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(Roger Ebert)

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Últimas opiniões enviadas

  • Fabricio Gabriel

    É um filme bem dirigido e muito interessante do ponto de vista técnico, mas o roteiro toma uns caminhos tão decepcionantes (principalmente no ato final), que confesso que me peguei pensando: "Putz, podia estar revendo Homem-Aranha no Aranhaverso agora".

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  • Fabricio Gabriel

    Este é o resultado obtido quando se tem uma animação fluida e psicodélica, que pega emprestado o melhor da linguagem dos quadrinhos, combinada com uma trama pensada fora da caixinha, conseguindo assim dar a devida atenção a sua apaixonante galeria de personagens encabeçada por um protagonista que torna-se uma voz necessária em uma sociedade que soa cada vez mais intolerante como a nossa.
    Homem-Aranha no Aranhaverso é, portanto, o cinema escapista em seu auge e a obra que melhor entendeu a essência do herói, independente de qual versão está por trás da máscara.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    "MILES (V.O.)
    When do I know I’m Spider-Man?

    BACK ON MILES-- Moving closer and closer to the edge.

    PETER (V.O.)
    You won’t. That’s all it is,
    Miles... a leap of faith.

    Miles walks to the edge of the roof, the wind buffeting...
    and LEAPS! The camera is UPSIDE DOWN. Miles isn't falling
    through frame. He's RISING."

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  • Fabricio Gabriel

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    "But if Philbert is just a way to help dumb assholes rationalize their own awful behavior, well, i'm sorry, but we can't put this out there". Foi este o desabafo de Diane sobre Philbert, mas que pode ser interpretado como um comentário do próprio criador de Bojack Horseman sobre como alguns fãs enxergam sua criação.
    É este tipo de comentário que tornou Bojack uma das séries mais consistentes da atualidade e uma inteligente sátira sobre a toxicidade existente em Hollywoo(d) que ainda consegue a proeza de abordar, de maneira responsável, temas como relacionamentos abusivos, machismo, depressão, solidão e tantos outros males sociais.
    E que venha a próxima temporada.

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  • Filmow
    Filmow

    Corrigido! Obrigado.
    E aqui a Regina King está com foto.

  • Hugo.
    Hugo.

    Quais outros filmes que o Morricone fez a trilha sonora e que você me recomendaria?
    Também fico impressionado com os filmes que o Irandhir Santos faz. É quase sinônimo de boa qualidade ter ele. Sempre que o vejo em algum elenco, fico com vontade de ver o filme.
    Cara, eu achei o ritmo de Uma Página de Loucura muito bom. É realmente perturbador. E, pra época que foi lançado (anos 20), deve ter sido bem impactante.
    Vi também o Entre Abelhas. A atuação do Fábio Porchat me surpreendeu, ele tinha expressões faciais melancólicas e confusas bem marcantes. E o filme é bom, sim. Mas podia ser muito mais bem desenvolvido. E tem um final um tanto quanto broxante que, pelo menos pra mim, quebrou um pouco da proposta dele.
    Assisti ao Quarto de Jack! Filmão mesmo! A cena em que Jack vê o mundo pela primeira vez é muito, muito forte. Fiquei arrepiado (e um pouco tenso, com medo que toda aquela beleza fosse de repente interrompida pelo pai dele). Traz reflexões muito bem elaboradas e de extrema importância, como a questão da liberdade, adaptação e relevância. Achei triste e pesado as cenas em que a Joy percebe que, mesmo com ela presa durante tanto tempo, o mundo continuou andando e as pessoas foram superando a ausência dela.
    Eu acho que vi Amour em um momento não tão propício. Por algum motivo, o filme não me tocou tanto. De qualquer forma, acho que, me tocando ou não, ele não chega a ser o melhor filme do Haneke. Mas isso não me impediu de me apaixonar pela atuação da Emmanuelle Riva. Como que ela perdeu o Oscar para a JLawrence? Revoltante.
    Depois de muito tempo, finalmente conferi Amor à Flor da Pele, do Kar Wai Wong. Belíssimo! Fico impressionado com a sutileza das cenas que ele cria. São tão leves, tão bonitas...
    Por causa de Amour, decidi dar uma atenção maior a um cinema menos introspectivo, para não ter a sensação de estar perdendo algo desses filmes (talvez realmente não seja o momento de vê-los). Vou tentar ver O Nome da Rosa hoje.

  • Hugo.
    Hugo.

    Não me recordo do discurso dele direito, mas ele fala sobre medo e liberdade, eu acho.
    Sim, não estou falando que ele é o melhor. Mas o nome dele eu acho que vai se eternizar na história do cinema sim. Só que ser visto como mestre do cinema... já acho meio impossível.
    Lembro que você disse que estava torcendo pelo Ennio! Lembrei de você quando soube que ele tinha ganhado. Achei merecido, a trilha sonora estava maravilhosa.
    O Nome da Rosa eu estou baixando mais porque um professor pediu para que eu baixasse para ele. Então, vou aproveitar e ver também.
    O Quarto de Jack vou tentar dar uma conferida amanhã mesmo, se eu tiver tempo. Estou muito ansioso, parece ser incrível mesmo.
    No Home Movie é um documentário que parece ser bem profundo e simples, um pouco na linha de Nascimento e Maternidade, da Naomi Kawase.
    Entre Abelhas é um nacional que tem como protagonista o Fábio Porchat. Não sou lá muito fã do trabalho dele, só que me disseram que o filme não é uma comédia e tem uma pegada filosófica e existencial bem interessante, apesar de não ser lá uma obra-prima. Bom, não me convenceu muito, mas prometi que assistiria, então vou assistir.
    Sim, descreveu bem: "sua perda foi irreparável para o mundo da música".
    Hoje acabei faltando a aula à tarde e, depois de estudar química, arranjei um tempo para ver A História da Eternidade, com o Irandhir Santos. Não sei se diria que o filme é atípico pro cinema nacional porque ele tem uma ambientação bem comum (se passa no sertão) que me fez lembrar filmes como Central do Brasil, Abril Despedaçado e Baixio das Bestas, mas percebi algo (que ainda não identifiquei) atípico sim. É um filme bem bonito, acho que talvez você vá gostar. Recomendo, caso ainda não tenha assistido.
    Agora, vou ver se consigo assistir a um filme japonês chamado Uma Página de Loucura, que é curtinho.

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