filmow.com/usuario/sem_registro/
    Você está em
  1. > Home
  2. > Usuários
  3. > sem_registro
29 years, RIBEIRÃO PRETO - SÃO PAULO (BRA)
Usuário desde Maio de 2011
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum

"Não é demonstração de saúde ser bem ajustado a uma sociedade profundamente doente." - Zeitgeist Addendum
-
"O Homem só será livre quando o último rei for enforcado nas tripas do último padre." - Denis Diderot
-
“There is a fear about sex in motion pictures, as if sex would undermine morality.” - Paul Verhoeven

Últimas opiniões enviadas

  • Jonathan Silva

    Pode parecer, a primeira vista, uma completa idiotice bem naquele padrão 'Globo Filmes' esse longa-metragem de Claudio Torres (do bom "Redentor"), inclusive por depois ter virado série televisiva. Mas não é exatamente assim - ou, pelo menos, não completamente.

    De fato, Torres é melhor como roteirista que como diretor, portanto sua estética na direção e a orientação da montagem vem com quase todos os cacoetes televisivos daquele chorume estilo "Se Eu Fosse Você" e assemelhados, que pipocam nas salas dos multiplexes pelo menos uma ou duas vezes todo mês. O elenco, que inclui a irmã do diretor, Fernanda Torres, também é de tipo 'global' e pode causar essa impressão, em especial por conta da presença da tacanha e pouco talentosa Luana Piovani, embora aqui ela felizmente esteja mais suportável e carismática que de costume.

    Mas até que o saldo final de "A Mulher Invisível" é razoável, seja pelo esforço de Selton Mello (cuja performance acaba sendo pelo menos mediana), seja sobretudo pelo roteiro, que é bom, surpreende algumas vezes - principalmente na medida em que acrescenta algum drama, saindo da mera comédia escapista - e, apesar de uma ou outra auto-indulgência, conseguiu ser redondinho na história que quis contar, de ressonâncias psicanalíticas acerca da fantasia que o personagem cria para lidar com o trauma da separação com a esposa (Maria Luisa Mendonça, o melhor nome do elenco, mas que infelizmente some em menos de 10 minutos de filme). Vá sem sede ao pote que a sessão pode até ser proveitosa.

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Jonathan Silva

    O que vale a pena nesse filme do prolífico e incansável Woody Allen, de mais de dez anos atrás, é a narrativa que conta a mesma história, sem exatamente repetir as cenas e progredindo entre uma e outra, ora de modo dramático, ora de modo cômico, partindo da mesma premissa e da mesma personagem central (vivida por Radha Mitchell, em performance satisfatória). Dessa forma, por exemplo, uma cena de suicídio é apresentada em teor triste num momento e pouco depois uma situação quase igual aparece para despertar o riso.

    Nem sempre essa mescla funciona e acabam rolando elipses e até inverossimilhanças que acabam comprometendo as duas, justamente porque há a necessidade de investir tempo na contraparte. Nesse sentido, o pior aspecto acaba sendo a relação entre Melinda e o pianista feito por Chiwetel Ejiofor, que acaba não tendo química nem tempo suficientes com a protagonista para que sintamos algum peso na ascensão e queda daquela relação. As piadas com o personagem de Will Ferrell nem sempre funcionam bem, até porque o personagem é meio chato e aborrecido.

    Não é nada demais, mas dá um caldinho e segura o interesse. E a parte cômica tem lá seus momentos divertidos, bem como tem um final corajoso na parte dramática, o que de fato acaba concluindo a obra de modo pelo menos razoável.

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Jonathan Silva

    SPACEBALLS INVOLUNTÁRIO

    O "Alien" de 79 é um dos meus filmes favoritos. Além disso, as sequências de 86 e mesmo a de 97, esta muito rejeitada por boa parte dos admiradores da franquia, são parte importante da minha formação como cinéfilo. Se hoje é fato que vivo e respiro a sétima arte há pelo menos uma década e meia, Ridley Scott, Sigourney Weaver e H. R. Giger tem grande mérito nisso.

    Por isso mesmo, não consegui perder a chance de ver o 'design' do monstro criado por Giger na tela grande, ainda mais sendo filmada pelo diretor do longa original de 1979, quando o mundo pela primeira vez descobria o monstro orgânico e aterrorizante do que mais tarde seria uma franquia duradoura e rentável, mudando os fundamentos tanto do cinema de ficção-científica, quando do de terror. Mas fui com a expectativa baixa, já lembrando o que foi "Prometheus" e sabendo que Scott só quer fazer uma trilogia-prequel pra faturar uns trocos em cima do filme dele que realmente prestou, há quase quatro décadas atrás.

    Por isso mesmo, não foi uma surpresa, portanto tampouco foi uma decepção, descobrir que "Alien Covenant" é de fato uma porcaria. Só faltava mesmo saber os comos e porquês seria essa porcaria, que o trailer já dava sinais que seria (diferente do trailer de "Prometheus", que era ótimo).

    O elenco, com exceção de Michael Fassbender - aqui em papel duplo, como dois androides em contradição e disputa interna -. é muito, mas MUITO fraco. O roteiro não ajuda em nada, com um desenvolvimento raso e tentando mostrar como cientistas de alto escalão, com anos de experiência no ramo, cometeriam erros de segurança e cautela tão primários. E que decadência cair da tenente Ripley do original para a feiosa e rasa Katherine Waterston, que vira a equivalente de Sigourney Weaver nessa 'prequel' caça-níqueis.

    O próprio alien é pouco ameaçador, todo digitalizado em efeitos visuais não muito bons e que vão datar dentro de cinco anos - sem falar que não nos importamos em absolutamente nada com os personagens que morrem, já que TODOS são desinteressantes. Pior ainda é a cena de nascimento do alien (no original de 79, era uma das cenas mais fodas do filme), com direito a levantar o bracinho para saudar o androide, parecendo mais uma paródia involuntária que não ficaria descolada em "Spaceballs", do Mel Brooks.

    Pra não dizer que só malhei o longa, tem um trecho bom entre o nascimento do primeiro 'alien branco' até o término do ataque do segundo no meio do matagal. Ali, até a incompetência da equipe em lidar com os monstros acaba tendo efeito positivo e contribuindo para o suspense.

    Fora isso, é uma pena ver Ridley Scott - que felizmente não vai dirigir o novo "Blade Runner" - cuspir em cima da franquia que ele próprio concebeu, pra ganhar uns trocos a mais de modo oportunista, oferecendo um produto vazio, de roteiro fraco, com direito a 'subtexto religioso' e tentativa de dar 'ares shakespeareanos' para o que deveria ser um filme de terror que ecoa nossos medos íntimos e inconscientes - exatamente como era o clássico de 1979. Falando nele, melhor revê-lo do que perder tempo com essa porcaria. E pensar que ainda querem fazer um terceiro, pra ganhar mais grana em cima desse universo...

    Você precisa estar logado para comentar. Fazer login.
  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/

  • Azizam Parvane
    Azizam Parvane

    Olá, tudo bem?
    Nossa! Adoro os seus comentários. Você é um dos poucos que nota o lobby nojento e sionista em Hollywood. Bem, fora a sua lista. Chega nem perto da minha. E lendo alguns comentários seus sobre indicados ao Oscar, mais uma vez me convenço que a única categoria que de fato merece ser conferida, é a de melhor filme em língua estrangeira.

  • Mariane
    Mariane

    Obrigada Jonathan.