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Últimas opiniões enviadas

  • Raphael Georg

    Com certeza outra de mais uma bem intencionada tentativa dos parceiros Olivier Nakache e Eric Toledano de contar uma história socialmente relevante em mais um ‘feel good movie’, assim como seu bom “Intocáveis”, e mais uma vez tendo o carismático Omar Sy no papel do protagonista. Mas apenas consegue cair no quesito do ame ou odeie, ou apenas de assistir para passar um bom tempo com uma história bonita de superação e aceitação, mas carregada de dores e injustiças, mas que não são nada frente ao poder do amor... Com uma temática que consegue sim ser deveras importante em sua temática tão atual e caótica, só que se prejudica inevitavelmente por sua abordagem que se sai rasa e como bem qualquer coisa um tanto esquecível. Mas podem reclamar o quanto quiserem de "Intocáveis" e de Omar Sy, mas o ator possui um charme e carisma únicos, onde é impossível não torcer ou sentir empatia por ele em sua jornada aqui. Até Charlotte Gainsbourg consegue surpreender aqui e ali em seus breves momentos. Nada mais do que isso infelizmente, mas ruim não é, e até bonito e um tanto tocante, só que infelizmente raso e esquecível.

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  • Raphael Georg

    Chame isso de um perfeito desperdício de grande potencial e de grandes chances, e de promessas não cumpridas. Talvez com certeza esteja confirmada a bendita maldição que ronda filmes baseados em videogames, pois até quando trazem um diretor que já se mostrou totalmente talentoso e experiente como Duncan Jones para liderar o projeto, a coisa não voa. Não sei se possa ter sido interferência dos estúdios na produção, pois claramente Jones toma decisões bem ousadas em desenvolver a história que mostra sua liberdade criativa que teve aqui, infelizmente não foi o bastante para evitar os erros que ele comete.

    E isso não vem ao caso de hipocritamente julgar o filme de ser "leal demais" ao material de origem, coisa que muitas adaptações vergonhosamente falham, mas lealdade não garante total qualidade. E Jones infelizmente se preocupa demais em ser fidedigno à história do seu universo e seu design visual, de forma brilhante eu diria, sempre sendo respeitoso e hábil nessa construção e claramente sabendo TUDO sobre esse universo, mas se esquece de tentar aprofundá-lo e criar uma coesão narrativa e uma bem estruturada direção no que se refere à construção da história e o desenvolvimento dos personagens, que basicamente são estruturados em pequenos núcleos de narrativa e pula constantemente entre eles e nunca se lembra de ter calma e sutileza em tentar demonstrar o potencial de seus personagens e atores, o que infelizmente não é o caso aqui.

    E ironicamente o único personagem que recebe um arco decente e que até consegue conquistar verdadeira empatia é Dutoran de Toby Kebbell com o ator se mostrando 100% integrado ao papel (é impressionante como ele vem se mostrando ser um dos melhores atores de motion-capture da indústria, espero que não fique preso só a isso), enquanto outros como Travis Fimmel, Paula Patton e Bem Foster são puro talento desperdiçado.

    Até Jones se mostra um pouco cambaleante ao dirigir a ação do filme, as cenas de batalha são boas, mas por alguns momentos parece que os personagens parecem se mover quase que roboticamente, e a edição nem sempre se mostra precisa. Talvez não estivesse bem acostumado ainda em mexer com um alto orçamento assim em mãos. Mas em questão do desing no filme, há muito pouco do que se reclamar. Os efeitos visuais estão no topo do ótimo e convincente, os figurinos e maquiagem não poderiam ser mais perfeitos em capturar a essência do universo do jogo aqui, universo esse que recebe uma escala e esmero visual deslumbrante.

    Ouso dizer que o filme tinha TUDO para se tornar um filme de fantasia blockbuster moderno de grande sucesso, um próximo Senhor dos Anéis talvez?! Mostrou ter personagens até interessantes e com uma história e universo interessantes a serem explorados, pena que falhou em convencer em boa qualidade narrativa para realmente instigar os críticos e o público a se interessarem por Warcraft no cinema. Mas em questão de adaptações de videogames para o cinema esse talvez seja o que passou mais perto de ser realmente bom, mas não quanto podia realmente ser!

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  • Raphael Georg

    A falta de qualidade ou inovação de muitos filmes do gênero de terror hoje se torna cada vez mais uma doença no meio do público, ao ponto de causar certos efeitos colaterais. Que talvez tenha sido o responsável pelo enorme alarde de aclamação que esse filme de Fede Alvarez teve recentemente. Não que o filme seja ruim, o que não é, e nem muito bom, o que é. Mas alguns vierem chamar de um dos melhores suspenses ou terror dos últimos anos, não consigo evitar chamar de uma reação um tanto exagerada. Parece que a carência por um bom filme do gênero seja tanta ao ponto de qualquer mínimo sinal de qualidade já é capaz de causar um alvoroço em rasgar elogios à um filme que é sim bom mas longe de ser perfeito. Mas chega de reclamar por aqui, afinal o que temos aqui não é um filme isento de qualidade e sim recheado de bons valores.

    Para começar o filme é uma rara investida ao subgênero do suspense dentro do gênero do terror, onde a verdadeira criatura do mal é um ser humano como todos nós e seu estado físico e psicológico são as verdadeiras perturbadoras mutações a ser encontradas. Onde o palco escolhido é um perfeito lugar para o show dos horrores de tensão ser instalado. E ao optar por essa pequena e enclausurada escala, Alvarez consegue dar um bom foque nos personagens e na criação de suas personalidades e motivações de forma bem realista e palpável, com sim muito boas atuações de Jane Levy e Dylan Minnette, e o assustador antagonista de Stephen Lang. Criando-se um certo ar de cinismo e acidez em cada um exposto em suas interações e ações que dão essas certas facetas duas caras sutis cada um e um ar mais realista, que parecem remeter um pouco ao humor negro dignos de um filme de David Fincher.

    Diretor este que Alvarez claramente tende muito a beber de inspiração ao construir o espaço do filme, que lembra e muito “Quarto do Pânico” do diretor, no seu uso de planos sequências onde a câmera atravessa paredes e mobílias mostrando cada espaço do campo da batalha de tensões que está prestes a se instalar. Demonstrando ter um ÓTIMO domínio de espaço e ritmo ao saber brincar com a imprevisibilidade das ações dos personagens, onde cada gesto parece vir a se tornar um desencadeador de algo terrível prestes a acontecer e o rumo do confronto e a trama se tornam sim imprevisíveis e surpreendentes guardando algumas reviravoltas e surpresas.

    Mas infelizmente nada é perfeito nisso. Quando vemos aonde o filme finalmente nos leva e entrega seu clímax, onde até ali tudo fora criado com tanta naturalidade e assombrosa tensão e mistério, o roteiro cai em certas previsibilidades e começa a se criar ações forçadas de seus personagens em seu clímax e a implausibilidade e forçação de barra começam a tomar conta num nível bem bobo. Com um final surpreendentemente frio e voltando a esbarrar com o cinismo de outrora e conseguindo sim concluir em uma boa nota, apesar de seus fortes fraquejos perto do final.

    Mas é um filme que consegue ser sim inegavelmente divertido de assistir do inicio até o inicio da forçaçaão de barra começar, mas talvez não incomode a tantos quanto a mim. Ainda assim estamos perante um filme do gênero de boa qualidade e denota o grande talento que o promissor Fede Alvarez tem em manejar bem as técnicas do gênero e ainda conseguir criar personagens interessantes no meio de tudo. Só tente não cair nas imprevisibilidades e forçação de barra na próxima vez!

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  • Luiz Felipe
    Luiz Felipe

    Estranho pois eu havia curtido essa lista, aparecia o seu nome - por isso vim até o seu perfil -, e quando nela entrava, aparecia que o acesso estava restrito e agora ela sumiu. Se foi um erro de sistema do Filmow, peço desculpas pelo equívoco, mas que seu nome estava lá, como criador, estava.

  • Luiz Felipe
    Luiz Felipe

    Você restringiu o acesso a sua lista de filmes perturbadores?

  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/