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18 years, Belorizonte (BRA)
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maybe life is a losing game

Últimas opiniões enviadas

  • Monteiro

    Um trailer que apresenta heavy metal, gore e comédia é capaz de despertar a atenção de qualquer fã desses três citados, e a combinação desses três elementos conseguiu dar origem ao Deathgasm que desde o lançamento do primeiro trailer, estava criando muitas expectativas e felizmente elas foram cumpridas com competência.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    A primeira parte do filme é bastante identificável com o público, apresentando como personagem principal um típico jovem metaleiro frustrado que enfrenta problemas na família e na escola, mostrando também suas amizades e o típico comportamento adolescente de agir precipitadamente em prol da diversão. Todas essas situações são mostradas de forma realmente cômica, talvez até retardada em alguns momentos, o que deixou o filme hilário!

    Uma parte interessante do filme, foi mostrar o pensamento estereotipado das pessoas que não ouvem metal tem sobre o gênero, que é prosseguida por uma fala tocante do personagem principal e que justifica os acontecimentos do filme, além de fazer refletir sobre o que consideramos como amizade verdadeira, sob o risco de podemos ser traídos por quem mais confiamos.

    - Sabe quando a vida tá uma droga e você se sente sozinho e vazio? Você escuta metal e se sente melhor porque alguem também conhece a sua dor e a raiva que você está passando.

    Eis o ponto, após uma série de acontecimentos desagradáveis para o nosso protagonista ele resolve recorrer ao metal, só que de uma forma... vamos dizer assim..., que não foi correta, o que gerou bastantes consequências.

    A partir daí o filme começa a se focar mais na ação e no tão esperado gore, se percebe claramente que o roteiro e os efeitos foram inspirados no clássico Evil Dead. Com isso somos presenteados com as cenas mais empolgantes do filme, com bastante sangue, violência e matança.

    Algo que me chamou a atenção foi quando um zumbi machuca a mão do personagem principal, que foi bem focada pela câmera, pensei que isso o tornaria um zumbi também, o que não ocorreu. Logo me dei conta que foi apenas uma brecha para nos levar a cena em que Medina pede para fazer um curativo na mão do protagonista, aonde percebe a jaqueta do seu amigo com Medina e descobre a traição do seu amigo. Nesse momento do filme, é provável que o telespectador sinta grande antipatia do personagem Zakk.

    Outro momento instigante, foi quando os personagem chegaram na casa do falecido Rikki Daggers e deram de cara com A Irmandade, como ela a adivinhou que os personagem iriam pra lá? Detalhe a parte, certos momentos dessa parte final me lembrou muito "Power Rangers", que por curiosidade, alguns atores do filme também tinham feito algumas temporadas. Nas cenas finais também sentimos remorso por Zakk que tinha traído seu amigo no desenrolar do filme.

    Sem conta, a incrível trilha sonora utilizada no filme, com bandas boas e não muito conhecidas, uma ótima forma de divulgar o som dessas bandas que com certeza merecem muito mais reconhecimento.

    Isso mostra que Deathgasm, apesar de ser um filme de comédia consegue despertar outros sentimentos além de nos fazer rir, consegue fazer o público se identificar facilmente e que mesmo atores não muito experientes, conseguem dar um show de interpretação, mostrando que o cinema da Nova Zelândia realmente tem um bom potencial. Recomendado a todos os fãs de metal e terror.

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  • Monteiro

    Cara, nem sei pra que eu fui ver isso. EIUAH
    Nada contra black metal, eu aprecio o gênero, mas porra, não deixou nada do áudio original. O áudio no pornô é importante, seja a atriz gemendo ou o som da penetração, podiam ter deixado a trilha sonora um pouco mais baixa para tornar audível o som da gravação. A maioria esperava cenas bem hardcore e muito sadomasoquismo, mas só vimos um cara que fode mal dando uns tapas e jogando cera quente numa atriz. Atriz que por sinal, deu uns pontos positivos ao filme, Harlot Queen além de ser muito bonita, atuou muito bem. Enfim, esperava mais, muito mais pra falar a verdade.

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  • Monteiro

    Um belo dia quando estava olhando o feed do Facebook, vejo vários amigos compartilhando um trailer de um remake de um clássico do terror que ainda estava para lançar, esse vídeo se tornou meio que viral pois realmente chegava a assustar quem assistia. Isso aumentou imensamente a expectativa por esse filme, mas que infelizmente, não cumpriu o que prometia. Percebe-se claramente que o diretor tentou modernizar a história e o estilo do filme, o que parecia uma boa ideia, mas que acabou dando errado. Não que o filme tenha sido um desastre total, há algumas coisas boas a serem aproveitadas dele. Começando pela incrível atuação dos atores infanto-juvenis, três ótimas apostas para uma futura carreira de sucesso no cinema, e também pela incrível atmosfera de tensão e curiosidade criada na primeira metade do filme que consegue puxar a atenção para os acontecimentos sobrenaturais que acontecem na casa, principalmente com as crianças.

    Após a metade do filme, vemos apenas mais uma exibição clichê do que são a maioria dos filmes de terror atuais, percebe-se a adição de diversos "jump scares" durante o filme, os famosos "sustos", o que não seria um problema, já que é quase que impossível achar algum filme de terror atual que não explore essa famigerada técnica, o problema é que elas são usadas em ocasiões totalmente toscas, como por exemplo a cena em que Amy apenas encosta no ombro do seu marido, resultando num puta susto de pular da cadeira.

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    A cena que os filhos ficam sozinhos em casa também é outra demonstração de tosqueira, como a árvore sacudindo o filho deles, embora no filme original essa cena tenha sido consagrada por demonstrar avançados efeitos efeitos especiais para o ano de 1982, como o tempo passa, o que era consagrado em 82 ficou tosco em 2015.

    A escolha de colocar um casal separado e um assistende sem seriedade na equipe paranormal, aumenta um pouco do humor do filme, o que ajuda a passar batido a tentativa falha de fazer terror. A forma que surgiram os "portais" para o mundo dos mortos foram meio aleatórias, como que se de repente abrisse um buraco no teto da sua sala, e esse buraco fosse a saída do submundo das pessoas mortas.

    Um outro ponto positivo no filme, foi a gráfica utilizada quando o garoto entra nesse submundo, mostrando uma versão do interior da casa assolada por "almas perdidas", algo meio 3D, parecido com a cena inicial do filme que mostra o garoto jogando no seu tablet.

    A intenção foi boa, mas infelizmente não deu certo. O remake de Poltergeist não conseguiu satisfazer todas as expectativas dos telespectadores, Mostrando um roteiro mediano e com alguns clichês do terror atual. Recomendo assistir para descontrair num fim de semana entediante.

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  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/