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28 years Rio de Janeiro - (BRA)
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"Falar muito de si as vezes é a melhor forma de ocultar-se."
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"Os homens em geral julgam pelo olho e não pela mão, então muitos podem ver, mas poucos realmente sentir. Qualquer um consegue ver o que você parece ser, mas poucos conseguem perceber o que você realmente é."
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[...]"Para suportar minha seriedade, minha paixão, é necessário possuir uma integridade intelectual levada aos limites extremos. Estar acostumado a viver no cimo das montanhas — e ver a imundície política abaixo de si. Ter se tornado indiferente; nunca perguntar se a verdade será útil ou prejudicial... Possuir uma inclinação — nascida da força — para questões que ninguém possui coragem de enfrentar; ousadia para o proibido; predestinação para o labirinto. Uma experiência de sete solidões. Ouvidos novos para música nova. Olhos novos para o mais distante. Uma consciência nova para verdades que até agora permaneceram mudas. E um desejo de economia em grande estilo — acumular sua força, seu entusiasmo... Auto-reverência, amor-próprio, absoluta liberdade para consigo"[...]
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Meu gosto literário:
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"Movies touch our hearts, and awaken our vision, and change the way we see things. They take us to other places. They open doors and minds. Movies are the memories of our lifetimes. We need to keep them alive." – Martin Scorsese
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Últimas opiniões enviadas

  • Roberto

    Não vou dizer que o filme é péssimo, mas também não o achei tão bom assim. Me incomodou a facilidade com que o Homem-Aranha tem sua real identidade revelada/descoberta por aqueles a sua volta (e tão prematuramente). E ainda ter um amiguinho gordinho que fica na cola dele... Sempre o vi como um personagem meio solitário. Por falar nisso, colocar o Tony Stark como tutor, achei meio forçado. Praticamente virou um escravo do Stark e da tecnologia dele. Aquele uniforme high teck... Direto me fazia lembrar do filme "O Terno de 2 Bilhões de Dólares" com o Jackie Chan.

    Ao meu ver, foi uma tentativa esdrúxula de mudar o perfil do Homem-Aranha para atrair os adolescentes. Resultou num roteiro infantil, mais para uma comédia ruim do que ação. Não fiquei empolgado com o personagem e olha que eu sempre o adorei.

    09/10/2017

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  • Roberto

    Já faz bastante tempo que concluí a série. Até demorei bastante, pois só a assisti quando já tinha passado todo “hype”. Porém mesmo comentando depois de tanto tempo, a sensação é a mesma: Permaneço em êxtase! Uma das coisas que mais gosto é que ela é rápida, e é justamente por ser rápida e não ficar forçando mais temporadas que a torna tão agradável. Lógico, a linguagem cinematográfica e o roteiro são maravilhosos. Os episódios são bem amarrados e as interpretações são excelentes. Outro fato muito bom é a exatidão científica, te faz mergulhar na história e acreditar na realidade dela.

    Eu destacaria algumas interpretações, mas é até difícil, todos foram ótimos. Aaron Paul (Jesse Pinkman), Dean Norris (Hank Schrader) que é recorrente em papéis policiais, Bob Odenkirk (Saul Goodman) que até ganhou uma série derivada para seu personagem chamada “Better Call Saul”, Jonathan Banks (Mike Ehrmantraut), Giancarlo Esposito (Gustavo "Gus" Fring)...

    Uma coisa que eu não sabia e que vim a descobrir depois é que o ator RJ Mitte, que interpreta o Walter White Júnior, filho de Walter e Skyler tem de fato paralisia cerebral, embora a sua seja uma forma mais branda do que a do personagem. Mitte inclusive afirmou que ele teve que regredir de sua terapia para retratar o personagem, ficar acordado até tarde da noite para piorar sua fala e de aprender a andar de muletas para que seu andar não parecesse falso.

    O ator principal, Bryan Cranston, declarou numa entrevista que "o termo 'breaking bad' é uma gíria do Sul que significa que alguém desviou-se do caminho correto e passou a fazer coisas erradas. E isto aplica-se tanto a um dado momento quanto a uma vida inteira."

    Breaking Bad foi criado por Vince Gilligan, que passou vários anos escrevendo a série Arquivo X (The X-Files). Gilligan queria criar uma série em que o protagonista torna-se o antagonista. "A televisão é historicamente boa em manter seus personagens em uma estase auto-imposto de modo que shows podem durar anos ou mesmo décadas", disse ele. "Quando percebi isso, o próximo passo lógico era pensar, como posso fazer um show em que a unidade fundamental é para a mudança?" Ele acrescentou que seu objetivo com Walter White foi para transformá-lo de Sr. Chips para Scarface.

    Gilligan disse, antes do final da série, que foi difícil de escrever o personagem Walter White porque era tão escuro e moralmente questionável: "Eu vou perder o show quando se acabar, mas em algum nível, que vai ser um alívio não ter Walt na minha cabeça mais." Gilligan mais tarde disse que a idéia para o personagem de Walter intrigou tanto que ele "realmente não deu muita atenção de quão bem ele iria vender", afirmando que ele teria desistido na premissa desde que foi "um tanto estranho, história sombria" que poderia ter dificuldades de ser lançada para os estúdios. Enquanto a série progrediu, Gilligan e a equipe de roteiristas de Breaking Bad fizeram Walter cada vez mais antipático. Gilligan disse durante a execução da série: "Ele vai ser um protagonista de um antagonista. Queremos fazer que as pessoas questionem por quem estão torcendo, e por quê."

    Bryan Cranston, disse que foi inspirado parcialmente por seu pai idoso para saber como Walter transporta-se fisicamente, que ele descreveu como "um pouco curvado, não ereto, [como se] o peso do mundo estivesse nos ombros deste homem". Em contraste com seu personagem, Cranston tem sido descrito como extremamente brincalhão em conjunto, com Aaron Paul descrevendo-o como "um garoto preso no corpo de um homem".

    Assistindo ao personagem Walter White, eu constantemente pensava: “Tudo bem, eu vou neste passeio. Eu não gosto do que ele está fazendo, mas eu entendo, e eu vou com ele, tão longe como ele vai.” Constantemente ficava refletindo sobre o declínio pessoal do caráter e seu caminho para ruptura total. E daí novamente mais um elogio para interpretação do ator Bryan Cranston que nos faz mergulhar nestas questões e emoções.

    E apesar de eu não ser nenhum especialista, cabe tecer elogios extras a linguagem cinematográfica de Breaking Bad. O tempo todo senti como se transpusessem a genialidade do Cinema na Televisão. Inclusive muito se fala da importância de Breaking Bad para a televisão americana. É que este tipo de linguagem não costumava ser usada na televisão por inúmeros motivos. Além da tela menor, que dificulta o uso de planos abertos por não ter a mesma imponência de uma sala de cinema, quem assiste algo na TV geralmente não está 100% inserido no programa, alternando os olhares entre a tela, o celular, o relógio, e é até interrompido pelos comerciais. Esta falta de concentração resulta na necessidade de um conteúdo mais simples. Portanto, séries de TV costumam ter tramas mais rasas, desenvolvidas com muitos diálogos e planos fechados nos rostos dos personagens, uma linguagem totalmente diferente da usada na sétima arte.

    Breaking Bad foi pioneira em quebrar o status quo da indústria televisiva e levar esta linguagem para a telinha. Desde o uso das cores, já na primeira temporada, ao roteiro subjetivo e pouco expositivo, que força o espectador a pensar e não tem medo de deixar quem assiste confuso.

    Mesmo não possuindo noção de como esses sentimentos e sensações são construídos, o espectador é sensível e vulnerável à estas técnicas, que se usadas corretamente, resultam em uma série com uma narrativa extremamente envolvente e marcante. Por sacadas como esta que Breaking Bad é “O Poderoso Chefão da televisão”.

    Além dessas, Breaking Bad foi um fenômeno tão grande que influenciou inclusive séries que já estavam em curso e passaram a usar essa linguagem cinematográfica de forma mais ousada, como em The Walking Dead (mesmo que esta não tenha acertado na execução na opinião de alguns). Isso faz com que roteiristas e atores consagrados de Hollywood como Jonathan Nolan, Anthony Hopkins e Kevin Spacey passem a ver na televisão um ascendente e interessante novo mercado, além de resultar em programas com maior investimento e linguagem mais trabalhada.
    Breaking Bad foi um marco por sua linguagem, influência e por ter conseguido conquistar, com suas diversas camadas, desde o espectador mais desatento ao cinéfilo mais treinado. Uma obra-prima que levou, como poucas, a qualidade do Cinema, a sétima arte, à televisão.

    Por essas e outras a série é um marco e uma das obras mais sensacionais já criadas.

    12/09/2017

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  • Roberto

    Vi algumas críticas negativas em relação ao filme, mas honestamente, não o achei tão ruim assim. Tem boas cenas de ação, a história é interessante... Em algumas partes achei a ideia da história melhor que o antigo, porém evitarei fazer comparações. O que não me convenceu muito foi o final e uma ou outra coisa ao longo do filme achei desnecessário, mas se for analisar apenas como entretenimento, ele cumpre o papel. É um bom filme.

    26/08/2017

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  • Roberto
  • Stéphanie
    Stéphanie

    Obrigada pela dica. Decidi começar pela série toda mesmo. =]

  • Stéphanie
    Stéphanie

    Cara! eu vi q vc fez uma lista do InuYasha. É recomendado começar a ver pelo primeiro longa? É algo tipo Madoka (o primeiro longa na vera são os primeiros episódios da série)? ou algo tipo Evangelion (é um condensado - uma edição - incompreensível de série)? Na wikipedia só li que a série começou antes do primeiro longa e terminou depois... Obrigada pela ajuda.