoso ( Yayan Ruhian que interpretou o vilão Mad Dog no primeiro filme e é o instrutor das lutas presentes no filme). E outros que servem apenas pra fazer frente ameaçadora a Rama ( Iko Uwais) que evoluiu muito em nível de atuação em comparação ao primeiro filme, que mais uma vez dá um show de fodice (perdoe o linguajar) nas cenas de ação.

    Ação esta extremamente bem conduzida que supera o primeiro filme e infinitamente a muitos filmes de ação recentes. Evans faz uma mistura incrível de planos longos e montagem rápida num ritmo e timing perfeitos. Onde garrafas, tacos de beisebol e martelos sendo usados como armas; ossos são quebrados e muito sangue jorra na nossa cara. Combinado com as incríveis coreografias que desafiam tudo que já vimos de Bruce Lee e Jackie Chan.

    "Operação Invasão 2" é uma continuação digna. Um filme feito por um diretor que sabe o que quer dar ao público, reflexão e diversão. Mesmo que exagere um pouco na sua dramaticidade e abundância de personagens, ao menos o faz com estilo e entrega uma boa história de crime e um filme de ação inesquecível.

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  • Kelly Demo Christ
    Kelly Demo Christ

    Olá gracinha ;)

  • Declieux
    Declieux

    Oi, tudo bem, Raphael? Assim que puder, comprarei aos dois volumes da coleção giallo. Este é o único que não vi ainda, e um dos gialli que mais quero ver.

  • Declieux
    Declieux

    Oi, tudo bem? Onde viu A Breve Noite das Bonecas de Vidro? Não consigo achá-lo, e quero muito ver... Adoro os gialli. Desde já, agradeço-lhe.