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22 years Guarulhos - (BRA)
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Últimas opiniões enviadas

  • Thainá

    Uma bela experiência para entender como funcionava a censura da Ditadura e todas as pessoas que resistiram e criaram durante esses tempos. Viva o desbunde e morte às tradições e rédeas.

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  • Thainá

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    O que me assusta nesse filme - além de tudo - é o fato que vem à tona de que homens não conseguem distinguir estupro de sexo consentido.

    Por mais que isso seja óbvio, por mais que isso seja repetitivamente cansativo, assusta.

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  • Thainá

    Sebastián Lelio, aparentemente, gosta de brincar com as percepções do público. Posso entendê-lo, até aqui - sendo esse o 2º filme que assisto do diretor chileno - que há um tipo de quebra-cabeça com o real, onde o diretor monta seu próprio palco e maneira de contar uma história, e as pistas, para desvendar suas muitas pontas soltas, são jogadas em pequenos (grandes) momentos. Digo isso sobre Disobedience e recordando, ao mesmo tempo, do que vi em Una Mujer Fantástica, sendo esse último, talvez, sua obra-prima.
    A maneira da qual Lelio leva os dois filmes me pareceu muito parecido no que se refere ao entendimento do que se vê acontecendo no momento e assimilando com diálogos, expressões, pequenas palavras e gestos. É muito interessante como ele usa seus atores, principalmente o foco no rosto, nos pequenos gestos, que até podem passar despercebidos, mas faz total diferença quando se mergulha de vez na história.

    Dois pontos que me marcaram negativamente no filme foram

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    as informações chegando muito rápido, você invade a casa do falecido pai da Ronit assim que o filme começa, e já vai sentindo que existe um clima muito pesado com a pessoa dela, mas apenas isso. O segundo ponto é essa cena de sexo que estava ficando boa e começou a sair um pouco estranha, e que tem virado o principal comentário pós-filme, por causa daquela singela cuspida na boca da Esti. Acho que a cena fez muitas pessoas se entreolharem ou até o contrário, não conseguir olhar pra nenhum lado numa sala de cinema, com tamanha vergonha do que viu. Eu mesma fiquei sem entender, mas entendo que fetiches existem, e entendo, mais do que sobre qualquer assunto abordado aqui, de que o sexo lésbico é completamente fetichizado e reproduzido de maneiras toscas, depreciativas, exageradas e violentas, principalmente na indústria cinematográfica, claro.

    Alguns pontos me foram bastante positivos. Além do filme ter uma forma de ser contado que me agrada,

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    a Rachel McAdams está muito boa no papel, muito madura e muito firme na entrega ao personagem. Gosto muito dos filmes que vi com ela até aqui. A Esti é convincente. Apesar do roteiro muito corrido e muito pra se entender em pouco tempo, conseguimos entender qual é a posição dela nessa história, como foi para ela quando a Ronit foi embora e, em seguida, como foi doloroso ficar com o que restou e tentar se adaptar, o que lhe rendeu algum diagnóstico que não fica muito claro no filme, eu acho, mas que soa como depressão, pelo menos pra mim. Essa maneira de conduzir a personagem principal e o título do filme se encaixando no que viria a acontecer no desenrolar da trama se casam bem, você para pra entender o que aconteceu com aquele final. A personagem principal não é Ronit, como parece ser. A Ronit é a coadjuvante. O pai dela precisou morrer para que se abrisse uma brecha na esperança da Esti de revê-la, e assim, ela se agarrou na oportunidade. A desobediência lhe trouxe a liberdade para poder criar seu filho longe da onde cresceu, longe de onde lhe privou uma vida ao lado de quem ela ama, ou a chance de amar por aí, sem precisar temer mal algum.

    O filme é bom.

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