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29 years, RIBEIRÃO PRETO - SÃO PAULO (BRA)
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"Não é demonstração de saúde ser bem ajustado a uma sociedade profundamente doente." - Zeitgeist Addendum
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"O Homem só será livre quando o último rei for enforcado nas tripas do último padre." - Denis Diderot
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“There is a fear about sex in motion pictures, as if sex would undermine morality.” - Paul Verhoeven

Últimas opiniões enviadas

  • Jonathan Silva

    Muito bom! Os direitos trabalhistas dos faxineiros são tema pouquíssimo explorado, inclusive pela esquerda, o que só aumenta a relevância do filme. A cena da confissão da irmã é forte e memorável. Em tempos de avanço da terceirização, o filme é ainda mais atual agora que quando lançado, há mais de 15 anos.

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  • Jonathan Silva

    Melhor do que eu esperava, com um roteiro (obviamente 'chupado' de Casablanca) satisfatório, chegando a levar o espectador médio estadunidense a compreender e torcer pela revolução, já que toda interferência negativa no romance do casal central vem sempre por parte da milícia de Fulgêncio Batista. O elenco é competente, mas dirigido sem muita chance de brilhar e acaba sendo apenas ok.

    Sydney Pollack, vamos ser sinceros, nunca foi um sujeito realmente talentoso, de filmografia irregular (o melhor é "A Noite dos Desesperados"), normalmente falhando em construir planos mais elaborados ou nos deixar intrigados com o destino dos protagonistas (o romance de Redford e Lena Olin é completamente desinteressante). Um diretor mais atrevido certamente tiraria, por exemplo, um proveito estético ainda mais impactante da Havana belamente recriada pela equipe do filme na República Dominicana, já que a própria capital cubana estava inviável para filmagens nas locações reais. Ainda assim, a recriação da Cuba de 1958 frenética, lasciva e principalmente corrupta é bastante convincente, especialmente na primeira hora de filme.

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  • Jonathan Silva

    VOSSA MAJESTADE, O PINGUIM DE GELADEIRA

    Que esse filme tinha tudo pra não me agradar, eu já sabia. Mas conseguiu ser ainda pior do que eu esperava. Na verdade, só é (vagamente) lembrado ainda hoje por conta do Oscar (imerecido) da atriz e das indicações - um costume da Academia de Roliúde, que sempre coloca lá entre os indicados - normalmente sem abocanhar o prêmio principal, salvo pontuais exceções (como o chatíssimo "O Discurso do Rei") - a 'cota britânica' de algum longa-metragem com o inconfundível sotaque 'oh, dear' daquele país.

    Na verdade, nem a performance de Mirren salva o filme, afinal, é apenas correta, muito abaixo da fama que ganhou e não consegue em momento algum proporcionar um retrato mas denso da personagem, que do começo ao fim soa por demais posada e contida até em momentos de intimidade. Pra se ter uma ideia, TODAS as atrizes indicadas ao Oscar naquele ano (2007) tiveram performances melhores, sobretudo Judi Dench por "Notas de um Escândalo". E olha que Mirren é sim uma atriz talentosa, como já ficou provado em "O Cozinheiro, o Ladrão, Sua Mulher e o Amante" e no mais recente "Trumbo".

    Todo o resto do filme é uma bajulação mal dissimulada cujo objetivo é reafirmar a 'importância' da família real inglesa (o que seria de nós sem eles, não é mesmo?) não só para a própria Inglaterra, como para o resto do mundo. As tentativas de criar contrapontos à realeza são porcamente desenvolvidas pelo roteiro covarde e esquecível, já que no fim das contas todas as tentativas (geralmente insossas) de criar humor em cima da saia justa na qual a rainha se encontrou nos primeiros dias após o falecimento da princesa Diana são mero pretexto pra tentar dar ares de 'humanidade' para a família real ou ao primeiro-ministro e tentar pintá-los não só de 'gente como a gente', mas também pra justificar e endeusar a postura fria da velha Elizabeth II. A única personagem interessante e que realmente poderia fazer um contraponto discursivo forte, a esposa de Tony Blair, tem uma participação minúscula na narrativa e passa em brancas nuvens.

    Mais que isso, a impressão que fica é de um produto de arte (cuja circulação comercial aumentou sem dúvidas por causa do Oscar) que tenta chancelar e dar tapinhas nas costas para a existência em si da monarquia inglesa, uma aberração conceitual que,na prática, significa apenas que o primeiro ministro - no caso, o então recém-empossado Tony Blair (ainda hoje lembrado como um capacho da administração Bush nos EUA) - vai ter que prestar juramento e fingir que a família real ainda tem alguma relevância política prática, quando na verdade são só pinguins de geladeira caríssimos aos cofres do Estado inglês que gozam de uma série de privilégios porque INFELIZMENTE conseguiram escapar da guilhotina na época de Robespierre ou de Napoleão.

    E haja babação de ovo também para o próprio Tony Blair, que chega a fazer um discursinho inflamado sobre a importância dessa velha inexpressiva que 'dedicou 50 anos ao bem do país'(sic), além da mitificação da falecida princesa Diana (que surge aqui várias vezes em imagens de arquivo da imprensa), a qual nunca passou de uma Madre Tereza de Gales ligeiramente mais carismática que a média da 'realeza' britânica.

    Afinal, "A Rainha" não passa de um filme descartável que, por trás de uma suposta dramatização da complexidade da protagonista quando está longe dos holofote midiáticos, nada mais faz que tentar desesperadamente justificar a ridícula continuidade da existência de uma monarquia decorativa. E não bastasse essa intenção duvidosa, como peça estética de cinema também é banal e irrelevante. No máximo, acabou tendo em mim o efeito inverso do que pretendia, corroborando minha velha hipótese de que a Inglaterra só será livre quando a última Margaret Thatcher for enforcada nas tripas da última rainha Elizabeth.

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  • Mariane
    Mariane

    Olá, estou procurando o filme Denise está chamando e vi seu comentário na página dele, você tem ele ou algum link para baixar?

  • Podcast Filmes Clássicos
    Podcast Filmes Clássicos

    Bela lista Noir que vc criou.. Se gosta do genero, fica um convite: ouvir nosso podcast sobre o assunto. filmesclassicos. com.br/2015/01/01/episodio-6-film-noir/

    ABs!

  • Leonardo Vasconcelos
    Leonardo Vasconcelos

    Oi, vi seu comentario na página do Verhoeven e queria te pedir uma indicação de filmes dele. Eu já vi Robocop, The 4th man e o homem sem sombra, alguma dica de qualquer ver agora? o que eu mais curti foi o the 4th man