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"Toda a arte e toda a filosofia podem ser consideradas como remédios da vida, ajudantes do seu crescimento ou bálsamo dos combates: postulam sempre sofrimento e sofredores." – Friedrich Nietzsche

Últimas opiniões enviadas

  • Edson Oliveira

    - Um documentário sobre o Homem que se tornou tão grandioso quanto a sua Paixão, "A Sétima Arte". Mostra o lado "Crítico/Profissional" e o lado mais "Íntimo" da vida do Roger, que via no Cinema um retrato fiel não só da sua vida, mas da vida de inúmeros amantes e apreciadores da telinha.

    Conseguia como ninguém transmitir tamanha empolgação e energia, com tão poucas palavras. Sabia como ser um crítico dócil, mas não media palavras na hora de criticar obras que no seu ponto de vista não revelavam substância alguma. Suas críticas eram tão bem elaboradas, que até as mais amargas serviam como fonte de inspiração. O próprio "Scorsese" foi uma das principais vítimas do "Ebert", e revela que o Roger o incentivou a ser mais criativo e original.

    Enfim, é um documentário que demonstra que até nos últimos instantes de sua vida vale a pena lutar, como o Roger lutou, mesmo contra uma doença tão cruel e implacável como esta. Poucos teriam ousado enfrentar uma situação dessas com tanto humor e alegria, e isso é de fato admirável!

    Roger Ebert é inspirador como crítico e pessoa, o doc é uma verdadeira lição de vida e não pode deixar de ser visto por admiradores do Cinema.

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  • Edson Oliveira

    Linklater me surpreendeu novamente, quando penso que este não iria superar a beleza e os diálogos marcantes do primeiro, boom.. Me aparece esta continuação belíssima, de fotografia magnífica e diálogos bem eloquentes e persuasivos. A química entre o casal é impecável e a ambientação nos leva para dentro da película, onde vislumbramos o filme com outros olhos, e sentimos de forma mais visceral.

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  • Edson Oliveira

    O que dizer sobre esta obra que já não tenha sido dito? Mas como ficar alheio à tamanha Grandiosidade Cinematográfica? Que está longe de ser um filme findável. É, realmente Scorsese não veio para brincar, tão pouco para entreter e sim para nos mostrar e moldar à sua maneira o que viria se tornar os clássicos eternos do Cinema Arte. Acho que de seus contemporâneos Scorsese foi o único que em cada década teve um filme destruidor de paradigmas e revolucionário, dentre eles o primeiro: Taxidriver. Vendo os comentários do extra, percebemos a relevância colossal do Paul Schrader, o próprio Scorsese afirma que tinha medo de não representar com fidelidade a obra do roteirista, mas ao assisti-lo acho que o próprio Schrader deve ter ficado maravilhado com o filme, e mais contente ainda por ter sido o criador de tal obra. Tanto Schrader como Scorsese ficaram abismados ao descobrir que com o passar dos anos o filme se tornaria essa grandiosidade, porque na época não se ousava fazer cinema assim, pelo menos não em Hollywood, Scorsese conta que se inspirou em seus maiores ídolos para realizar tal filme, e adivinhem.. Boa parte deles estrangeiros, sendo o maior: Jean Luc Godard, descrito pelo próprio: "Um dos maiores gênios da história do Cinema". Essa liberdade que outros diretores estrangeiros tinham para realizar suas obras o impulsionou a dirigir Taxidriver. Me impressiono sempre com a humildade dele ao citar e reverenciar artistas e revolucionários que viram no Cinema a própria vida, e sempre buscavam retratar suas películas com o máximo verossimilhança possível. Valeu Scorsese, és o cara!!

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