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Últimas opiniões enviadas

  • Rômulo Ataides

    Como um goianiense desnaturado gostei muito de ver um filme que se passa em minha cidade natal, ainda que seja para retratar um dos piores acidentes radioativos do mundo. Nasci em um hospital no Setor Aeroporto (bairro onde ficava o ferro-velho do Devair) alguns anos depois do incidente e cresci ouvindo historias sobre o ocorrido. Descobrir esse filme (e a obra de Roberto Pires) foi uma excelente surpresa para mim. Esperava que o filme retratasse alguma coisa do drama envolvendo os infectados após a remoção de suas casas, mas mesmo assim é muito envolvente acompanhar toda o processo de infecção desde o inicio, o ótimo elenco segura muito bem esse momento inicial. O clima "cotidiano" do filme, que pode ser criticado por alguns como "lento" ou "chato" me agradou bastante, não deixa de lado o tom de denúncia, apesar de não lograr o peso dramático que se teria caso se focasse na situação dos infectados nos abrigos e nas mortes posteriores ao acidente.

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  • Rômulo Ataides

    Remake bem inferior ao filme de Luc Besson. Cortaram a boa dramaticidade nas cenas iniciais e sobretudo na interação de "Nikita" com Bob. Bridget Fonda e Gabriel Byrne até seguram bem seus papéis, apesar da Bridget não conseguir passar a "tosquisse" e ingenuidade quase infantil da protagonista (bem representados por Anne Parillaud no original francês), e seu namorado, que no original era um personagem minimamente autêntico e até simpático, aqui é um pretencioso otário. Aqui temos clichês horrendos e cenas explicativas desnecessárias. Nem a participação de Harvey Keitel (que poderia ser tão boa como a de Jean Reno no original) salva. Talvez o filme melhorasse um pouco se não seguisse "a risca" o esquema narrativo do original. Duas estrelas pela Nina Simone na trilha sonora.

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  • Rômulo Ataides

    Excelente! Filme honesto, mínimo, crú e extremamente triste sobre a vida, e principalmente, sobre o violento relacionamento entre Kaoru Abe e Izumi Suzuki. No filme, que em seus pouco mais de 100 minutos oscila entre melancolia e tristeza, Kaoru é retratado como o saxofonista atormentado e drogado que era sem apelar para sensacionalismos e psicologismos gratuitos (infelizmente muito comuns em filmes biográficos) além de ser muito bem interpretado pelo também musico Kou Machida (vocalista da banda punk japonesa "Inu") que conseguiu emular a aparência, trejeitos e sobretudo o jeito de tocar sax de Kaoru. Além disso o filme entrega ótimas performances musicais de Free Jazz e a participação ilustre de um dos ícones da musica experimental japonesa (e mundial) Keiji Haino e sua banda Fushitsusha. Pontualmente, o filme ainda traz boas reflexões sobre o Free Jazz, arte e sobre o contexto político japonês dos anos 70.

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  • Jonas Dornelles
    Jonas Dornelles

    resta a certeza de que sempre teremos filmes bons pra assistir (pelo menos isto..hehe) abrs!!

  • Jonas Dornelles
    Jonas Dornelles

    po, altos filme massa. parabéns pelo bom gosto. vou pegar umas referencias pra ver no teus favoritos.. hahah
    abrs!

  • Lari Gp
    Lari Gp

    ah que legal, oq mais especificamente que vc pesquisa dentro da psicologia cultural? se é que me permite a intromissão hehe. sim, me formei na UFSM, a psico aqui é massa, tem uma galera bem politizada, mas tbm tem seus problemas e seus coxinhas (profs e estudantes), nada de surpreendente, o curso agora ta passando por uma reforma no currículo, felizmente...muitas disciplinas focadas em psicanálise e tcc, poucas de saúde pública/saúde mental/reforma e práticas alternativas, etc. vc é de qual universidade? desculpa se já perguntei, maldita pós-modernidade UHSAHUHAS
    pois é, a residência é 60h, mas não trabalho em hospital não, passo longe, trabalho num CAPS AD, sou da saúde mental. isso causa alguns problemas, já que a residência multiprofissional foi baseada nos moldes da médica, que é feita pra trabalhar 60 horas (40h práticas e 20h teóricas) dentro de um hospital. Ainda é uma ideia em desenolvimento pra falar a verdade, temos muita luta pela frente...mas está sendo uma experiência de trabalho muito enriquecedora, apesar da formação acadêmica deixar a desejar (a residência da UFSM em específico tem muitos problemas de autoritarismo e burocratização, um pé no saco). Me interesso bastante pela parte acadêmica de pesquisa e tal, mas confesso que a residência me deixou numa crise profissional, que já existia antes...estou seriamente pensando em "migrar" de profissão, a vontade de fazer Jornalismo e trabalhar mais de perto com fotografia, escrita e audiovisual não passa.
    Sim, foi o que percebi sobre o Gregg Araki assistindo "Nowhere", li em algum lugar que faz parte de uma trilogia...acho que seria Doom Generation, Nowhere e Mysterious Skin (?). parece que ele tá sempre falando sobre essa angústia e vazio sem fim que é a adolescência, e o que é a adolescência senão um ensaio para o resto da vida? lol
    baixei White Bird in a Blizzard por curiosidade de ver trabalho mais recente do cara, mas confesso que fiquei desconfiada pq tem a Shailene Woodley...