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22 years (BRA)
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Filho de Djaine e Anderson. Irmão de Rachel, Samuel e Kael. Discente de Comunicação na UFRN. Aspirante a cinéfilo. Não sei nem andar, quanto mais dançar.

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Últimas opiniões enviadas

  • Sávio

    Gilles de Maistre é um veterano da televisão francesa, realizador respeitado no país e esse foi certamente um dos motivos pelos quais o aparentemente inflexível Alain Ducasse se deixou acompanhar durante quase dois anos, entre 2015 e 2016.

    O chefe é carrancudo e bem fechado, tanto que é perceptível que alguns momentos não podiam ser documentados e durante todo esse tempo o diretor só viu a esposa de Ducasse uma única e insignificante vez. Algumas “patadas” durante a metragem também são identificáveis, mas tudo de uma forma charmosamente francesa.

    O filme começa apresentando rapidamente o garoto de Landes que se tornou um dos maiores chefes da gastronomia mundial, recordista de estrelas do Guia Michelin e nos inserindo em sua nova incursão: inaugurar um restaurante no Chatêau de Versailles – fechado ao público e aberto apenas a clientes que querem uma experiência completa no palácio – mas este é apenas um dos assuntos do longa.

    Para Ducasse, a gastronomia faz parte do todo de uma experiência situacional e local, ele acredita que além dos ingrediente e do preparo, o momento e as companhias durante uma refeição afetam diretamente na recepção do que se come, portanto, os ambientes devem ser propícios a oferecer as situações mais agradáveis possíveis, também por isso ele se envolva com todas as etapas da concepção de seus restaurantes, evidentemente do prato que é servido, até a arquitetura do local.

    Apesar de negar que faz política com sua gastronomia, creio que o engajamento consciente no modo de conduzir seus restaurantes, na matéria-prima utilizada, na relação com os colaboradores, entre outros elementos, sejam sim uma forma de política, e tudo isso é o que o torna um profissional tão fascinante.

    Mas o que um homem que já encontrou tudo poderia estar buscando? Alain anda a procura de conhecer cada vez mais culinárias. Ele não para, vai ao Japão várias vezes ao ano sempre conhecendo restaurantes diferentes, a narrativa se propõe a mostrá-lo nessas buscas, viajando pelo mundo com os mais diversos objetivos, como participar de um programa de auditório (aliás, foi a única vez que de Maistre o viu cozinhando); ir a um bate-papo com alunos de um amigo nos EUA; visitar uma escola sua, um projeto social que ele dirige; e ir ao Brasil, onde está seu fornecedor de cacau.

    O formato documental escolhido é bem ordinário e formulaico, mas correspondeu bem às expectativas que o produto almejava, apesar de que o próprio Ducasse disse que as imagens foram “roubadas” de alguma forma. Essa sensação não é passada ao espectador. O filme culmina no dia da inauguração do Ore, o tal restaurante em Versailles, enfim pronto depois dos quase dois anos e que em breve deve lhe render mais estrelas Michelin.

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  • Sávio

    É até chover no molhado citar o quanto esse filme é atual. Ao final eu estava completamente extasiado. Essencial de se assistir nesse tempo em que vivemos. Extremamente bem filmado, um ótimo elenco e viva Costa-Gavras.

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  • Sávio

    O filme é adaptado da autobiografia homônima de Romain Gary, que já teve uma versão pro cinema em 1970, dirigida pelo grande Jules Dassin. Dessa vez, o trabalho ficou por conta do por mim desconhecido Eric Barbier, que aqui demonstra talento com um trabalho empolgante e muito cuidadoso.

    Eu, pessoalmente, não conhecia quase nada sobre Gary e, enquanto assistia ao filme, nem sequer me ocorreu que aquilo tudo era baseado em fatos reais, ainda mais por seu sobrenome verdadeiro ser Kacew. A história é sobre o amor da mãe (Nina) por seu filho, executado em uma extrema confiança aliada a uma desmedida cobrança. Sim, ao acreditar demais que Romain seria um homem de tanto sucesso e executor de tantos feitos, Nina colocava sobre os ombros dele um fardo exagerado, mas que o pequeno garoto faria questão de carregar, certamente superando todas as expectativas da mãe.

    No longa em questão, ele não segue exatamente o caminho que ela traçou ou imaginava. À despeito de ter vivido as obsessões da mãe, pelo menos o Romain desse filme também viveu para si. Entre aventuras e algumas frustrações, ia galgando cada um dos pontos que a mãe esperava. Parece até meio suspeito acreditar em tudo, creio inclusive que as obras dão alguma valorizada em relação à isso, mas não deixa de ser emocionante e bonito de se ver, ainda mais da maneira não convencional como tudo foi feito.

    A narrativa fílmica começa meio bagunçada em algum lugar do México, com Gary a caminho de um hospital e a medida que sua atual esposa lê o manuscrito do romance, o espectador assiste a história deles na Polônia até chegar ao paraíso francês que a mãe tanto sonhava. Nina é personagem tão importante quanto o próprio Gary, mulher forte, esperta e inteligente que com tanta força e garra criou seu filho e se recusava a precisar de homens pra viver, aliás, tinha pavor da ideia.

    O texto é inteligente, empolgante e tem ótimas tiradas cômicas. Além da relação deles, outro ponto que o longa trata muito bem é o preconceito racial e os efeitos do nazismo na Europa. O final é bonito, triste e poético, uma das grande experiências do Varilux desse ano, vale a pena assistir.

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  • Isabela H.
    Isabela H.

    Pra ser aluno especial então basta um telefonema? KK massa! Isso é muito bom.

  • Vinicius Borges
    Vinicius Borges

    Aos poucos volto a assistir os muitos que ainda faltam serem vistos... rs. Mas é sempre um grande prazer assisti-los!

  • Isabela H.
    Isabela H.

    Aluno especial? Como funciona isso?
    Sim! Faculdade federal é maravilhosa. Fiz isso demais também... Já peguei exatas, artes e psicanálise kk foi ótimo.