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Últimas opiniões enviadas

  • Roger Portela

    Filme muito divertido da Netflix. Não tem uma história inovadora nem nada do tipo; são coisas que já vimos meia centenas de vezes em mais meio milhão de filmes. Mas é contado de um jeito gostoso de se assistir, é engraçado. Na verdade o filme peca um pouco com alguns personagens, preferindo não desenvolver ninguém além do próprio Rudy Ray Moore, o que é uma pena, porque todos os atores estão muito bem, destaque para Da'Vine Joy Randolph e Wesley Snipes.
    Mas, apesar dos problemas, o acerto maior do filme é o Eddie Murphy. Ele suga todo o filme para sua própria figura, não te permitindo prestar atenção em qualquer coisa. A figura de Rudy já é carismática por si só e o Eddie acerta todos os timings das piadas, tem uma expressão corporal muito grande. Esse filme já vale a pena, por si só, pela presença do Eddie Murphy. Você termina o filme desejando mais, sem nem perceber que já passou os 118 minutos de filme. Você termina querendo assistir Dolemite e ver mais de Eddie Murphy na pele de Rudy Ray Moore.

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  • Roger Portela

    Impossível não lembrar de Abbas Kiarostami ao assistir esse filme. Tanto pela poética quanto pela relação metalinguistica, o documentário não-documentário. Mas mesmo um filme que lembra tanto o diretor iraniano também difere demais dele, tornando-se único.
    "Viajo porque preciso, volto porque te amo" é uma das coisas mais profundas que assisti nos últimos tempos. Os monólogos são muito bem escritos e cortantes. Eles te atingem como um soco. É como ler uma poesia no fim do mundo.

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    A solidão do nordeste e das pessoas que vivem naquela terra seca se mistura com a solidão do personagem principal após ter sido abandonado pela esposa. Ele segue para sua viagem para esquecê-la, mas como conseguir esquecê-la em um lugar onde todos são solitários? A solidão o permeia também e ele tenta se perder no trabalho, não consegue; perde-se com prostitutas, mas até elas lembram a ele que o amor é o que roda suas vidas solitárias. Sua viagem de quatro semanas torna-se seis e ele não consegue prosseguir. Ele só volta para trás. Só consegue ver flores e pessoas.

    A voz de Irandhir Santos é uma coisa maravilhosa, o tom monocórdio, com poucas mudanças, deixa tudo naquele tom de marasmo que o filme pede, ao mesmo tempo que nos entrega toda a personalidade do personagem. Toda a sua angústia. As imagens do nordeste são belíssimas. Bucólicas. Melancólicas.
    "Viajo porque preciso, volto porque te amo" é um filme sobre a solidão do nordeste, sobre o povo da beira de estrada, e da solidão do homem. É um filme sobre o Brasil, mas também é um filme sobre a figura humana. Um filme de 70min com mais profundidade que muita coisa vista por aí. É a beleza da poesia de um homem só.

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  • Roger Portela

    Lords of Chaos é um filme interessante, e tem umas cenas realmente muito boas, mas o começo do filme é o pior. É cansativo no início a voz em off e um tanto preguiçosa, contando o filme mais do que deixando-o acontecer mesmo. Mas o filme melhora quando essa voz termina. E aí então o filme se mostra.

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    É muito interessante ver como o Euronymous só criou o black metal pra ele ser o que é mesmo: um espetáculo. Apenas uma forma de vender mostrando cara de mal. A morte de Pelle foi o que alavancou essa fama "má" a volta do Mayhen. No fim, ainda é música, mesmo sendo tratada como se fosse algo além. É o que muita gente busca, uma forma de fugir da realidade, de lutar contra o sistema ou contra aquilos que os envolve (e é o que o próprio Euronymous fala durante o filme quando diz que vivia em sua própria fantasia). O problema mesmo é quando isso sai do controle, fazendo as pessoas seguirem aquilo como algo verdadeiro, levado para a vida.

    O filme tem uma edição ótima, que deixa o filme veloz, mas não corrido. O show do Mayhen no início do filme mostra bastante isso, seus cortes são precisos e bem feitos. Em contrapartida, há sim algumas atuações vergonhosas. Mas com esses altos e baixos, ainda acho um filme bom, uma ótima história sobre ideias que saem do controle.

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    E o final é ótimo, aquela perseguição do Varg, a cena que o Euronymous tenta destrancar a porta enquanto o Varg bebe leite com nescau é muito tensa. Uma aula de como fazer um suspense/terror

    E é só isso. Aliás, Varg sempre foi um imbecil.

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