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“O cinema moderno dá a comida na boca, o que significa que dilui a imaginação cultural coletiva. É como se nós fôssemos pássaros recém nascidos olhando pra cima, esperando de boca aberta que Hollywood nos alimente com minhocas regurgitadas"

Últimas opiniões enviadas

  • Matheus

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Williem Dafoe faz o papel de um artista afundando e seus próprios demônios, pertubado pelo seu interior.

    A fotografia subjetiva semelhante até mesmo a " Irreversível" do Gaspar Noé, busca refletir o quão incômodo é viver na pele de alguém atormentado

    A arte como ponto de vista do artista, por mais que olhemos o mesmo quadro, víssemos a mesma vista ou tomassemos o mesmo remédio. Não veríamos a mesma coisa ou não teríamos o mesmo efeitos, chama-se idiossincrasia.

    É uma das coisas mais importantes na arte. A liberdade em que todos temos de reagir a estímulos externos a nossa própria maneira. " As pessoas vão aos museus para ver pinturas de pintores, não para ver pessoas que foram pintadas."

    A fotografia e a paleta de cores é estonteante. As cores são vividas, como um quadro do Van Gogh, assim a forma de que ele queria passar para outrem de como via a vida.

    O arco final é terminado com Van Gogh indo direto pra sua relação com a eternidade.

    Solidão, frustração , rejeição e isolamento.
    Tudo isso refletido sobre a uma enigmática, controversa e genial obra de um dos artistas mais importantes da história da arte: Vicent van Gogh.

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  • Matheus

    "Nada mais perigoso que um escritor magoado "

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    A genialidade da frase em ser dúbia, em se relacionar para o escritor que quer fazer a biografia do Joe quanto para seu filho no plano de trás, se sentido realmente nas sombras do pai, desprezado e por fim a Joan a autora da frase que parecia esconder sua vida e frustração na escrita.

    Ao decorrer da história então percebemos que seu comportamento foi reflexo de sua criação e relacionamento com seus pais.

    O moralismo patético de Joe em cobrar uma reação mais aberta de seu filho é patética e isso não é raro de se encontrar. Essa relação Freudiana de pai vs filho se repete corriqueiramente em várias famílias que pais acusam atitudes em seus filhos derivadas de convívio e relações tóxicas e traumas infantis, mas isso é apenas plano de fundo.

    O primordial do filme está no tema do machismo da industria de modo geral (focada nesse caso no nicho da escrita) quanto no relacionamento abusivo da personagem de Gleen Close. A trajetória de superar seus traumas, fases e colocar sua vida em sua obra é importante sim, me fazendo até lembrar do livro de Oscar Wilde "Dorian Gray" porém estaria desviando o foco de uma história trágica pra algo empolgante como um Monomito (Jornada do Herói).

    O núcleo narrativo é relacionamento abusivo, onde por toda sua vida Joan, abriu mão de sua fama, vida, anseios e desejos afim de nutrir um relacionamento que parasitava todo seu talento, aptidão, capacidade e vocação para ser uma escritora merecedora de um Nobel, que por fim, a morte de seu marido representou nada mais que liberdade em se tornar mulher, mesmo que tarde de sua vida.

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  • Sue
    Sue

    Oxe, fui seguir você, mas já somos amigos aqui :)

  • Mariana
    Mariana

    hehehe olha tu aqui tb

  • ISRAEL XAVIER
    ISRAEL XAVIER

    Vamos marcar um dia pra bater um papo XD

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