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Últimas opiniões enviadas

  • Raphael Georg

    De todas as ótimas comédias de Seth Rogen, me impressiona que “Vizinhos” tenha sido logo o primeiro e único até agora a receber uma continuação (ainda esperamos uma de “Segurando as Pontas”, mas tudo bem), claro tanto se deve ao sucesso razoável do primeiro filme e um bom recurso de idéias que se pode ter e aproveitar com o conceito de guerra entre vizinhos. Mas como qualquer continuação, ele tem desafios a enfrentar, não só em tentar superar seu primeiro filme, mas não é preciso ressaltar a cruel má fama que continuações de comédia (e continuações em geral) tem no senso crítico programado de todos, sempre prontos para julgar e criticar o quanto inferior este é em comparação ao primeiro ou quão igual, etc etc.

    E sim, “Vizinhos 2” realmente não possui o mesmo charme e talvez nem o mesmo coração que o primeiro filme tinha, e deveras recicla uma coisa ou outra em seus conceitos e estrutura. Até a direção de Nicholas Stoller se mostra menos inspirada em comparação a energia que possuía no primeiro filme, e por vezes não consegue acompanhar a própria energia que seu soberbo elenco demonstra ter mais uma vez aqui. Mas consegue surpreender e ainda trazer consigo um roteiro INSPIRADÍSSIMO em seu humor, e trazer (de forma bem ousada) temas como sexismo, feminismo, racismo, entre outros, e usá-los como uma forte muleta de humor, mas sem nunca soar ofensivo e sim altamente e constantemente hilário!

    E a nova divisão de protagonismo nas três frentes entre Rogen e Byrne – Efron e Chloe Grace Moretz, é bem realizada e dosada, mas meio que tira o brilhantismo de alguns como Rose Byrne e Efron que tinham tão grande destaque no primeiro filme, mas ainda possuem ótimos e hilários momentos aqui, mas infelizmente impede que o filme tenha o grande coração que poderia ter entre o confronto de seus personagens e suas dúvidas e embates da vida...como no primeiro filme. Felizmente não é um filme que se sustenta em repetir piadas e referencias ao primeiro, o que inevitavelmente faz aqui e ali, mas o novo conceito Zac Efron e Seth Rogen VS Chloe Grace Moretz consegue ser ainda mais brilhante que o primeiro e proporcionar uma verdadeira Guerra Civil versão urbana constantemente divertida.

    E Moretz foi uma excelente adição ao elenco, com a atriz mais uma vez mostrando ter um grande carisma e se soltando e claramente se divertindo em sua personagem da jovem enfrentando a puberdade e lutando ainda para ser jovem. E o restante do elenco original volta e todos tem seu momento para arrancar boas risadas de nós o público, pena que não na mesma quantidade que o primeiro filme.

    Mas não levem a sério minhas constantes comparações ao primeiro filme aqui, pois Rogen e sua trupe mostraram sim ter aqui uma imensa dedicação e recheado de boas idéias para realizar aqui a continuação mais engraçada possível, e deveras conseguem fazer sim um filme mais engraçado, mas sem conquistar a mesma empatia emocional que o primeiro tinha para si, mas com um ou dos momentos que vão sim te fazer abrir um sorriso no rosto de afeto pelos sentimentos genuínos que os personagens conseguem transmitir entre si mesmo junto de todas as hilárias despirocadas!

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  • Raphael Georg

    Muito já se ouviu e questionou sobre os segredos que as fotos, raras reportagens e suas próprias atuações de James Dean, escondem por detrás delas. E talvez seja exatamente aí o alvo e foco do filme de Anton Corbjin e sua pequena investida biográfica numa pequena fase da vida do jovem ator e sua famosa temporada com o fotografo Dennis Stock na fazenda de sua família para o ensaio de fotografias para a revista Life, e através disso explorar um retrato físico e psicológico da figura que foi James Dean.

    Que acaba se tornando um retrato um tanto morno em sua pegada lenta e auto-contemplativa no desenvolvimento de ambos os personagens e entre o relacionamento de ambos Dean e Stock. Nada de errado com os atores ou a própria sólida direção e roteiro, mas o filme não consegue ousar e talvez tentar capturar toda a complexidade psicológica que Dean carregava pra si e era tão notável em suas grandes atuações e nos próprios relatos de sua vida.

    Se preocupa talvez demais em restituir os fatos de forma leal e pouco se preocupa em investir de verdade nos personagens. Não que o filme seja isento de emoções, já que surpreendentemente carrega em si um ou outro pequenos momentos singelos e tocantes, e isso se deve ao quanto entregue está Dane Dehaan no papel do astro, que mesmo não capturando este tão fidedignamente, consegue imprimir uma personalidade e emoção forte dentro de si, e até parece, fisionomicamente falando, aqui e ali com o próprio Dean. Mesmo infelizmente não pode se dizer de Pattinson que está bom e razoável mas nada de excelente e sua presença no papel se torna um tanto indiferente, assim como o resto do respeitável mas esquecível elenco.

    Mas o respeito e a admiração com o personagem chave aqui pelo seu ator principal e o diretor é extremamente notável e admirável, e que sucede em imprimir raios de profundas emoções aqui e ali em seu filme, mas lhe falta mais complexidade para realmente tornar um filme memorável e digno da pessoa que foi James Dean!

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  • Raphael Georg

    De todos os filmes que tendem a explorar a situação de decadência social de pobreza, violência e racismo nos países pobres da África, o filme de Kevin Macdonald talvez consiga se destacar em meio de muitos, graças a sua incontrolável energia digna de um thriller político, e que faz lembrar por alguns momentos aos filmes de Danny Boyle, e ao evocar para si uma brutalidade gráfica intensa em alguns de seus momentos. E o filme não poupa nem um pouco nessa energia e brutalidade conseguindo criar uma experiência bem desconfortável de se assistir, e talvez tenha sido esse mesmo o propósito principal.

    Mas talvez um pouco mais de sutileza em certos momentos faria bem ao filme que talvez falte e peque um pouco no que se refere ao desenvolvimento psicológico de seus personagens dentro desse violento universo em que vivem, mas o saldo ainda consegue ser positivo graças ao sólido roteiro e ao formidável elenco. E Forrest Whitaker dispensa elogios, sua malícia demoníaca vem por debaixo de uma faceta carismática e dócil e com uma imprevisibilidade sempre a espreita de se assustar e admirar. Mas a verdadeira força da natureza aqui é James McAvoy que talvez acabe sendo a maior vítima do filme, pois tem que conviver com os bens prazeres do demônio disfarçado para depois sofrer em suas deturpadas mãos, como milhares de famílias sofrem debaixo do bel prazer de seus falsos corruptíveis e cruéis lideres políticos.

    E talvez graças a esse seu visual inspirado e intensa brutalidade, “O Último Rei da Escócia” passa longe de ser um mero típico melodrama de Oscar e que se importa com seu viés cinematográfico e a essência realista de seus personagens, mas que lhe falta uma certa calma para se beneficiar melhor de suas qualidades e aí sim se tornar um excelente filme que tem todo o potencial de ser. Mas que ainda sim é bem bom e longe de ser algo ruim ou fraco em seu todo!

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  • Luiz Felipe
    Luiz Felipe

    Estranho pois eu havia curtido essa lista, aparecia o seu nome - por isso vim até o seu perfil -, e quando nela entrava, aparecia que o acesso estava restrito e agora ela sumiu. Se foi um erro de sistema do Filmow, peço desculpas pelo equívoco, mas que seu nome estava lá, como criador, estava.

  • Luiz Felipe
    Luiz Felipe

    Você restringiu o acesso a sua lista de filmes perturbadores?

  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/