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Últimas opiniões enviadas

  • Sant Amanda

    Eu quis muito gostar desse filme. As atuações são boas, a fotografia é impecável e o enredo elabora uma reflexão bacana sobre uma realidade de (sobre)vivência enquanto a América dos sonhos dourados segue intocável no fundo. Mas... é muito lento, ao ponto que chega a ser cansativo. Além disso, apesar de toda a sutileza nos detalhes e na simbologia do filme, a cena final ~final~ foi na contramão de todo o resto e acabou parecendo uma propaganda da Disney (não no bom sentido).

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  • Sant Amanda

    Algumas ideias pra quem acabou de ver o filme e só tem uma grande interrogação na cabeça:

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Se pensado de forma linear, a história de Jonas é mais ou menos assim: Jonas estava em um navio que naufragou e o deixou à deriva no mar. Ele lança uma garrafa ao mar dizendo seu nome e que está perdido. Eventualmente acham a garrafa e autoridades passam a procurá-lo até ele finalmente ser achado. É aí que ele conhece a futura esposa. Conforme o tempo passa, Jonas consegue um trabalho no hotel para sustentar a sua família.

    É uma questão de ligar os pontos: na TV, uma reportagem de histórias de esperança e a notícia da garrafa encontrada. Na televisão, sua mãe clama que ele entregue a sua alma a Deus e mude de vida. Na cena da piscina, a esposa fala sobre como ele estava carente ao retornar e se apaixonou por ela. Na igreja, ela agradece o caminho que ambos tem seguido enquanto família e enquanto religiosos. Ao conversar com um colega sobre MBA, Jonas diz que conseguiu o emprego ao mostrar seu passado para o chefe.

    A partir daí, pode-se seguir dois caminhos de interpretação:

    No primeiro, o Profeta Sem Nome é fruto da imaginação de Jonas. Ele é responsável pelo assassinato da própria família e se aproveita dessa criação para seguir os seus desejos reprimidos. Assim, a divisão de Jonas em dois personagens é uma reflexão sobre suas escolhas, desejos, arrependimentos, delírios, fantasias e assim por diante.

    No segundo, o Profeta Sem Nome é um personagem real e apareceu na vida de Jonas para "corrigir um erro". Assassinar a família de Jonas foi a forma que o Profeta encontrou de "reiniciar" o sistema, "matar o bug" - ou fazer Jonas correr atrás de corrigir o que foi feito. Neste sentido, Jonas se divide entre universos paralelos até que, na virada do ano novo, no local em que ele coincidiu estar, houve a Inversão. O Jonas da neve é cuspido da realidade como quem tem uma nova chance com a família. Aqui você consegue encaixar mais referências religiosas apresentadas ao longo do filme.

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  • Sant Amanda

    Como esse filme conseguiu um 4.1 eu não sei. Os personagens e eventos foram extremamente rasos, construídos em cima de fórmulas prontas e sem nenhuma originalidade; o uso excessivo de efeitos especiais e tela verde resultou em atuações constrangedoras onde os atores claramente não interagem com nada; o foreshadowing excessivo tornou absolutamente todos os acontecimentos previsíveis... ai minha J. K. Rowling por que tirastes outra obra do ventre de HP e colocas-te-o na terra para pisar-la com teus próprios pés?

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