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"Por favor! Uma emoção pequena, qualquer coisa! Qualquer coisa que se sinta." - Cássia Eller.

Últimas opiniões enviadas

  • Verô Watanabe

    Assisti a este filme logo após um documentário no qual Hayao Miyazaki disse, em determinada cena: "Não importa o quanto acreditam que o que fazem é bom, os ventos do tempo os transformarão em ferramentas da civilização industrial. (...) A animação também. (...) Que se dane. Não há muita esperança. Quero dizer, como podemos saber se filmes ainda valem a pena? Se pensar bem nisso tudo, será que não é apenas um grande hobby? Talvez houvesse uma época em que fazer filmes era importante, mas e agora? A maior parte do nosso mundo é lixo. É difícil."

    Difícil é gostar de filmes como este após tal reflexão. Mas vale o entretenimento, é claro.

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  • Verô Watanabe

    Começou tão bem, mas aí...

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Por que a Norma não recusou o pedido creepy de mostrar o pé? Se ela perdeu os dedos faz tempo, por que o aluno percebeu que ela mancava só naquele dia? Bem, pode ser um aluno que faltava demais heheh. E esse lance do pé? O marido trabalhava na NASA e simplesmente tinha o aval para fazer próteses para ela?

    Acho que entendi o porquê do filme se passar nos anos 70, assim não tinha internet para pesquisar sobre "a caixa" nem fazer um daily vlog sobre apertar ou não apertar o botão - se bem que essa trama no século 21 daria um bom episódio de Black Mirror. Mas ok. Fora o filtro "embelezar rosto" durante o filme inteiro e fora o fato dos personagens principais claramente não "combinarem" com os anos 70, tudo bem até aqui.

    Ok, eles apertaram o botão. E o dinheiro? Por que eles não gastaram nada? Afinal de contas, eles ficaram ricos da noite pro dia! Dava pra pagar a escola da criança, fazer investimentos, viver de renda ou fugir do país! Se não havia planos para usar o dinheiro, qual o sentido de apertar o botão? Interessante a teoria de que a próxima pessoa a apertar o botão poderia matá-los, uma vez que essa pessoa não seria conhecida deles. Ou talvez o Steward fosse um serial killer maluco. Achei que o filme fosse melhorar.

    Mas, de repente, nada mais fez sentido. Parece que Steward esqueceu de avisar ao casal que mais pessoas morreriam, que o botão aparentemente mata pessoas do mesmo país que já tiveram contato com a caixa, que as consequências seriam impossíveis de evitar e que pessoas próximas eram, na verdade, membros de culto! Um contrato simples de "Termos e Condições" ajudaria muito (taí mais uma ideia para o episódio imaginário de Black Mirror). E ficou a questão: Steward é Deus, a reencarnação de L. Ron Hubbard, Thanos ou um marciano? Ok, parece que no fim "entendemos" que Steward apenas trabalha para a grande entidade mimada que faz uso de filosofia barata (lembrai-vos da explicação sobre "a caixa") e racionalidade [até então] humana para justificar seus assassinatos! Aliás, o que foi esse final? Ser surdo e cego é realmente um inferno que justifique o sacrifício da esposa/mãe? Pobre Helen Keller!

    Enfim, acho que a equipe seguiu a regra de "aceitar todas as ideias do brainstorming" e deu no que deu. Filme ruim, mas dá pra rir um pouco :)

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  • Verô Watanabe

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Aquela repetitiva trama do vilão ricaço e do protagonista "underdog" que está presente em inúmeros filmes de animação. Não simpatizei com a protagonista; pra mim, ela era apenas uma criança mimada. Fora que o filme dá a entender que as péssimas atitudes dela são justificáveis, ao passo que o vilão também justifica suas péssimas atitudes — mas fica nítido que o personagem foi construído como um ser mal e impiedoso fadado à destruição. Parece que a diferença reside em escolher a justificativa mais bonitinha e torná-la aceitável aos espectadores, demonizando as demais. Meio decepcionante. Mas vale o entretenimento, é claro.

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