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Últimas opiniões enviadas

  • Victor Santana

    O que tira pontos é a falta de rebeldia desse povo.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Os três, que eram supostamente os mais rebeldes, não precisaram enfrentar a "vilã" em momento algum. O menino deixa ela cortar o cabelo dele, a Cameron não responde nenhum dos absurdos que ela fala (também não responde a namorada, a tia, ninguém). Até a fuga parece covarde, sair sem fazer nenhum alarde? A fala principal, sobre abuso emocional, a protagonista deixa pra um personagem aleatório do filme... pelo amor. Acaba que o momento mais impactante é do Mark, um personagem pouco explorado e meio inerte que resolve se revoltar. O gay nervoso da terapia em grupo também se destacou no lugar dos protagonistas no quesito revolta.

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  • Victor Santana

    O pessoal quer ser levado a sério, por mais que a animação tenha seus méritos, o momento não está muito propício para uma comédia escrachada dessa, parece que o incômodo está justamente em se vender como exemplar de representatividade, quando é, na verdade, entretenimento com selo Netflix sobre o mundo de aparência da comunidade LGBT. Vi algo de positivo numa crítica ou outra, especialmente sobre as formas veladas e explícitas de homofobia (as críticas parecem mais direcionadas aos próprios gays, por isso, muita gente não vai curtir), mas só. O que essa vilã tem a ver com os verdadeiros "vilões" da vida real dos gays?

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  • Victor Santana

    Desandou demais no final, uma vergonha! E quase todas as tentativas de "lacrar" deram errado! O núcleo da "família de Zefa" jogou um pouco de luz sobre a decadência da elite corrupta e racista e, no fim, relativizaram os crimes do patriarca. Sobre drogas, abordagem tímida. Sobre bissexualidade (ou poliamor?), ficou confuso, reforçando o que já pensam. Sobre homossexualidade quase nada, o melhor amigo da protagonista é gay, mas isso não é nem mencionado, já o outro gay é ex-torturador da ditadura (!). Sobre abuso moral (e até sexual) no trabalho, uma vergonha a forma como mostraram. O maior acerto foi a personagem Nice e a trama sobre abuso doméstico. A melhor personagem da novela foi Laureta, porque conseguiu ser uma vilã séria e espirituosa. A maior decepção foi a personagem Rosa, a garota de programa refém do machismo de Ícaro e Valentim, "má" por ser ambiciosa (mas que ia ser "domada" por um dos machos, como a Cacau com o Roberval, que foi horrível com ela). A história girou em torno de planos contra a vida de Luzia que não pareciam críveis, também não desceu muito bem a Luzia como DJ ou as mentiras das mortes de Beto e Remy (a de Beto no decorrer da novela). O casal principal é quase nulo, o Emilio Dantas ainda conseguiu mostrar melhor seu trabalho em alguns arroubos de desespero. Luzia emocionou mais na conversa que tem com Valentim após ele descobrir que é seu filho. A meu ver, só dava pra torcer por Luzia por causa das vilãs. Infelizmente, Segundo Sol colocou, em quase todos os casos, a liberdade como uma permissividade boba, os filhos que não saem da casa dos pais, os jovens na casa dos 20-30 que não estudam ou trabalham, as pessoas que querem "viver de arte" (e os que lucram com os casos de sucesso), a ocupação onde nada acontece (e que tem mesa farta), o casal adulto +40 que mora na casa do pai do marido, o filho que namora (e casa com) a mãe do suposto filho do pai, a mulher com dois maridos, o menino com duas mães, o menino com dois pais que são irmãos, a mulher com uma namorada e um namorado simultaneamente, o patriarca com filhos fora do casamento (com empregada e prostituta) e pasmem, um tio e sobrinha que namoram (sem mencionar toda a relação abusiva pregressa dos dois aparentados). Poderia ter sido mais positivo o fato da relação de Luzia e Beto ser basicamente "sensorial", mas são dois personagens completamente ingênuos. E o pior são todos sendo moralistas e desconfiados o tempo todo, especialmente o personagem Ionan. Relativizaram também os crimes de Remy e Karola. Pelas lentes da novela, a Bahia é um lugar cheio de gente branca com nome exótico, boba e permissiva, além de ter a polícia civil mais inútil da face da Terra (além de corrupta). Não tenho parâmetro de novela de João Emanuel Carneiro, porque só vi outra, mas essa tinha tudo para ser melhor que A Regra do Jogo e não chegou nem perto.

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