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Últimas opiniões enviadas

  • Victor Santana

    Mostrar a casa e a cidade das pessoas, elas trabalhando e comendo com a família, e conversar sobre o assunto visivelmente nesses espaços ou no decorrer desses momentos, foi um dos maiores acertos. É simples, mas humanizou demais cada um. Além disso, os personagens reais e as histórias foram muito bem escolhidas. Nos dois primeiros episódios, os entrevistados não são muito questionados, mas nos outros, a diretora foi direta, não deixou passar batido alguns posicionamentos toscos. Entre os que eu vi, os casos mais curiosos foram os do episódio 4, um deles sobre uma família com dois gays e uma lésbica que diz aceitar bem, mas todos têm opiniões questionáveis. O episódio mais fraco foi o do Thammy e do Jean, porque todo mundo sabe um pouco do que eles têm pra falar, até quem não é LGBT (consegue ir mais a fundo, mas nem tanto). É uma série sobre luta, porque sair do armário não significa que automaticamente tudo vai se resolver, pra quem não tem essa noção, isso vai ficar nítido aqui. Mas quando você pode fazer algo, sempre vai valer mais a pena não se esconder ou sofrer internamente. Fechar a série falando sobre educadores também foi importante. De ponto negativo, achei a duração, já que se trata de um documentário convencional com entrevistas. E cada episódio tem uma hora. Assisti seis, foram 6 horas proveitosas, mas foi cansativo (isso porque nem vi direto). Ás vezes com meia hora a gente já tem noção de quem são os personagens e os recados do episódio, então a segunda metade se repetia um pouco. Por fim, é triste que uma série tão incrível como essa, que contou com dinheiro público, esteja escondida. Ela pode salvar muitas pessoas. Até hoje, sempre que um episódio é exibido na TV aparece um recado dizendo que está disponível na HBO GO, e não está.

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  • Victor Santana

    O que mais lembra "Com Amor, Simon" é

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    o final, obviamente, com os amigos torcendo pelo casal.

    Com o Alex, temos que ir pelo caminho difícil da autoaceitação. No outro filme, o Simon sabe que é gay e sofre por ser segredo (é claro que sair do armário envolve autoaceitação, mas lá isso é amenizado), já o Alex está num período crítico de negação,
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    ele quer "reverter", tenta se convencer que não é gay o tempo todo.

    Mas os dois filmes querem mostrar que,
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    ser gay não é só sexo, e sempre com um caso singelo, um menino se apaixona por alguém que nunca viu e o outro por alguém que viu uma vez (a parte que o Alex revela que está apaixonado lembra o Simon falando do Blue pra Leah).

    O Daniel não foi bem aproveitado, é uma pena ele não ter combinado com o jeito sério do Alex, porque ele está muito divertido no outro filme que fez, Aventuras na Escola Pública. O Craig Johnson poderia ter seguido com mais afinco os passos do Judd Apatow/Paul Rust (Love), Seth/Evan (da época de Superbad) ou até mesmo Gregg Araki, pra fazer o tipo de comédia que estava buscando, ele até consegue emular esses autores, só faltou dosar melhor comédia e drama, o protagonista já estava arrogante e detalhista demais, ele merecia momentos mais descontraídos. A nota é 3.5, mas qualquer filme com música do Slowdive bem utilizada merece 0.5 ponto extra.

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  • Victor Santana

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    "Os pais que fodem as cabeças das crianças, sabia?"

    Quem estava mais preocupado com a suposta vítima?
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    A mãe o tempo todo no computador fumando, o pai que não conseguia ter uma simples conversa com o filho ou os dois, que aparentemente só pararam para olhar para o menino quando ele ficou doente no final?

    O título do filme espanhol de 2015, "O Vírus do Medo", diz muito sobre "Aos Teus Olhos" (em inglês, "Verdade Líquida"). Para mim, qualquer versão dessa história quer simplesmente mostrar o desespero e o despreparo das pessoas, especialmente nas redes sociais, e não só falar do caso em si. Quem ver dessa forma não vai achar que precisava de "fim", oferecer uma solução é, de certa forma, mutilar a reflexão que o filme queria trazer.

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  • Fabrizio Mendes
    Fabrizio Mendes

    Muito obrigado camarada, adorei o seu perfil. Te enviei solicitação na Last.fm também, acho que somos Super lá. Obrigado pela mensagem. :3

  • Grazzie & SuH
    Grazzie & SuH

    Realmente to fascinada com sua Cinemateca!!!! — Aos Teus Olhos - me deixou bastante interessada vou assistir Valeu!!!

  • Victor Oliveira
    Victor Oliveira

    Olhei a sua lista de favoritos e eu a adorei também! A lei do desejo é maravilhoso! e eu adoro Maurice - na realidade, eu adoro James Ivory. Porém, uma ver li um crítica da obra dele que me marcou bastante, era o seguinte: enquanto a Inglaterra estava afundada em problemas sociais e econômicos com o neoliberalismo de Margaret Thatcher, estava Ivory relembrando as glórias do império britânico do século XIX e início do século XX, como em uma janela para o amor, vestígios do dia e até mesmo em Maurice. Retomando Maurice, eu gosto bastante, como já disse, e me tocou muito na adolescência quando eu o vi pela primeira vez, sobretudo a cena da nudez - não sei se você recorda, mas em weekend fazem referência à nudez masculina em Ivory!

    Estou doido para ver beyond clueless, mas eu não acho para assistir. A única crítica, se me permite, a sua lista de favoritos é que eu não gosto de harold and maude. Na realidade, nem se trata de uma crítica ao seu gosto, mas a mim, pois sou o único que não gosta. Não gosto de filmes tão felizes como esse.