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Últimas opiniões enviadas

  • tays

    É um roteiro compacto, o desenho é bem elaborado, trilha sonora espetacular, transição de cena elaborada e não existe plot. A história tem suas partes apelativas que ao meu ver foram desnecessárias, como os dramas familiares que não acrescenta em nada e além disso, eu achei patético o motivo do antagonista, já que o mesmo colaborou pra tal. A ideia de por diversas versões de diversos traços é genial, a trama conseguiu conciliar isso e assim acabou trazendo o noir, anime e o desenho infantil — o que é cheio de referências e nostalgias. Pelos múltiplos personagens achei que a história iria se perder em algum momento, e eu estava enganada, já que cada personagem consegue ter o seu momento sem tirar o foco inicial.
    Enfim, um filme bom, de ótima execução de ideias, MAS NUNCA VAI SER MELHOR QUE ILHA DOS CACHORROS.

    Ps: esse negócio de sentir ser o homem aranha, me lembrou muito a crítica da galera diante a rey de star wars, que ela venceu o antagonista sem treinar quase nada.

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  • tays

    Sozinho contra todos aborda tudo que mais renegamos da nossa cabeça pois achamos repulsivo (porém é), traz reflexões existencialistas e críticas sociais— embora tenha racismo, estupro, xenofobia, misoginia e incesto explícito. Creio que apesar disso, isso é essencial para formar o personagem troglodita. Gosto dos cortes cru de cena, como acontece os chicotes+traveling e como o personagem ele é apresentado ao telespectador. Os estouros de bala, que simulam o suicidio do personagem. Inicialmente, somos apresáramos a moral e a justiça do rico e do pobre, então começamos a jornada pelo filme. A sequência fotográfica e a narração contando como isso começou, é uma forma prática/interessante de apresentar a situação do personagem sem encher linguiça. Preciso frisar a atuação surreal de Philippe Nahon, o personagem é cru e nojento, o pior de tudo é que vc se identifica em seus questionamentos.
    O filme em si é um grande monólogo onde é questionado sua sanidade, sua moral, sua justiça, sua existência e para que serve a vida se já não se tem nada a perder. Pq não tomar decisões se não temos a moral para nos impedir? Pq a moral dos outros nos impede de viver?
    Gosto como cenário miserável da paris pos guerra, creio que tbm mostra o sentimento o sentimento de degradação do personagem (me lembrou ao efeito kuleshov). Seu plot é insano e nada previsível, palavras frenéticas parecendo que não há sentido, mas tudo faz sentindo, cada vez vai ficando mais rápido e vc acha que ele cometeu aquilo mesmo e pá pum Noé chega e te dar um soco no estômago. Um filme foda, cruel e nojento, mas essencial que me fez pensar o quão minha vida e decisões são insignificantes enquanto existe uma moral/justiça que só funciona para um lado da moeda. É no fim sempre acreditamos que estamos sozinhos, mesmo não querendo está, aceitamos essa condição e nos subordinamos a ela.
    Apesar de todas as críticas, e de ser um puta filme, ele só queria legitimar o pensamento doentio que tinha com a filha.

    Ihu

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